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Doente

 Diante dos meus delírios
Vejo o invisível, tudo aquilo que me é individual
Aquilo que você não quer ver, o impossível!
O inacreditável
O intocável
Um mundo totalmente cheio de coisas indomáveis.
As vezes afáveis, outras vorazes.
Assim cada passo que me faço
É um esforço forçado como entranhas
Cheias de borboletas dançando
Criando um enjoo do qual nada sai
Então não durmo em paz
Conversamos, nos vemos, conflituamo-nos
E por fim, adoecemo-nos.
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Atualizado em: Sex 22 Maio 2026

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