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O Inventor
Eu acho que nasci para ser um inventor. Sim, tenho certeza disto. Devo ser a encarnação de alguma alma inquieta e bisbilhoteira que viveu no passado, recebeu a bênção de planejar, realizar novidades úteis para movimentar a sociedade, cuja comodidade, variabilidade/ e durabilidade, prestaria serviços para as pessoas sobre a terra. E eu sempre desejei criar coisas grandes. Logo poderia atuar como um ótimo modelador de muletas para auxiliar gente manca, algum tipo de espelho para o sujeito enxergar a região da costa, pensar na adequação de uma máquina de encaixe regulador sobre a cabeça da pessoa para cortar o cabelo sem o uso do pente, da tesoura e livre de aparelhos elétricos barulhentos. Mas para avaliar este meu futuro promissor, busquei ajuda de meu mestre superior, o criador de todas as coisas deste mundo dos sobreviventes, o Deus VIvo do Céu, que sempre está de olho em todos nós e quer o melhor para todos os filhos da terra. E ouvi a voz:
_ Cido de Curitiba, primeiro tem de estudar. Sempre temos a prioridade de alimentar um espírito positivo dentro de nós para produzir algo de bom e ser reconhecido pela eficiência, logo ser requisitado pela ordem vinda de cima e ter uma ajuda misteriosa, cuja sabedoria, vem através de um ensinamento forte e criativo. Enfim, para empreender no ensino fundamental, fui obrigado a pegar pesado no ofício de um trabalhador avançado, por um período de quatorze horas diário. E descarregava carreta lotada de sacos de cimento com cinquenta quilos por unidade sobre o ombro. Isto é, acabei o meu trabalho atarefado de hoje, fui falar com o meu patrão. E, ao me aproximar do escritório, já ouvi o latido dos cachorros. Feras enormes. Eu vi e contei sete animais de guarda, que faziam a segurança do pátio da casa. Portanto, eles eram intitulados membros da guarda do Tito, o auxiliar e filho do patrão, que pensou e havia esquematizado tal sistema de segurança implantado no pátio de entrada da casa. Então quando os colaboradores chegavam, digitava o número específico no relógio de ponto da entrada, quando alcançava o interior do pátio, os cachorros vinham e lambiam o pé do sujeito, identificavam-o e se afastavam. Mas se não fosse reconhecido pelos animais , mesmo que borlase o portão digital, não passaria pelas feras sem ser atacado e mordido. Mas havia um acesso menor, reservado para a entrada de visitantes oportuno, também guarnecido pelo menino, Tito, que ia até o local e acompanhava a pessoa até chegar no escritório do Zé das Posses. E a primeira pergunta era: Qual a quantia de dinheiro que você quer? Logo o necessitado dizia o valor. E ouvia: Você tem carta de motorista? Se a resposta do inquirido fosse positiva, o empréstimo era imediatamente aprovado. Era uma fórmula bem preparada para atrair novos funcionários para atuarem na empresa de transportes, cujo estacionamento de variedades de carros ocupavam o imenso pátio da casa de negócios. Viam-se carros baixos para alugar a condutores atrelados ao transporte de pessoas, carros altos para a entrega de mercadorias, vans equipadas para o transporte escolar e caminhões equipados com caçambas de coleta de resíduos. Também explorava o ramo de negócios com lanchonete e era só pesquisar uma área bem movimentada com transeuntes, já abria mais uma unidade do comércio. E colocava-se um balcão, algumas bancadas e o setor de manuseio dos ingredientes. Depois contratava três funcionárias de boa aparência, bem comunicativas e fornecia o uniforme padrão, short vermelho, blusinha branca, transparente e sutiã vermelho. Enfim cumpria-se toda a etiqueta da propaganda visual do negócio para atrair todos os via-andantes para dentro do comércio e manter a casa cheia de consumidores e lucrar com a venda de comes e bebes. Enfim a casa comercial do nosso patrão sempre estava lotado de consumidores famintos. E toda a soma de dinheiro das lanchonetes, dos meios de transportes, eram investidos na construção de casas num conjunto de moradias horizontal, com o fim de explorar o ramo imobiliário, faturando no setor de aluguel. Zé das Posses expandia os tentáculos de atividade comercial sobre vários setores de serviços. Logo esquematizou um frutuoso sistema de ganhar dinheiro. E não titubeia em ação, pois era um perito dentro de um escritório bem movimentado, com um entra e sai de muita gente. E era só a gente olhar para o rosto do sujeito, dizia:
_ faz o recibo, Tito. Já iniciava recolher os rendimentos trazidos pelos movimentadores de pessoal, das cargas rápidas, das lanchonetes e dos aluguéis de casas alugadas. Já, fora dos negócios, pouco falava o pai, menos, o filho, pois colocavam todo o esforço cotidiano na relação de patrão eficiente e de filho obediente, prontos para repreender funcionários que não alcançassem a meta de fatura do dia. Já os que superaram a margem, ouviam a costumeira orientação:
_ Passe bem. Entretanto, na moradia do empresário, nos negócios da família, não se menciona o nome de Deus. Mas Jesus Cristo lhes era generoso, contribui com os protegidos. E, apesar deste contribuinte empresário não possuir o dom das letras, usava apenas o estímulo pessoal para colocar o corpo na luta cotidiana, assim alcançava o generoso faturamento para o empreendimento. E já havia a presença de gente graduada com o interesse de conseguir uma colocação de trabalho com o abençoado. O tal ficou bem visto e admirado pelo povo. Conseguia manter o casamento tranquilo, pois contava com a presença de uma esposa parceira, mãe exemplar, para suprir as necessidades dos filhos. A filha, Ermelinda, ainda na idade da adolescência, já cursava graduação universitária, apesar de ter realizado todo o ensino fundamental em escola pública e obteve alto rendimento na aquisição do saber forte, amplo e competitivo. Carrega orgulho do pai, que não gostava de ver a aproximação de jovens interessados na garota. Conservava-a sobre vigilância cerrada, com o seguinte dizer:
__ Preciso de apoio de Brasília. Vou casar minha filha com um Deputado Federal. E um amigo disse:
_ Pode casá-la com um vereador.
_Já almoço com essa gente e janto com a turma do Estado. Agora tenho necessidades urgentes, e são ajudas federal, pois os meus deveres de abastecer os cofres públicos empurram-me altos tributos e quero receber algum incentivo do governo. Logo um cidadão que enxerga adiante sempre busca relações comerciais com gente forte, representativa e fechou parceria comercial com o Joanico da Farmácia, pai de Joanico Filho, eleito Deputado Federal no último pleito eletivo. Logo planejava aproximar a filha com o parlamentar e ter acesso direto com quem manda nos Palácios da República. Logo um amigo chegado perguntou: _O Tito vai ser candidato ao governo?
_ Não. Este meu filho é muito precioso e vai permanecer de meu lado diante dos negócios da família, pois, em caso de minha ausência, ele toma posse em meu lugar. Ainda alimentava a superstição antiga de não viajar pai e filho juntos, assim sempre haveria a possibilidade de um ou outro estar na frente dos empreendimentos financeiros. E manter este triple de negócios, dirigidos pela família Posses, frutificando diante dos donos, assim sempre haveria uma pessoa preparada para movimentar a engrenagem comercial, onde era fornecido trabalho com carteira assinada, moradia gratuíta. Logo o Ataíde era um veterano dentro da rede. E trouxe o filho para lavar automóvel, a filha para ser atendente na lanchonete e a irmão para dirigir uma perua de entrega rápida. E a família Posses ficava cada dia mais rica. Mas foi de onde tirei o custo de meu sustento e pagar a mensalidades da minha graduação. Logo fui dormir o sono de um abençoado e deitei com o peso do corpo sobre o lado esquerdo, sufoquei o coração dentro da caixa torácica e ele parou. Então me vi vagar no interior de um espaço estranho. Estava na região dos mortos, quando fui recebido por uma força estranha, vinda do além, até me ver diante de uma bancada ocupada por professores cientistas, onde vários mestres da área inventiva estavam sentados e eram bajulados por espíritos agradecidos por seus inventos. Benjamin Franklin sentava na lateral direita da mesa, diz:
_ Sou agradecido por ter inventado o para raio, assim pude livrar algumas pessoas de serem vítimas de algum raio perdido no espaço. E tenho orgulho deste meu invento de benfeitoria coletiva, pois fui bem avaliado pela turma de cima e lá de baixo. Tomás Edson sentava na lateral esquerda da mesa, diz:
_ Agradeço o Deus vivo aqui do céu por me inspirar o principal invento, a lâmpada elétrica, que libertou a humanidade da escuridão e foi bem aceito até aqui em cima. Logo o homem que deu início à construção de automóveis levantou-se na cabeceira da mesa, diz: - Tive a oportunidade de iniciar a construção do automóvel movimentado à força da combustão e deixei uma contribuição gigantesca para a comodidade na locomoção de pessoal e de cargas pesadas sobre a terra. E já levantou um espírito de aparência confusa e com um comportamento arcaico, humanizado na antiguidade, diz: - Senhor Henry, desculpe-me interrompê-lo, se eu não tivesse inventado a roda, onde o Senhor iria colocar a caixa de seu invento? Santos Dumont se levantou, diz: Este abençoado tem razão. Devemos agradecê-lo pelo trabalho inovador que nos trouxe facilidade para novos projetos modernistas muito bem usados pela sociedade. Depois levantou um Senhorzinho recentemente espiritualizado, mas carregado de anos na purificação, que arrumou um lugar de destaque entre os grandes e me perguntou:
_ você quer ser um inventor ou ficar rico?
_ Quero os dois.
_ Você ainda é uma pessoa de sorte, vive no século vinte, época em que quase tudo já foi criado, agora tem a chance de se reinventar. Eu, por exemplo, em minha passagem recente pela terra, ainda me lembro do tempo de humanizado, quando entrei na onda de novas oportunidades e observei o comportamento coletivo das pessoas, maioria sentada diante de computadores, outra parte diante de volante de automóveis, muita galera afeiçoada aos lazeres de espaço aberto entre a natureza, todos distantes de uma fonte natural para a hidratação e sentiam a dificuldade de alcançar água saudável para beber, então tive a belíssima ideia de envasar o precioso líquido e facilitar o acesso para tais consumidores. Imagine só, ganhei muito dinheiro vendendo água. Esta minha ideia de facilitar o acesso de mercadoria até ao público geral deu certo e fiquei muito rico vendendo água engarrafada e pude adquirir automóveis, até avião inventado aí pelo seu conterrâneo. O velho colocou uma excelente ideia na minha cabeça. E logo acordei com ótimo pensamento, esperto, com soluções para meus raciocínios, tudo aceso dentro de minha mente abastecida de processo real para ser colocada em prática. Isto é, a possibilidade de construir algo novo e revolucionário já vem sendo desenvolvido nas necessidades básicas do sujeito durante toda a sua vida útil de prestação de serviços. Então voltei ao meu passado, quando plantava e colhia algodão ,tarefa dura e pesada, cujo esgotamento física, lidava com a sede e a fome, mas sempre havia um olho de água e um pé de fruta por perto que, na hora do aperto, bebia a água e comia-se uma fruta, diretamente na fonte de produção, logo foram solucionados ambos problemas. Depois fui morar na cidade grande e trabalhei no ramo da metalúrgica, onde era obrigado a desenvolver um ritmo acelerado de esforço físico para suprir a demanda da linha de produção industrial numa labuta de trabalho durante oito horas ininterruptas. E esta minha obrigação momentânea consumia quase toda a minha energia de um modo escandaloso, que me atolava na vontade de se alimentar. E tal situação desfavorável despertada no meu cotidiano de pessoa sana, fez-me procurar o caminho do trabalho autônomo, dono do controle de minha jornada de trabalho. Mas esta liberdade aparente não cessou o meu dever da correria do dia a dia, pois tem de manter a decência de lutar pelo pão e matar a fome da família. Logo a muita preocupação com a aproximação da refeição se estendeu com o nascimento de meu filho que, com apenas cinco anos de idade, já se apegou com o uso de celular e de outras ofertas de aparelhos eletrônicos, assim teria de leva o alimento e bebida até o lugar costumeiro do garoto, onde sempre estava sentado, com o celular na mão e o olho no computador. E era pensamento desastroso observar a rapidez com que levava a colher de alimento até a boca, pois lá no meu íntimo, calculava-se que o menino poderia ser vítima de alguma sequela psicológica, mas tudo está na mão de Deus, pois tal possibilidade reverteu-se em benefício. Hoje o rapaz completa dezenove anos de idade, matriculado no Curso de Gestão de TI. E já está bem encaminhado no rumo da qualificação profissional. É com esta reflexão estendida dentro da realidade da necessidade da aproximação de um sistema ágil de alimentação do pessoal, já comprometidos com um longo período de locomoção até o setor de trabalho, além de registrar todo este mesmo sacrifício do retorno para casa, é que me veio a ideia genial de facilitar a chegada do alimento até a boca do pessoal. Logo maquinei possibilitar o funcionamento de uma torneira de produtos líquido viscoso, capaz de movimentar um alimento nutritivo até o consumidor. Uma realidade perfeitamente possível, que se associaria à torneira de água e trazeria conforto para as atividades do consumidor. Tal torneira condutora de alimentos líquido viscoso ficaria suspensa numa tubulação feita de um PVC resistente e poroso, cuja estrutura ocada, seria revestido internamente com uma bauxita contemplada, com o poder de apagar proliferação de fungos, de bactérias e outros agentes prejudicial à saúde do consumidor, enfim, desta forma bem avaliada e com o esforço do estudo de um tipo de tubulação específica, adequada para levar o alimento líquido, viscoso, vitaminado, manipulado por agentes experimentados no manuseio de ingredientes alimentícios, feitos em ambiente totalmente propício, cujo produto de consumo final, seria resistente ao ambiente de conservação natural. Assim, depois de pronto, vai correr tal percurso original e dar escoamento para a riquíssima fonte de energia vitaminada e recomendada por nutricionistas, até chegar nas torneiras dos consumidores, cujo acesso imediato, estaria disponível através da necessidade do consumidor. E o custo do benefício da torneira alimentar dentro do lar basta acionar o tipo da concessão, depois instale a torneira de preferência dentro de casa e vai poder deliciar o produto bem fresquinho dentro do próprio lar. Assim vai livrar de correr atrás de ingredientes naturais e vai assumir uma taxa padrão de prestação de serviços da torneira de água, de alimentos líquido viscoso, além de conta de luz, de internet, etc. Isto é o caminho para o alcance da liberdade quase total do ser humano, pois vai possuir quase todo o insumo necessário para o consumo diário dentro da própria casa e pode quitar todos os débitos através da internet. E a ideia está posta, só falta investimento para acionar o processo. E quem quiser contribuir com a continuação das histórias da obra, abrir mente e plantar boas sementes, pode mandar um PIX de cinco ReaL ou um Dólar, aqui está minha chave aleatória de PIX d18d13e6-e7c8-45a0-a921-86b87382b957. E se alguma empresa se interessar em ajudar, pode ter uma marca inserida em próximos textos. Obrigado… FIM.
Atualizado em: Dom 9 Ago 2026
