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reflexão

  • A borboleta

    uma borboleta
    numa pétala de rosa
    perfumando as asas
  • A Bruxa da Arruda e o Sagrado de Tudo

    A manhã estava carinhosamente refrescante em um dia de verão calmo, que precedia o calor do seco e ensolarado tempo impermanente. Acordou às cinco horas da manhã como de costume, e já não tinha mais a necessidade do despertador do seu smartphone para tal feito. Simplesmente os olhos automaticamente em uma só expressão se abriram, o corpo em um só impulso na cama se sentou, e mergulhado nos seus pensamentos do que fazer com o novo dia de quarentena que auto se apresentava, meditava… claro! Aqueles dias eram por demais incomuns, de um lado tinha o dia todo pela frente sem a rotina acinzentada do levantar, correr e trabalhar, e, por outro lado, teria que ser criativo ao esforço máximo, em táticas incomuns e altruístas para não deixar que o tédio com toda sua improdutividade o arrebatasse, sequestrando a sua proposital impulsionada momentânea e intencionada alegria.
    Essa intencional alegria era a Poderosa Presença do Sagrado em sua vida. E apenas se baseava, por incrível que pareça, as coisas e recordações mais simples e singelas da sua tenra infância. Principalmente as lembranças delicadas e afetuosas de sua bisa, a Bruxa da Arruda, D. Darluz. Pelo qual, todas as manhãs, dedicava em um cantinho do seu oratório (em culto aos antepassados) uma vela sentada em um pires repleto de azeite de oliva misturado a sal grosso e mel, um pote de água que diariamente derramava seu líquido em uma específica planta de Arruda (Ruta graveolens), trocando a água do recipiente todas as manhãs, além de oferendas de flores silvestres, como: Cenoura-brava (Daucus carota subsp. Maximus); Centaurea Nigra (Centaurea nigra subsp. rivularis); flor Leopardo (Belamcanda chinensis); flor de Laranjeira (Citrus × sinensis); flores de Onze-horas (Portulaca grandiflora) e Calêndulas (Calendula officinalis). Tudo isso para se manter em conexão permanente com o espírito de sua querida bisavó. Sendo esta, em vida, sua sacerdotisa. E em morte carnal sua guia espiritual. Pelo que lhe prometera em vida terrena, que ao desencarnar nunca o abandonaria e o vigiaria de cima. Dando-lhe inúmeros conselhos e severas instruções ritualísticas de como manter o contato espiritual com sua alma e coração depois de sua partida.
    Para a Bruxa da Arruda, sua bisa, tudo era Sagrado…
    E do Sagrado… e unicamente, pertencendo ao Sagrado!
    Tudo era vivo! E tinha em si um grande e puro significado.
    Tudo era mágico!
    Tudo era místico!
    Tudo era encantado!
    Tudo era rico!
    Sua constante alegria não se baseava em emotivos momentos.
    Era como o constante balançar das árvores que bailavam se animando, apenas, com o tocar dos ventos.
    O seu grande sorriso em sua face iluminada, transmitia a qualquer um que olhava um manancial inesgotável de pleno contentamento.
    As pessoas que iam ao seu encontro de amor se preenchiam, automaticamente renovando esse sublime sentimento.
    Sua bisa lhe dizia que o Sagrado é um estado a ser sustentado constantemente. Um estado de bons hábitos e boas disciplinas que você mesmo se coloca a praticar. Um estado de Amor, de estar amando e de se sentir amado a toda hora e em todo momento, independente das circunstâncias, posses, pessoas, relacionamentos e virtudes materiais ou espirituais. Um estado de simplicidade e humildade, e cumplicidade no serviço devocional, na prática da caridade e solidariedade. Vivendo em perfeita gratidão e sendo gentil não só com as pessoas, mas a tudo em que os nossos sentidos intentar, aplicar e perceber. Lhe dizia que o segredo para vivenciar o Sagrado na prática, estava na gratidão e valorização da vida em todas as suas formas, não diferenciando uma pepita de ouro de uma simples pedra do rio, um ser-humano de uma formiga, a mais iluminada estrela do céu noturno de um singelo grão de areia das praias do mar. E essa valorização é ver a beleza oculta no amago de todas as coisas, sua Energia Divina e Intenção Criativa. Dizia-lhe que para realização de tal feito era preciso se livrar das amarras da má educação de si mesmo, que degenerou os nossos sentidos na elaboração de conceitos e preconceitos, a partir das inúmeras errôneas percepções externas a nossa Linhagem Sagrada, deteriorando e adulterando o nosso pensar, o nosso sentir, o nosso olhar, o nosso ouvir e o nosso falar. E explicou-lhe, que devido a tudo isso, o porquê das manifestações artísticas, arquitetônicas, filosóficas e religiosas de hoje estarem tão feias, rudes, cinzentas, frias, quadradas, embaraçadas e amontoadas, repetitivas e sem coração.
    D. Darluz dizia que por nos desconectarmos das sabedorias dos nossos ancestrais, o nosso sentido do novo e a capacidade do espanto e da novidade assombrosa de olhar tudo de maneira nova, no sublime estado de encantamento e percepção de alerta alegria, se perdeu no mundo. Dizia que o mal das futuras gerações estava na comparação e associação de capturar as impressões, sem a capacidade madura de traduzi-las, sendo essa maneira uma errônea tentativa de interpretar o novo sem a compreensão do velho, desassociando as consequências presentes e futuras das ações passadas. Daí, como ensinava a Bruxa da Arruda, eis a importância de se cultuar os antepassados, pois, uma árvore não pode florir e gerar bons frutos sem o bom cuidado para com suas raízes.
    Voltando ao momento presente, e na cama em que se encontrava sentado, vira como era difícil traduzir a vivência de infância que tivera com sua bisa para o moderno, virtual, tecnológico e competitivo dias de hoje. Sabia que as redes sociais virtuais, ao contrário do que se pensava, alimentava mais as más ações do ego do que o conhecimento (pelo qual era a sua proposta inicial). E que esse contato virtual se tornou uma máquina alimentadora dos nossos mais animalescos instintos, provocando mediante as imagens, sons, cores e palavras as mais variadas sensações emocionais para a satisfação dos nossos mais carnais e individuais desejos de ter ou ser. Não medindo as consequências de um super ego (‘eu’ pluralizado), que busca sempre aquelas ilusórias sensações que lhe possam dar a tão almejada satisfação momentânea, em uma falsa privacidade de no ato de estar solitário cometermos as maiores torpezas, em que julgamos erroneamente não impactar o nosso mundo externo. Vira que a internet, ao contrário do que fora a sua proposta de unir as pessoas, se tornou um luxurioso baile de máscaras, em que as redes sociais eram essas enfeitadas e coloridas máscaras.
    Assim, contudo, preferia estar no seu jardim. Na companhia das lembranças de sua bisa, a Bruxa da Arruda, D. Darluz. Que o lembrava que o mundo ainda era envolvido por uma aura de Novidade Mística, Alegria Mágica e Amor Divino. E que só poderia vivenciar o Sagrado da Vida observando, compactuando, comungando e se relacionando com o Mundo Natural em toda sua essência ecológica. O seu pequeno jardim era totalmente dedicado ao Sagrado e a memória de sua bisavó. Ali… dedicando-se a colocar as mãos e os joelhos na terra, se sentia uma Pessoa Superior em toda sua humildade, dividindo-se entre o observador e o observado, conhecendo a si mesmo na observação dos pequenos seres vegetais, minerais e animais. Se perdendo em um mundo desconhecido de encanto e nostalgia, que o elevava e fazia distante das miseráveis catastróficas vivências de traumas e barbaridades da bestialidade e ignorância humana.
    Ao regar suas plantas em pleno final de tarde, se via quando pequeno sentado no colo de sua bisa em uma balança pendurada a um tronco da árvore de Tipuana (Tipuana tipu (Benth.) Kuntze), em que juntos no crepúsculo vespertino se divertiam olhando as inúmeras nuvens no céu a tomar formas inusitadas de rostos, silhuetas, animais e objetos. E sua bisa, também, instigava a sua imaginação a ver essas formas nas plantas, flores, objetos e coisas. Dizendo que as mensagens dos seres naturais (Elementais) vêm a nós nas formas que a nossa consciência pode reconhecer, por eles falarem uma linguagem desconhecida aos nossos sentidos e dimensão.
    E, lembrou-se das manhãs ensolaradas ao correr pelo terreno da Chácara Celeste (que na verdade era um pedaço do céu na terra) logo ao acordar, indo de encontro a sua querida bisa nos campos abertos, vendo-a colher flores para o seu ritualístico culto matinal. E chegando ofegante até ela, gritava: “Bisaaaaa!”. E D. Darluz respondia com a mesma intensidade: “Meu Miúdo!”. E ela o carregando, abraçava forte e o cobria de beijos, até ele dizer basta. E, D. Darluz lhe dizia: “Olha meu Miúdo, não existe nada neste mundo que é mais adorável que uma flor, nem nada mais essencial que uma árvore e planta, sem elas não conheceríamos o belo, não poderíamos respirar e nem comer, nem nos curar. E, ocultamente a esses benefícios que elas nos trazem ao nosso corpo de carne e seus sentidos, tem ainda a sua função mística, que é a mais relevante, algo divino em que as pessoas comuns e materialistas não têm a capacidade de ver. Uma força mágica e espiritual, eterna e imutável.”
    A Bruxa da Arruda sempre o alertara a valorizar todas as coisas… de uma simples pedra a um pequeno objeto. Como um brinquedo, um utensílio ou algo do tipo. Dizia que tudo tem um propósito e que nada é obra do acaso. Alertara que todas as coisas por serem criações foram pensadas e intencionadas a se manifestarem. Tudo tinha um espírito, mesmo as coisas inanimadas. Pois, sempre afirmará: “O que tem corpo, tem espírito. Tudo é vivo! Toda criação é fragmento do seu Criador, contendo em si uma determinada energia que por mais pequena e singular que seja, é viva em si mesma, presa e magneticamente sustentada nesse corpo, é consciente especificamente para executar tal função, e depois de executada por si só se decompõe e desaparece”. E afirmava que a evolução desses corpos inanimados tinha a ver com a evolução humana, de acordo com seu grau evolutivo. Assim, o inorgânico Elemental podia se manifestar numa pedra, numa mesa, em um relógio de pulso, nos objetos que mais amamos e desejamos, e ainda mais nos brinquedos das crianças, por serem carregados de sentimentos. E que por isso, para seus Rituais da Magia Elemental necessitava dos objetos e minerais… das pedras… das cascas de árvores… dos restos de corpos dos seres vivos e seus derivados, onde se continha ainda preservada a energia Elemental necessária para tal e específica magia.
    Assim, Maria da Piedade…, moradora e proprietária da Chácara Celeste, que se localizava em algum lugar escondido na região nordeste do Brasil…, a Bruxa da Arruda: agricultora, queijeira, azeiteira, parteira, rezadeira, curandeira, e feiticeira portuguesa…, de origem dos antigos povos celtas das terras europeias mediterrâneas da Península Ibérica…, apelidada como D. Darluz…, afirmava que quando nos damos conta da existência do Poder Criativo em tudo que existe ao nosso redor e no nosso viver, quando descobrimos que tudo tem coração e inteligência, que tudo é intenção, e que a toda intenção foi aplicada uma específica atenção, e que a tudo que damos atenção doamos uma determinada fração de nossa energia vital, que se torna um fragmento de vida em si, independente por si próprio e evolutiva em si mesma… Tudo se torna Divino! Tudo se torna Sagrado! A ordem da Grande Espiral do Eterno e Permanente Contínuo.
  • A busca pelos obejtivos

    A persistência e a busca pelos objetivos.
    Todo individuo carrega consigo sonhos e projetos o que pode comprovar o poder do subconsciente que, por sua vez ocupa 90% do nosso cérebro, tudo pode ser armazenado em nosso subconsciente mas, nessa abordagem tenho como objetivo principal enfatizar os sonhos, que por meio de uma transformação que decorre ao longo do tempo se transformam em projetos e mais tardiamente em realizações.
    Ao longo dos anos o ser humano se mostrou capaz de evoluir tendo como consequência o acompanhamento de sua geração mas, devemos levar em consideração que não somos apenas sociedade somos indivíduos com projetos e objetivos distintos o que permite possuirmos o que chamamos de personalidade. A persistência é a chave pra transformar qualquer projeto em realização , uma vez disse Arquimedes " Dê-me uma alavanca e um ponto de apoio e moverei o mundo" com isso podemos concluir que tudo depende de um incentivo para continuar lutando e assim conquistar o impossível.
    Uma busca pelo que se quer requer maturidade,esforço,dedicação e principalmente saber abrir mão dos prazeres do cotidiano que podem te trazer conforto e alegria momentâneos mas, que podem trazer empecilhos ao trajeto, tudo depende do quanto se quer e por que se quer alcançar algo, a derrota é amarga e como seres pensantes devemos ter total consciência disso e ter a convicção que nem tudo sairá como o planejado e isso traz a impressão que tudo irá desabar mas o importante é manter o foco no objetivo, perder traz maturidade e traz a sabedoria para não falhar de novo, a partir desse ponto voltamos a retomar o argumento inicial, só utilizamos 90% de nossa capacidade mental, a mente é um vazio infinito, ou seja, não importa quanto conhecimento adquira ou o quanto tente entender não há limite, a fonte do conhecimento é uma fonte inesgotável e só depende de nós sermos os próximos prodígios do mundo intelectual, nomes com grande peso e autoridade nessa área como: Nícolas Tesla, Albert einstein, Voltaire todos alcançaram seus objetivos e tentaram mudar o mundo o que nos prova que tudo é impossível até alguém tornar possível.
    Com os argumentos acima podemos concluir que a mente é vasta e que deve ser explorada ao máximo para trazer realizações e melhorias não só para a vida como indivíduo mas também uma vida em sociedade, tendo como principio básico a determinação e o foco nos objetivos.
  • A cachoeira

    cruz machado cachoeira

    Um dia belo
    Na cachoeira a felicidade

    Um dia
    Do salto a queda

    Lá de cima vem o primeiro
    Lá de baixo olha o segundo

    E se o segundo sobe
    O primeiro lá embaixo está

    E se o segundo pula
    O de baixo vê

    Um dia belo
    Na cachoeira que mostra

    As quedas
    As subidas e decidas que a vida nos dá

    E em troca pede-nos:
    -Aproveite viva!

    31245885
    Esta aqui é a cachoeira no RN.
  • A CEIFA E A VIDIMA NO APOCALIPSE

    Olhei e eis uma nuvem branca, a aura de pura luz,

    E sobre a nuvem, o homem ou mulher perfeitos, semelhante  ao filho do homem com sua irradiação,

    Tendo na cabeça uma coroa de ouro ou aura de pura luz, e na mão uma foice afiada,

    A alegoria da foice afiada é a luz transmutadora e sua ação. 



    Outro anjo saiu do santuário, com a luz entre os olhos, falando em grande voz,

    E disse para aquele que se achava sentado sobre a nuvem, à aura de pura luz:

    Toma a tua foice ou luz transmutadora e ceifa, pois chegou a hora de ceifar,

    A seara da terra secou ou a arvore deu os frutos divinos e secou, é hora de transmutar o que não serve a luz. 



    E a terra foi ceifada ou transmutada tudo o que não serve a luz

    Então saiu do santuário o que se encontra no céu, na cabeça, o que tinha poder sobre o fogo criador,

    E falou em grande voz ao que tem a foice afiada ou o poder da irradiação da luz, dizendo:

    Lança a tua foice aguda ou os raios de luz para transmutar o que causa sofrimento e dor.



    O que significa transmutar o que causa sofrimento e dor?

    Significa transmutar em luz, o joio, a palha seca que contamina os quatro centros inferiores,

    Só assim se veste o traje nupcial e o espírito, o Cristo no coração desposa a alma, a consciência externa,

    Esta é a união com o íntimo, por meio da transmutação e se torna o amor divino nos mundos superiores.



    O que quer dizer o apocalipse: Vidima ou colhe os cachos maduros da videira da terra?

    Os cachos maduros da videira da terra, são aqueles que pela força de sua vontade, chegaram a iluminação

    Transmutaram as perturbações da carne e os demais centros de energia do corpo-templo despertaram

    Transmutou a tentação da carne em luz ou consciência divina, para o novo nascimento a ascensão.



    Então o anjo passou a sua foice ou luz transmutadora e vidimou a videira da terra

    Foram trasnmutadas as tentações do baixo ventre e subiu na coluna dorsal o fogo serpentino

    Vidimou a vinha da terra, os desejos da carne e lançou a uva, o alento divino que liga o espírito a matéria,

    Lançou-a no grande lagar da cólera de Deus, as paixões carnais se afligem no corpo de luz eterno e divino.

     

    Como explicar melhor a vinha da terra?

    A vinha da terra é o cordão das correntes do sistema nervoso do cérebro e espinha dorsal

    O sistema nervoso produz as reações e emoções e afeta também a aura de luz,

    Significa que as emoções afeta a aura e no corpo, a cor do sangue, ou cor da excitação carnal. 



    Como entender melhor que as paixões carnais se afligem no corpo de luz eterno e divino?

    O mundo de desejos carnais chamado de purgatório arde com o furor das paixões da carne e atormenta

    Como não tem mais o corpo carnal para satisfazer os desejos do baixo ventre

    O ardor continua, até ser cortado com a foice, ou transmutado pela luz e no purgatório se lamenta.



    E o lagar foi jogado fora da cidade, os desejos carnais sofrem o ardor depois da morte do corpo físico,

    E correu sangue do lagar até os freios dos cavalos, ou controle dos pensamentos,

    É preciso transmutar os pensamentos dos centros inferiores que estão contaminados pelos desejos carnais

    Numa extensão de mil e setecentos estádios, até aceitar o corpo luminoso, com os divinos sentimentos.  



    O fogo transmutador é a chama violeta da vida eterna de Deus EU SOU, ancorada no coração,

    Com a Chama da vida eterna que pulsa o seu coração, transmute os desejos inferiores e a mente carnal,

    Louve e agradeça ao Pai eterno por esta dádiva da vida divina em si mesmo

    E seja feliz, livre e irradiando a luz para cada pessoa, lugar, este é o caminho da luz, a vida espiritual.
  • A cela

    A cela não é má, mau é viver sem cela. Aprender a afinar, freiar, impor, amar, privar, faltar, abster, adoecer, perder, findar, tolerar. E a aceitação? Cela é dom de Deus!! Falta pedaço precisamos de humildade para amadurecer na cela. Aceitar a espécie falha é caridade para a alma desapegar da ganância de possuir a plenitude. Fugir da cela, é deslocar, sair do foco, descentralizar o ponto de Deus !! Quando somos evasivos, a cela comunica de que precisamos alinhar com o templo sagrado do coração para a profissão da santificação. Na solidão da penitenciária da alma, aprendi as leis, das asas da liberdade.
  • A COMPREENSÃO DA SAGRADA UNIDADE PELA DUALIDADE

                               “CONHECE-TE A TI MESMO”
     
    Compreenda que a dualidade tem sua origem na unidade
    A manifestação da MINHA luz invisível é a essência, a vida do SER, EU Deus  e a matéria age em oposição
    EU SOU Deus-Pai-Mãe, a luz, a vida, que desde o momento que penetra no alto da cabeça se torna dual,
    MINHA consciência da unidade manifesta o SER, o espírito, o Cristo eterno dentro do coração.  
    Pela dualidade formam-se: Céu e terra, a luz e a sombra, o espírito e a matéria, a atração e expansão,                 
    EU SOU a divindade una a luz universal, Deus-Pai-Mãe a dualidade no homem e mulher em manifestação,
    No momento em que EU reúno os veículos para manifestação da matéria, há o véu na consciência externa,
    Assim, EU SOU a manifestação da unidade, na dualidade no corpo carnal e o princípio em toda criação.
    O centro de energia inferior no corpo carnal é condutor da MINHA luz, para manifestação da matéria,
    Esse centro inferior com o mau uso do fogo sexual é condutor de um éter e conduz a morte do corpo carnal
    A energia da vida penetra e sai desse centro, que é o condutor das forças que mantêm a espécie humana,
    Com o domínio dos elementais do éter, abro a porta para a entrada do éden ligado ao verbo, a luz espiritual.
    No primeiro plano, reúno os átomos e elétrons para formação da matéria e a consciência carnal obscurece  
    Porém MINHA consciência divina manifesta-se no físico, onde o ser humano nasce no corpo carnal,
    O segundo plano é do desejo inferior, é o corpo dos instintos e paixões com sua atração e apossamento,
    O terceiro plano do desejo superior que se caracteriza pelo desejo da união espiritual.
    O quarto plano é da mente carnal, da memória que é para ser servidora dos demais planos superiores,
    O quinto plano é o da mente superior, das qualidades divinas, na Chama da vida eterna no coração,
    O sexto é o plano espiritual, com potencial para expandir e irradiar a luz,
    O sétimo é o plano da unidade espiritual COMIGO, onde tudo é um e um é tudo, Deus dentro do coração.
     
    A matéria é manifestada com MINHA luz que penetra no alto da cabeça e se torna dual
    Porém os dois polos que se expressam pelos corpos do homem e da mulher atuam nos planos diferentes
    Assim o objetivo principal é unir as polaridades da luz que se fizeram dual a partir do alto da cabeça
    Unir os polos no alto da cabeça é a essência da criação e divinização do homem e da mulher conscientes.
    Como unir os dois polos da luz no alto da cabeça que estão unidos na base da espinha dorsal?
    Una MINHA luz no alto da cabeça e produza o equilíbrio com o MEU alento da vida eterna, na meditação,
    Desta forma, você está respirando átomos e elétrons puros e movimenta a MINHA mais elevada força,
    Pratique a respiração da MINHA luz no alto da cabeça e sinta na Chama da vida eterna no coração.
    Conheça MINHAS leis divinas e eleve o fogo serpentino na base da espinha dorsal até o alto da cabeça
    Estas duas polaridades da luz foram emanadas da MINHA unidade e pela união deve a unidade retornar
    Esta é a energia criadora da Mãe divina que deve subir pela coluna vertebral
    MINHA foça vital mal utilizada conduz o corpo carnal à morte, use MINHA divina luz para irradiar.
    Em MINHA revelação a bíblia diz que na ressurreição o homem e a mulher não se dão em casamento
    A ressurreição é a manifestação do Cristo, o homem e a mulher eternos criados a imagem e semelhança,
    A essência da criação é a divinização, esta é a completa união eterna e não haverá masculino nem feminino
    Porque EU SOU Deus, o Cristo em tudo e em todo coração e assim manifesto a bem aventurança.  
     
    Desenvolva os centros de energia com o alento da vida eterna para atrair o ideal de irradiação da luz
    Seja a Chama, a luz nos pensamentos e sentimentos e leve a felicidade eterna para a humanidade,
    A união perfeita entre o homem e a mulher, deve abranger os sete centros de energias ou sete mundos,
    O objetivo da união sexual é unir a MINHA luz no alto da cabeça, esta é a manifestação da divindade.
  • A COMUNHÃO COM DEUS, O CRISTO ETERNO NO CORAÇÃO

    A COMUNHÃO COM DEUS, O CRISTO ETERNO NO CORAÇÃO 



    “CONHECE-TE A TI MESMO”



    Você que leu cuidadosamente tudo o que foi dito e entendeu que EU SOU seu verdadeiro e eterno SER

    Porém ainda não se sente seguro desta verdade, escute, com a alma, o que EU agora vou dizer:

    Aquieta-te e sabe: EU SOU DEUS

    Acalme sua mente carnal e medite sobre você mesmo, EU, Deus em seu coração e aprenda o que é viver.



    Se você é capaz de entender que você não é o corpo carnal e contemplar o que é eternamente

    Você vai observar que todas as fraquezas, egoísmo, orgulho e vaidade são do corpo carnal,

    Entenda que seu eterno EU, SOU EU, Deus, a luz, a vida, a eterna consciência em seu coração,

    Livre-se do pensamento da mente carnal e habite na MINHA eterna mente espiritual ou universal.



    Permitindo isto você pode contemplar tudo com a visão clara, uno COMIGO em consciência,

    Entenda que você vê com a eterna luz nos olhos, que são MEUS olhos, porque EU SOU a luz na visão,

    A consciência que conduz a toda realização, SOU EU, seu verdadeiro e eterno SER,

    E sua eterna mente espiritual ou universal é a MINHA eterna mente do Cristo eterno em seu coração.



    No momento em que você sente a aproximação de algo invisível ou de vibrações negativas                    

    Nada mais é do que seu EU, verdadeiro, sentindo com seu corpo espiritual para prevenir acontecimentos,

    O meio mais seguro para você conhecer seu eterno EU, que SOU EU, é o impulso para ajudar alguém,

    Porque o caminho da felicidade é para curar os males do corpo carnal e aliviar os sofrimentos.



    Este é o sentimento real da MINHA presença dentro do seu coração,

    É preciso transmutar o corpo e a mente carnal em luz, este é o propósito que EU criei, para manifestação,

    A MINHA eterna natureza, que é o amor, o Cristo, o único poder curador e iluminador no universo,

    EU guio você em todos os seus caminhos para manifestar no externo, a vida eterna, a perfeição.



    Ah! Filho MEU, se você empregar uma parte do tempo e da energia que é desperdiçada.

    Deixar sua busca por fora, na palha seca dos ensinamentos da mente carnal, intelecto e seu conhecimento, 

    Se com sincero esforço for dirigido para dentro, no reino do céu, em busca de MIM em seu coração,

    Prometo que você ME encontrará e serei uma fonte de sabedoria, poder e ajuda em todo pensamento.



    Sim, se verdadeiramente, você ME buscar fazendo de MIM, o primeiro em sua vida,

    Sem jamais descansar, até que ME encontre, não passará muito tempo para você se tornar consciente,

    De MINHA presença, e voz suave, que está falando constantemente dentro de si mesmo,

    Dirigindo-se a MIM, entenderá que você é a sagrada Chama do coração e MINHA eterna mente.



    Você não cresce segundo a carne, porque ela luta contra o espírito, o Cristo, o que você é eternamente,

    EU SOU a árvore da vida em seu coração, e MINHA vida quer se manifestar em contínuo crescimento,

    Sinta a MINHA presença em seu coração, aprenda a comungar COMIGO e comece a entender:

    Que é necessário transmutar a mente carnal em luz e viva na MINHA eterna  mente, o divino pensamento.



    Levante-se para a união COMIGO, porque EU SOU a vida, a consciência e inteligência única no universo,

    Não estamos separados, não há esta possibilidade porque EU SOU você mesmo, sua vida em manifestação,

    Fale na consciência de MEU poder em você e na consciência do que você deseja e fale em MEU nome

    Desperte! Levante-se e afirme sua sabedoria e sinta o amor do MEU hálito da vida na Chama do coração.



    Imagine isso, pense nisso, sabe isso! E com a força da luz que você é, fale a palavra, o verbo criador,

    Transforme a luz que você é, em divina e potente força, porque você não é um corpo carnal comum,

    Você sabe agora que EU, Deus, o Cristo, SOU seu verdadeiro e eterno SER pulsando em seu coração,

    Entenda finalmente que em verdade e em eternidade você e EU, SOMOS UM.
  • A cópula dos mortos

    Morto, caminhando entre mortos.
    Uma carne viva, uma vida morta.
    Vivo em um corpo vivo
    sempre ansiando por coisas,
    coisas que já nascem mortas,
    abortos embalados pela canção
    da cegueira infinita bailando
    sobre os corpos dos prazeres
    em cópula com todas as dores
    enquanto abrem o meu peito e lambem
    sugando o sangue do meu coração,
    do meu trêmulo coração sem vontade.
    A cada desejo, a mentira da vida...
    Tão suculento, coxas úmidas,
    lábios e línguas…
    Fantasmas com máscaras de Vênus
    e os louros de Apolo, sendo tudo
    mas nunca sem polos.
    Sou corrompido pelas alturas,
    violentado pelos de baixo.
    Se olho pra cima e grito:
    Salve-me!
    O decote do mundo desvia o meu olhar.
    Quando dou por mim estou no quarto escuro
    entre os lábios de Babilônia embriagado por seu perfume,
    fazendo juras de amor, achando que eu a penetro,
    quando sou penetrado de todas as formas e grito: Mais!
    Ela se aproxima da minha face,
    seu hálito doce, seus cabelos serpenteantes,
    e nos seus olhos frios, sem vida como um espelho,
    vejo refletido a mim mesmo
    e com horror percebo que não existo,
    sou apenas ela que olha para o vazio
    dançando sobre os cadáveres da vida,
    sem vida, sonhando tudo.
  • A culpa é minha

    Eu sei, a culpa é inteiramente minha, eu que me iludi sozinha, criei expectativas onde não deveria, eu que gostei demais, eu que coloquei muita intensidade, eu que deixei minha felicidade depender de uma só pessoa, a culpa e minha sim, e estou arcando com as consequências disso.

  • A culpa não é sua

    Um tsunami cobre a cidade 
    Água salgada em nossas gargantas 
    Mar, você é o vilão,
    Destruidor de vidas

    Acusado falsamente, 
    No tribunal da injustiça 
    Você não é o culpado,
    Mar, você não é o vilão 

    A água que cobre a cidade, 
    Lágrimas dos meus olhos 
    Mar, eu sou a vilã,
    Eu sou a culpada.
  • A DESCRIÇÃO DA GRANDE MERETRIZ NO APOCALIPSE

    Veio um dos sete anjos que tinham as sete taças do fogo sagrado e falou comigo, dizendo:

    Vem aqui e te mostrarei a condenação da grande meretriz, assentada nas águas, a natureza emocional,

    Sobre o mundo dos desejos e do mundo psíquico, com pensamentos carnais,

    Com quem se prostituíram os reis da terra que são os cinco sentidos, ignorando a luz, a vida espiritual.



    Os moradores da terra foram enganados pelos cinco sentidos, com instintos das sensações carnais,

    Embriagam-se com o vinho de sua fornicação e esquecem a eterna Lei divina de Deus e sua aplicação

    Renegam a lei da atração e expansão da luz, pensam, sentem, falam e agem iludidos pelos cinco sentidos,

    Agora conhecem o espírito, Deus, a Chama sagrada da vida eterna, o Cristo dentro do coração.



    O espírito me levou ao deserto, ao lugar sem desejos carnais, no mundo do espírito e na luz pude ver,

    Uma mulher, a natureza carnal inferior sentada numa besta vermelha, a natureza da carne e sua emoção

    A natureza das emoções carnais está cheia de blasfêmia, vícios e instintos de maldade e baixeza,

    É o dragão, os desejos inferiores, que tinha sete cabeças e dez chifres ou vícios psíquicos da dominação.



    E a mulher estava de púrpura, a natureza inferior vestida com as cores, para satisfazer as paixões carnais,

    Adornada de ouro, de pedras preciosas, de púrpuras, e um cálice de ouro transbordante de abominação,

    E com sua prostituição, na fronte exterior achava-se escrito um nome, mistério,

    A Babilônia, a mãe das meretrizes da terra, os pensamentos e ideias carnais materializadas e sua paixão.  



    Então vi a mulher embriagada com sangue dos santos, a natureza carnal inferior nega a divina revelação,

    Ignora que o sangue das testemunhas, a unidade da Mãe com o Pai, manifestou o Cristo no corpo de Jesus

    Porque o corpo, composto de células, átomos e elétrons, órgãos e tecidos é o templo do Criador,

    A natureza superior é a virgem do céu vestida de sol que concebe o menino, o Cristo e sua eterna luz.



    Quando vi a mulher embriagada com pensamentos e ideias carnais, o anjo me disse: por que te admiraste?

    Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que viste, era e não é, do abismo caminha para a destruição,

    A mulher embriagada, a natureza inferior é a besta, a mente carnal, desvirtua os ensinamentos divinos,

    Não aceita os ensinamentos, esforços e práticas com iluminação do espirito, o Cristo dentro do coração.



    A besta que era, é a mente inferior que não é eterna é a mente carnal que não tem existência própria,

    O canto da sereia é a aparição ilusória ou as ilusões dessa mente e ambas caminham para a desintegração

    E os dez chifres que viste são os dez reis que atuam no mundo carnal que ainda não receberam o reino

    Dão autoridade a besta e ao inimigo oculto e luta contra a ciência espiritual do Cristo, a divina libertação.



    Como entender sobre a  mulher montada numa besta escarlate com sete cabeças e dez chifres?

    As sete cabeças são sete montes, os desejos dos sete centros de energia, selados sem irradiação,

    A mulher ou a besta, a natureza carnal inferior, engana a todos e está sobre os sete centros de energia,

    Desde a fundação do mundo, ou formação do corpo carnal, ignora a vida, a luz, Deus dentro do coração.



    Aqui está o sentido, a sabedoria: as sete cabeças, os sete montes são os desejos dos sete centros de energia

    Nessa fase, sem irradiação desenvolvida é negativa, onde está a mulher, a besta, ou natureza carnal,

    E são sete reis, os sete sentidos dos quais cinco caíram, são os cinco sentidos manifestados no corpo físico

    O sexto sentido  manifestado é a divina intuição e o outro ainda não veio, é a consciência divina celestial.



    Os dez chifres que viste, são dez reis que não receberam reino e quando receberem aborrecerá a meretriz,

    Os dez reis são dual, atuam sobre a carne, são forças de vida e tomarão o poder na espinha dorsal,

    Lutarão contra o cordeiro, o Cristo no coração, mas o cordeiro vencerá porque é luz, a vida na carne,

    O Cristo em tudo e em todo coração transmutará toda carne em luz, a vida eterna e espiritual.
  • A DIVINA COMPREENSÃO DO CRISTO ETERNO NO CORAÇÃO

    “CONHECE-TE A TI MESMO”



    Examinemos agora, o que EU tenho falado e que você ainda não pode me reconhecer como sua vida,

    Talvez você pense que a condição externa que ocupa não é melhor para MINHA ideia e manifestação

    Se assim for, porque não abandonar tal posição e adotar a sua escolha? Você pode ou não fazer isso?

    Veja como tal posição é necessária para despertar certas qualidades para MINHA perfeita expressão.



    EU, seu próprio SER, Deus em seu coração, estou permitindo para que você reconheça o MEU propósito,

    Quando você reconhecer o MEU propósito e significação e se determinar a fazer que seja sua realização

    Então EU lhe darei a força para sair da posição em que você se acha e entrar em outra mais elevada

    Porque seu desejo é uma ordem e EU, seu eterno SER, desperto a realização na Chama imortal no coração. 



    Você pode pensar que seu esposo ou a esposa está longe de ser capaz de ajudar no seu despertar espiritual

    Pensa que é um obstáculo e pensa em abandonar ou substituir por outro ou por outra secretamente

    Pensa em viver com alguém que simpatize, ou seja, mais afim com suas ideias e mais perto do seu ideal,

    Você precisa transmutar em luz esta ideia, porque a mente carnal na ânsia egoísta pensa inconscientemente.



    Com esta ideia você busca atrair alguém que somente forçará a uma busca mais longa e mais difícil

    Conheça as ilusões da mente carnal, pois ela usa a luz, a MINHA voz que fala no seu coração,

    Porque um cônjuge solidário só vai alimentar em si mesmo, o orgulho e desejo egoísta de poder espiritual,

    Esta é uma forma que a mente carnal usa MINHA luz para desenvolver sua outra face da vaidade e ilusão.

            

    Então se liberte de qualquer condição e confusão causada pela mente carnal,

    A alma ou a consciência externa, precisa saber quem é o verdadeiro companheiro ou companheira,

    É um anjo do céu, tal como você também é, uma de MINHAS qualidades do MEU SER divino,

    Pois ele ou ela veio até você, a fim de lhe ensinar MEU amor e MINHA manifestação eterna e verdadeira.   



    Esta alma, ou anjo do céu, esta outra parte do MEU e do seu eterno SER divino,

    Veio a você, e mesmo inconsciente, está se empenhando para expressar MEU amor e divina manifestação,

    Porque o ideal existe no seu interior, em seu divino EU, seu Ser superior e divino,

    Por isso é preciso que você desenvolva um equilíbrio na mente carnal e a paz na Chama do coração.



    A bondosa atenção com o outro e a paz do coração e o firme domínio sobre si mesmo é o único meio

    Para que se abram as portas, a fim de que ela possa manifestar a liberdade do seu próprio e glorioso SER,

    Ela é para você, o seu próprio e verdadeiro SER, pratique e veja essa alma, em toda a sua divina beleza,

    Assim será possível sair da prisão terrena e será possível encontrar MINHA luz nela, é seu eterno dever.



    Esta é MINHA ideia, seu perfeito SER esforçando-se, para se manifestar na sua personalidade humana,

    E quem faz ver as aparentes imperfeições no outro é a mente carnal, que busca fora o divino amor,

    Fora não existe amor porque a mente carnal busca somente satisfazer os desejos inferiores da carne 

    Para fazer o outro feliz, somente através da luz no seu coração, porque nele EU SOU o SENHOR.



    O tempo virá quando você cessará a busca de amor, simpatia e ajuda espiritual fora e se voltará para MIM,

    Sim, você se voltará para MIM, então EU falarei de maneira mais clara, e do seu coração diretamente,

       Porque EU sempre guardo MEUS segredos mais sagrados para aqueles que se volta a MIM com fé

       Entenda que lhe dei o esposo ou esposa certa e saiba que EU SOU Deus em tudo e em todos eternamente.  

     

    Dentro de si mesmo aceite a sensação de minha presença, o espírito, a luz, o Cristo em seu coração,

    Porque expresso MINHA ideia para a manifestação externa, através de sua natureza carnal, no seu interior,

    EU SOU a luz e o amor, as qualidades de perfeição manifestadas, em tudo e em todos,

    Quando nada interessar a não ser a união Comigo, então revelarei a você, a êxtase celestial do MEU amor.
  • A DIVINA E ETERNA LUZ MANIFESTA A VIDA NO CORPO CARNAL

                               “CONHECE-TE A TI MESMO”
     
    Em MINHA revelação a Bíblia diz que fiz o homem e a mulher a MINHA imagem e semelhança
    No princípio, EU Deus emanei de MIM o eterno SER, o Cristo no coração o que você é eternamente,
    Quando você percebeu a existência pensou: EU SOU EU VIVO e vivia nesta inocência e consciência
    Pelo afastamento de MIM, você se entregou à satisfação dos desejos do corpo carnal e sua mente.
    Quando você, a luz, o Cristo eterno, a Chama imortal desceu da unidade COMIGO para a vida na carne,
    Tornou-se alma, separada de MIM o Cristo eterno e se esqueceu da luz, a vida e pensa que é corpo carnal,
    Entenda agora o que está escrito: assim é necessário que o filho do homem seja levantado
    Significa que o filho do homem é MEU filho, sim, o Cristo que SOU EU mesmo na carne, a luz celestial.
    Como entender melhor que o filho homem é alma separada da fonte da vida e o Cristo no corpo carnal?
    Está escrito que o primeiro adão era alma vivente e o segundo é o Cristo vivificante
    O primeiro adão é alma que pensa que é corpo carnal e o segundo adão é o Cristo manifestado na carne 
    Então você o Cristo eterno segue o caminho novamente para a união COMIGO a luz triunfante.
    Lembre-se das palavras: antes do mundo existir EU SOU,
    Porque você SOU EU mesmo e antes de descer como alma no corpo carnal já existia
    Eu Deus SOU o princípio oculto de toda criação, o alento da vida eterna em tudo e em todos,
    Você SOU EU mesmo, Deus, o Cristo eterno, a unidade que desceu do raio da luz universal que irradia.
    Então ouço perguntar: Como MINHA eterna luz se faz onipotente e se torna onisciente?
    Da MINHA luz manifesta-se o alento da vida eterna que é MINHA força invisível em toda criação
    A luz universal é a unidade nas forças vitais que se manifesta na MINHA atividade criadora.
    Porque EU SOU o Criador do universo e toda aparente queda é para fazer a MINHA vontade e perfeição.
    Por involução você desceu ou saiu do paraíso e se tornou alma vivente no corpo carnal
    Por evolução você agora ascende novamente a MIM, a única consciência e inteligência em toda criação,
    Entenda agora que a verdadeira respiração da vida é o MEU alento do eterno EU, Deus em si mesmo,
    Respire o eterno alento que é MEU alento, Deus-Pai-Mãe no alto da cabeça e sinta na Chama do coração.
    A evolução ocorre no caminho da unidade COMIGO, assim o MEU poder manifesta a criação,
    Quando você manifesta a criação nos céus internos e externos por meio dos átomos criadores
    Você manifesta a criação com os pensamentos e sentimentos divinos e executa MEU poder,
    É a fonte de luz para a família humana, para a terra é receptor da MINHA luz e vive nos mundos superiores.
    Então você é a manifestação do MEU eterno SER, Deus, o espírito, o Cristo eterno que você é eternamente,
    Está no estágio de manifestar a essência do SER que SOU EU, Deus, a sabedoria, consciência e inteligência,
    Escute, você é MEU filho, a Chama imortal no coração, que SOU EU mesmo em manifestação terrena, 
    Este é o momento de aceitar sua origem divina e manifestar MEU reino, saindo do mundo da aparência.
    Esta é a eterna cura com MINHA luz universal porque EU SOU a manifestação da vida eterna
    Este é o encontro da pedra filosofal, que transmuta todos os desejos inferiores em ouro espiritual,
    Com a força da MINHA eterna luz e divina sabedoria você reina e domina os mundos inferiores
    Entenda o segredo da ressurreição dos mortos é a Chama da imortalidade que é MINHA luz universal.
    Chegou o momento do perfeito entendimento da eterna beleza que emano de MIM eternamente
    Porque EU SOU o Criador com MINHA eterna luz e nas formas, manifesto a vida em toda criação,
    EU SOU a manifestação da eterna verdade e o eterno alento, assim, EU SOU a vida no corpo carnal,
    Na unidade COMIGO, você ME vê face a face, manifestando a força criadora do Cristo eterno no coração.
  • A ETERNA VERDADE DE DEUS EM SEU CORAÇÃO

     “CONHECE-TE A TI MESMO”



    No Jardim do Éden, onde você habitava antes de entrar em sua missão terrena,

    Crescia a árvore cujo fruto é chamado o conhecimento do bem e do mal

    Quando você habitava no Jardim, era consciente do seu divino SER, a Chama da vida eterna no coração,

    Porém ao sair, você caiu num sono profundo e surgiu o pensamento de que você é corpo carnal.



    Você cedeu ao desejo, o agente terreno de MINHA vontade, para comer do fruto, e se separou de MIM,

    No mesmo momento em que você comeu do fruto, desceu e caiu ou saiu do éden do estado celestial,

    Tal como o pintinho sai da casca do ovo e a rosa surge do botão, você se achou em condições estranhas,

    Luta por sobrevivência nos reinos inferiores e não é servido do fruto, como na vida eterna e espiritual.



    Sim, em vez de ter domínio sobre os reinos inferiores que devem prover todas as suas necessidades,

    Você lavra a terra para dar o fruto, luta por sobrevivência e assim com o suor do seu rosto ganha o pão,

    Nesta missão você entra em todos os estados da vida terrena, para desenvolver uma mente e corpo fortes,

    Capazes de manifestar para fora, MINHA ideia na terra, a verdadeira causa de sua entrada nessa condição.



    Você se rendeu por completo as seduções desse mundo de sonho e é guiado pelo desejo da carne

    Age com um véu na consciência externa e com a mente carnal e intelecto ignora a verdade e cega a visão

    E toda a humanidade direciona a crença para um falso colorido com o entendimento da mente carnal

    Pratique a Contemplação da imagem de Deus-Pai-Mãe no alto da cabeça e na Chama da vida no coração.

     

    A névoa, a sombra da mente carnal surgiu porque a luz da verdade se tornou invisível e tudo é distorcido,                          

    Tudo no externo parece real, e o intelecto que surgiu do desejo carnal é controlado por ele totalmente,

    O intelecto não é uma faculdade da alma, porque estar sob o domínio dos desejos da carne,

    Fale comigo porque EU SOU Deus-Pai-Mãe na Chama do coração manifestando MINHA ideia eternamente. 



    Permita a MIM, Deus, o Cristo no seu coração, dar perfeita manifestação de MINHA ideia na terra,

    Com a falsa visão, inspirada pelo desejo da carne, você perdeu a confiança em MIM e causa sofrimento,

    Você perdeu a memória do seu estado divino e centralizou sua consciência externa nessa condição terrena,                         

    A condição de Bem ou mal é você satisfazer os desejos da carne e no externo este é o seu conhecimento.



    Reconhecendo que você é o espírito, a vida, a luz, o Cristo no coração, criado a imagem e semelhança,

    Você desperta e extrai a essência do fruto, a consciência divina do seu  verdadeiro e eterno SER,

    Descobre agora que amar é fazer a MINHA vontade divina de expandir e irradiar a luz eternamente

    Esta é a árvore do conhecimento do bem, desfrutar dos efeitos felizes, irradiar a luz, doar a vida e receber.



    Você é o instrumento para uso e expressão externa de Minha ideia na carne, para manifestar a perfeição,

    Sabe que espiritualizar o corpo e mente carnal é transmutar tudo em luz e força, com a eterna consciência,

    Você agora conhece que o bem e o mal é somente aspecto externo da verdade eterna, Deus em seu coração,

    Pois o que você busca é conhecer, SER, expressar ou manifestar no externo, a divina inteligência.



    Todo este tempo, você o onisciente, o divino EU, o Cristo no coração está fazendo tudo isto consciente,

    O seu eterno EU, SOU EU mesmo e faço tudo isto porque no seu coração, EU SOU a luz eternamente,

    Sim, EU faço tudo isto por seu intermédio, porque você SOU EU, MEU SER, a Chama imortal em ação,

    EU SOU você mesmo manifestado, como o raio do sol é o sol e como a árvore está na semente.



    Aproxima-se o tempo quando tudo no externo, nada mais vai fazer você se distrair de MIM em seu coração,

    MINHA eterna verdade está sendo revelada dentro de você mesmo em toda a glória de sua perfeição

    Lembre-se de MIM, a vida eterna e MINHA natureza divina é para ME manifestar através de si mesmo,

    Isto EU revelo para que você se converta em pão da vida e viva no estado celestial de manifestação.
  • A Extinção dos Gatos

    Três gatos morreram e fizeram a tristeza de uma família se juntar à tristeza de milhões de pessoas no mundo que passavam pelo mesmo. Os gatos estavam morrendo por uma doença misteriosa, transmitida pelo ar e que aparentemente os matava sem muita dor, os deixando tontos e cambaleantes por alguns poucos minutos, terminando com um súbito e fatal desmaio. Mas a família ainda sentia muita dor mesmo após semanas em que os três se foram.
    Obviamente os cientistas estavam interessados em achar alguma cura ou vacina já que isso também significava milhões em lucros, mas muitos não demonstravam muito otimismo com a velocidade que a doença se espalhava e o tempo necessário para as pesquisas. Enquanto isso, há cada vez mais relatos de coisas sobrenaturais acontecendo. Aqueles mais ligados ao mundo sobrenatural afirmam que os gatos são guardiões do submundo e por isso esses eventos estão acontecendo. Já os mais céticos falam que tudo isso não passa de um monte de desocupados que espalham desinformação para sustentar uma teoria da conspiração.
    Nicolas, que acabou de perder os seus três gatos, era um dos céticos, enquanto os seus pais eram crentes no sobrenatural. Eles moravam há mais de duas gerações em uma fazenda a uns dez quilômetros de estrada de chão da cidade mais próxima. Quando criança, Nicolas brincava nas árvores que seus avós plantaram em suas infâncias e desde cedo aprendeu os trabalhos na roça, além do respeito aos animais. Cada bicho tinha uma função, seja prática ou espiritual, e por isso tinham que ter a constante presença de todos eles. Por mais difícil que fosse, os gatos tinham que ser substituídos assim que partiram deste plano, então os pais de Nicolas fizeram uma viagem até a cidade para adotar uns gatos de sua tia, castrá-los e comprar alguns suprimentos pra casa. Pela primeira vez, Nicolas ficaria alguns dias totalmente sozinho e seria o responsável por manter toda a plantação e animais vivos. Mas é claro que, depois de acompanhar o seu pai todos os dias por mais de 8 anos, não seria uma tarefa muito difícil. A rotina já estava bem definida há anos e só mudava quando um novo equipamento chegava, então sabia que tinha que acordar bem cedo e ficar alternando entre cuidar dos animais e da plantação. Era algo bem cansativo e até chato em alguns pontos, mas necessário se quisesse sobreviver.
    O lado bom é que quando chegava a noite estava tão cansado que só queria esquentar a janta, que não passava das sobras do almoço, e deitar. O cansaço era tanto que sempre se recusava a acender a luz da cozinha para lavar o seu prato, usando a pouca claridade da sala em suas costas como guia. Assim que levantou a cabeça para abrir a torneira, viu uma sombra humana se formar na parede e se aproximar de suas costas até que não houvesse mais luz e a parede estivesse completamente preta. A sua respiração parou momentaneamente, a barriga se contraiu e os olhos vidrados se esforçaram ao máximo para piscar. Assim que piscou, tudo estava como antes e a luz da sala continuava a iluminar fracamente a cozinha. Nesse instante, soltou de uma vez só todo ar que tinha segurado e respirou fundo algumas dezenas de vezes para se acalmar enquanto a água escorria na sua frente. O seu lado racional tentava convencer o emocional de que tudo não passava da obra do cansaço, afinal não estava acostumado a fazer todo o trabalho sozinho. E, mesmo que não fosse cansaço, não tinha outra alternativa a não ser tentar descansar já que o próximo dia estava perto de começar.
    Como sabia que não ia conseguir simplesmente tirar isso da cabeça e dormir, decidiu deitar no sofá, colocar os fones de ouvido e esperar o sono o pegar desprevenido. É estranho como não se percebe a transição entre estar acordado e dormindo. Sem nem lembrar em qual parte da música dormiu ou até mesmo qual era a música, Nicolas foi para o mundo dos sonhos e se distanciou completamente de sua realidade. Pelo menos até abrir os olhos e perceber que não conseguia mexer nem sequer um dedo. O medo que sentia era perceptível em sua breve respiração e que foi ficando mais curta ao perceber pela sua visão periférica que uma sombra vinha se aproximando. Quando ficou de frente pra ele, percebeu pelo corpo que era um homem alto, mas bem franzino e com uma aparência de que tinha sofrido muito. O corpo todo do homem parecia envolto de uma sombra a não ser pelo chapéu que uma vez já tinha sido bege, mas agora estava preto de tão sujo. Aquele homem sombra ficou encarando Nicolas por alguns segundos, parecendo saborear o medo que ele sentia e que transparecia pelo seu suor, lágrimas e respiração. Nicolas tentava falar, gritar e implorar, mas não conseguia abrir seus lábios. Enquanto batalhava contra o seu corpo, o homem sombra avançou pra cima dele e começou a sufocá-lo com uma força incompatível com o corpo que apresentava. A respiração curta de Nicolas tinha ficado inexistente. No desespero da busca pelo ar, piscou o olho, caiu no chão e começou a tossir. Por alguns minutos ficou olhando de relance para todos os lados tentando achar o homem sombra enquanto revezava entre respirar e tossir. O medo ainda estava em seus olhos e só queria fugir, mas os seus pais haviam levado o único carro que tinha na propriedade. Então, ignorando o cansaço, decidiu andar até a propriedade vizinha a uns três quilômetros e pedir o carro deles emprestado.
    Ele queria e tentava se convencer de que tudo tinha uma explicação. Já tinha tido uma vez paralisia do sono e talvez fosse só isso, embora ela não explicasse a marca vermelha de dedos em seu pescoço. Mas mesmo que de algum modo conseguisse uma explicação racional para tudo isso, não iria adiantar. O medo que sentia era muito grande e, por mais que quisesse, não poderia ignorar isso. Então pegou uma lanterna, a identidade e um pouco de dinheiro, trancou a porta e fugiu em plena escuridão.
    A lanterna ia da direita para esquerda e da esquerda para a direita em uma meia lua interminável, indo ocasionalmente para trás para ver se não havia nada lá. A vista das estrelas já começava a acalmá-lo nesse longo caminho, o que era bom. Já havia pensado na desculpa que usaria com os seus vizinhos: uma pessoa invadiu a casa e o agrediu, mas conseguiu fazer com que ele sumisse. Como tinha medo que ele voltasse sozinho ou acompanhado, queria passar a noite na cidade. Não era a verdade, mas também não era uma mentira. Com tudo isso planejado, podia continuar admirando as estrelas e afastando a imagem do homem sombra de seus pensamentos.
    Tinha acabado de direcionar a lanterna para trás, visto que não tinha nada lá e voltado a mirá-la para a frente quando sentiu um enorme impacto em sua perna esquerda que o fez cair e soltar diversos xingamentos. A dor parecia sair de seu joelho e ir ardendo até a sua mente. Quando olhou para o chão, viu uma pedra do tamanho de um melão banhada em sangue. Tentou se levantar, mas a dor não permitia que o seu joelho sustentasse o seu corpo.
    Devia faltar mais uns quinhentos metros até a casa vizinha, então, como não tinha outra escolha, decidiu começar a se arrastar. Logo depois dos primeiros centímetros percorridos, sentiu uma forte puxada em sua perna machucada que levou a uma nova irradiação de dor. Embora tentasse, não conseguia gritar e, por mais que se esforçasse, só soltava uns grunhidos baixos. Quando começava a se acostumar com a dor, olhou para a frente e viu o chapéu na sombra de um homem. Não conseguiu encarar por muito tempo, pois, cada vez que a dor ficava um pouco mais tolerável, ele puxava com força para dar um tranco na perna e irradiar mais dor para o corpo. Sabia que estava sendo levado de volta para a sua casa. Tentava piscar e se debater para escapar, mas o homem sombra era muito forte.
    A família de Nicolas chegou dois dias depois dessa noite com seis filhotes de gatos, bastante comida e fertilizante. A mancha de sangue na estrada já se confundia com o vermelho do barro e nem foi percebido pelos seus pais. E mesmo que percebessem, provavelmente acreditariam que algum animal tinha caçado e arrastado a carcaça de sua presa. Não estariam certos, mas também não estariam errados. Chegando em sua casa, viram o corpo de Nicolas empalado com o suporte de uma antena e deixado com os braços abertos como se fosse um espantalho bem na escada que dava acesso a porta principal da casa.
    A polícia investigou o caso que teve uma repercussão nacional, mas nunca chegaram a algum suspeito. Segundo os legistas, Nicolas foi empalado vivo, morrendo lentamente de hemorragia enquanto a antena ia atravessando os seus órgãos até chegar ao seu estômago, o fazendo engasgar lentamente com o seu próprio sangue. Mesmo demorando horas para morrer, pela distância entre as propriedades ninguém deve ter conseguido ouvir os seus gritos de dor. Já os seus pais nunca souberam o que o atormentou já que se mudaram antes dos seus novos gatos morrerem pela doença.
  • A grandeza do amor de Deus

    Quer ter ideia do quão grande é o amor de Deus por você? Tente contar quantos quilômetros existem no mundo e multiplique pelos grãos de areia da praia e some com as estrelas do céu. Conseguiu? Não dá, pois assim é o amor de Deus, mas isso é apenas uma comparação, pois o amor de Deus por você é muito maior...É infinito, incalculável, imensurável e incondicional!
  • A História e a polissemia do “moderno”

    A História é uma ciência que se serve de variados conceitos para reconstruir fatos e eventos ou analisar estruturas e instituições. O conceito de “moderno” é um deles. Esse tipo de palavra polissêmica é portador de variadas definições, sem contar as palavras derivadas.
              O que é moderno para o aluno não é o mesmo para o professor. O uso cotidiano do termo está atrelado ao novo (KARNAL, 2004). Nesse sentido, toda novidade é moderna. A moda e a arquitetura o usam à exaustão.
              Quando o docente trata do “moderno” é como uma categoria de análise historiográfica. Como exemplo, podemos citar “Estado moderno” ou o “homem moderno”. Esse estágio é algo posterior ao passado, o que foi separado.
              A Era Moderna é tratada em sala de aula como um período transitório da história, numa linha diacrônica e homogênea. Como fazer o aluno entender que o moderno pode ser encontrado no passado? Cada época constrói a sua definição de “moderno”.
              O moderno na Grécia Antiga era a filosofia, ou seja, interpretar o mundo através da razão (VEYNE,1984). Longe de ser anacronismo, esse fato nos revela que o “moderno” é também choque de gerações.
              Em se tratando das palavras correlatas como modernidade, pós-modernidade e modernismo, a carga de signos é ainda maior. Todas essas palavras nascem na Europa Moderna, são novas concepções da realidade (MENDONÇA, 1994). Esses conceitos em geral nascem da filosofia e das Ciências Humanas.
              A modernidade é como que um efeito do “moderno”, é um paradigma, uma espécie de modelo. Para filósofos do Iluminismo como Immanuel Kant, aquela época preenchia as mentalidades com um novo olhar para o real. O criticismo kantiano, somado ao hegelianismo, provocará profundas mudanças na ciência e na política através da laicização do Estado.
              A pós-modernidade de filósofos como Michel Foucault, vão mobilizar a realidade para o nível do discurso. A verdade e a realidade perdem em objetividade e se tornam uma espécie de consenso epistemológico de uma época.
              O modernismo, o vanguardismo artístico importado da Europa, tão bem apropriado aqui no Brasil, é uma nova concepção estética. A crítica ao academicismo e a burguesia industrial são o mote dessas correntes artísticas.
              Trabalhar com esses conceitos em sala de aula podem parecer complexos ou repetitivos. Porém, o uso de recursos pedagógicos como as artes e a inclusão de novos conteúdos podem agregar à didática (op. cit., 2004, p. 131 et seq.). Revisitar os clássicos e estar atualizado com a nova produção historiográfica pode mobilizar a criatividade do professor.

    REFERÊNCIAS
    KARNAL, Leandro. A História Moderna e a sala de aula. In: _____ (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2004. p. 127-142.
    VEYNE, Paul. Acreditavam os gregos em seus mitos? Ensaio sobre a imaginação constituinte. São Paulo: Brasiliense, 1984.
    MENDONÇA, Nadir Domingues de. O uso dos conceitos (uma questão de interdisciplinaridade). Petrópolis: Vozes, 1994. p. 118-147.
  • A IMOBILIDADE DA LUZ

    Agora do mesmo jeito que os fiz, desfazer-los-ei. Morrem uns para existir outros. Às vezes, o tédio ou falta de perspectiva me faz deletar em massa. Assim eu era. Sei que podia parecer algo cruel deletar a existência de “alguém”, (espero que entenda) não fazia isso por que queria ou por que gostava, simplesmente porque era preciso. 
    A vida foi, a princípio, uma ideia que me surgiu em um momento de tédio; Eu não esperava tanto; simplesmente me surpreendi! Quando tive a primeira ideia da criação, estava passando por um momento conflituoso, tinha me entediado com tantos projetos monótonos e acabei destruindo o meu último projeto que era uma esfera consideravelmente grande de energia branca, e foi aí que tive a ideia de algo mais interessante: resolvi criar uma galáxia invés de constelações e centros sugantes. Mesmo assim, vi que aquilo não passava de uma ampliação dos meus projetos anteriores. Então, fui a pasárgada refletir; estava muito exausto e nenhuma ideia boa ainda me exsurgia. Após algumas consideráveis eternidades, vislumbrei algo que seguia um fluxo próprio e fugia da monotonia; algo que era regido por uma regra geral. Era a gênese da vida. Assim sendo, foi nesse momento que me debrucei em um projeto magnificente: A Criação. Remodelei os destroços da esfera de outrora, criei a natureza e os animais. Com o pulsar das gerações e o dardejar dos milênios, sucumbi ao ver o grande equívoco da criação: foi a pior monotonia que já vivera; antes pelo menos eu podia ter eternidades para outras coisas, entretanto, daí em diante, tive que tutelar esse projeto. Nesse momento, tive muito trabalho, deletando e renovando existências que no fundo seguem uma lógica continua de perpetuação. Isso tudo me dava calafrios em gastar algumas das minhas eternidades nesse fastidioso trabalho. Sei que para infinitas eternidades que tenho, algumas não iriam me fazer diferença. Entretanto, isso me fustigava lentamente e me causava uma monotonia cruel. Foi então que decidi criar uma vida que se destacasse. Por tentativa e erro, comecei por macacos, depois sapos, aliens, e por fim, sapiens. Já estava com as mãos doloridas de tanto misturar. Com o tempo acabei gostando dessa criatura. Pensei, que talvez deveria misturar dois deles. E assim ficou: Sapiens Sapiens. No final do processo, só restou uma criatura, e assim, intitulei-o de Anão. Ah não, não era esse nome; lembrei: Adão. E assim o foi. A criatura a cada “secundos” demonstrava destreza, sabedoria e, assim, me alegrava. Certa vez, resolvi criar o Destino para cuidar da vida e da morte. Com tempo livre, ocupei-me em outros projetos, e acabei deixando a minha criação em segundo plano. E de supetão quando estava no cinturão de Orion, uma ideia catucou a minha mente, sugerindo-me a criação de uma companheira para a criatura. Estava sem tempo para visitar frequentemente a minha criação, e por isso, resolvi dá a luz à ideia. Só que quando fui criá-la, tinha esquecido da fórmula. Misturei sapo, macaco, peixe e acabei criando uma mistura de sapiens com peixes; vi que não estava legal para uma companheira. Chamei-a de sereia para não ser desprezada. E sem obter sucesso, resolvi arrancar uma costela do Adão, e assim, formei uma companheira; intitulei-a de Eva . Vi com o tempo que ambos estavam felizes. Mas isso não me agradava nem um pouco. Felicidade é monótono e monotonia me causava incômodo. Então coloquei uma arvore com frutos afrodisíacos para testar a resiliência de ambos. Eles passaram um tempo se contendo em comer os frutos; foi então que decidi colocar uma serpente para atentá-los. A serpente fez um ótimo trabalho. Ainda me recordo da retórica da serpente que usou para ludibriar Eva: 
    —Estes frutos têm poderes especiais, por que não comes um? 
    —Porque fui proibida; estes frutos não fazem bem. 
    —Não seja tola, se o criador colocou uma árvore desta no paraíso, é claro que foi para vocês. Ele devidamente está testando a inteligência de vocês. E desta forma, ele quer que vocês ultrapassem as restrições e façam a diferença. 
    —hum, talvez tenhas razão 
    —É claro que tenho; sou fruto do criador!. venha aqui; Tome este fruto, este é seu; partilhe-o com Adão. 
    E assim, Eva levou o fruto, e Adão, ingenuamente, comeu o fruto de Eva e não percebeu que caíra na tentação da serpente. Dessa forma, acabei vendo a fragilidade dessas criaturas; vi que estavam muito longe da minha sapiência. E nessa lógica, vi que eles jamais iriam chegar perto dos meus Arcanjos. Com efeito, condenei-os a lei do Destino. E assim ao Destino declarei: 
    —Estarás incumbido de ceifar a vida deles, toda vez que chegar a hora. Eles terão o fado de nascer, crescer, procriar e morrer. Eles não mais viverão uma eternidade. Vão sentir a dor carnal. sofrerão com os temores e seguirão a Lei Natural. 
    Depois me ausentei e deixei-o regendo a criação. 
    Após algumas finitas eternidades, resolvi visitar a criação. Senti um verdadeiro abalo ao ver aonde a minha criação chegara. As criaturas de outrora não mais seguiam a Lei Natural. Criaram a sua própria lei. O Destino estava cada vez mais com problemas. As criaturas estavam dominando cada vez mais a inteligência. Estavam adiando o veredicto do Destino. Guerras, miséria, contrastes, tecnologia, temor, destruição, estavam caracterizando a criação. Aquilo de fato não era monótono, era extremamente inconstante. Talvez a minha ânsia pela fuga da constância tenha a impulsionado à Evolução. Não os via mais como uma criação. Via-os como uma transmutação. E destarte, resolvi me ausentar novamente e esperar mais algumas eternidades para ver até onde eles irão chegar...
  • A IMPORTÂNCIA DA ARTE NA VIDA DO HOMEM

    O homem diante dos diversos setores sociais é influenciado a seguir os caminhos da arte, pela necessidade de se adequar ao seu habitat. Caminhos esses que o leva ao conhecimento e ao aperfeiçoamento da ciência em seu desenvolvimento geral.
                O homem precisa conhecer o meio artístico e se desenvolver dentro dele, na busca do melhoramento das condições da vida humana.
                Como o corpo vivo necessita de alimento para a sua sobrevivência, o homem necessita de arte para o seu crescimento e seu desenvolvimento pessoal.
                A arte individualiza e pluraliza o homem; ensinando-o a levantar e caminhar cada vez que cai buscar e encontrar o que desejar ver e perceber dentro de sua realidade, semear e colher o que lhe convier, encontrar e acolher o seu desejo, pedir e receber sua dádiva natural e espalhar suas ideias criativas.
                Dentro do infinito mundo das artes, destacamos as Ciências Humanas e ou as Artes Divinas, as quais são: a Música, a Pintura, a Escultura, a Arquitetura, a Retórica, a Dialética e a Filosofia. Onde o homem se perpetualiza, imortalizando-se através de sua obra.
                A Pintura como à primeira Arte Divina, retrata na visão do artista o mundo real e imaginário dentro de uma dimensão sem fronteiras.
                A individualidade artística do homem é mostrada através do toque individual de cada artista, que tem as características tais quais aqueles que as produzem. E isso a cada um, o torna único.
                Diante da magia da arte o homem se contagia através de sua beleza e perante a estática deste encantamento, abrem-se os caminhos de acesso ao lado artístico existente em cada ser humano.
                Assim todo o homem torna-se capaz de aprender a técnica de uma arte e executá-la com eficiência.
  • A madrugada

    Frio. Escondido debaixo das cobertas, por onde o vento que entra pela sacada semi-aberta não consegue passar, exceto que há um furo, pequeno e, aparentemente, insignificante, no cobertor de lã, mas que faz o sopro dos ares atingir seu braço esquerdo. Os pelos ficam arrepiados. Não por conta da temperatura, mas sim, por causa dos pensamentos. Silêncio. Escuro. Frio. Tais características são capazes de trazer um fluxo de pensamentos perturbador. Dói, não? Você se deita, vira para o lado direito na cama, a mola solta do colchão velho faz um barulho alto, você arruma o travesseiro, ajeita a coberta, fecha os olhos e percebe que não há ninguém ali. Madrugada, momento de solidão. Só você, seus pensamentos e o silêncio, o escuro e o frio. Você tenta dormir, mas algo te impede. Pode culpar as três xícaras de café que tomou às 5 da tarde. Não é isso que o impede de dormir, você sabe. A imaginação, que é capaz de nos levar aos melhores lugares, na madrugada, torna-se um pesadelo. As lembranças, que são capazes de colocar em nossos rostos um sorriso amarelo (resquícios do café) genuíno, na madrugada, nos fazem pensar em todo tipo de erro que cometemos. De manhã, imagina que seria muito bom ver Aquela Pessoa. De madrugada, imagina que Aquela Pessoa não quer vê-lo. De manhã, lembra como foi bom ver Aquela Pessoa. De madrugada, desmancha o sorriso, lembra que não vê Aquela Pessoa há tempo. Aquela Pessoa. É ela que o faz perder o sono? Que faz você ver a Lua virar Sol? Que faz você, às 5 da manhã, ouvir o primeiro canto do Bem-te-vi? O pássaro Bem-te-vi. O pássaro que tira o seu sono. Não pelo seu lindo e alto canto, mas sim, porque seu nome, Bem-te-vi, o faz lembrar d'Aquela Pessoa. Aquela Pessoa. É ela que o faz perder o sono? Que faz você pegar seu celular, com 5% de bateria após um longo dia, e pensar se deve mandar uma mensagem? Que faz você respirar fundo e se ajeitar na cama novamente, num gesto autopacificador? É aquela pessoa, não é? Que o faz querer dormir para poder sonhar com ela e, ao mesmo tempo, te mantém acordado. Então, num mundo paralelo, você se deita ao lado d'Aquela Pessoa, ela te abraça. Dói, não? A mola solta do colchão velho faz um barulho alto, você arruma o travesseiro, ajeita a coberta para que ela cubra vocês dois igualmente, fecha os olhos e percebe que não há ninguém ali. Mesmo que Aquela Pessoa esteja ao seu lado, te abraçando. Madrugada, momento de solidão. Frio. Escuro. Silêncio. O que te faz perder o sono dessa vez, se o motivo não é Aquela Pessoa?

  • A morte do eu

    “After a year in therapy, my psychiatrist said to me: ‘maybe life isn’t for everyone’.” 
    O inferno está vazio e todos os demônios estão na minha cabeça. Conjecturo vozes que, no desabrochar da vigília, anunciam-me um transtorno psicótico. Hoje eu tranco o curso, tranco a vida. Cheguei a vasculhar, um dia, a possibilidade do suicídio ser apenas o enterro, mas não a morte em si; todavia, certifico-me, nessa náusea amorfa, que a angústia se infiltra na teia neurossucumbidora antes de incinerarmos a nós mesmos. Conto os dias, odiando o teísmo onipotente, para encontrar o que acredito ser minha alforria: o psiquiatra. Há de ser minha muleta metafísica. Dispneia. Se enlouquecer-me novamente, tenho clonazepam. Vinte gotas; vinte e sete, se precisar. Alivio-me com esse meu novo deus volátil. 
    Sento-me à beira da cama; meus pés desmaiam sobre o chão. Penumbra. Nada me daria mais prazer do que nunca ter de acordar novamente. Sinto na alma a enfadonha arte de vestir-se. Fico apreensivo com minha sanidade dúbia diante das aulas anavalhadas que vagarei hoje. Degusto o Escitalopram com um café áspero. Lembro – fitando um eterno nada – a face sem sentença da minha psicanalista, e esbravejo-me; quero que suba no telhado e grite quem sou eu, pois já me foge essa concepção. Deposito o frasco de benzodiazepínico no bolso; esqueço o celular em casa. 
    Ao longo dos sertões da manhã, o medo do pânico se empodera como um fascista. Claustrofobia. Perscruto que na selva da minha psique não reino como Zumbi Dandara, mas apenas sou uma marionete do caos. Convenço-me da morte iminente: seja por um edema de glote, seja por um cataclismo pneumológico. Vendaval de sinapses. Minha mitral esperneia-se, regurgita-se, fibrila-se; almejo fugir-me; visto a entropia desajustada; balbucio uma filosofia sórdida. Subunidade beta da Proteína G, Guanosina Difosfato Inativa, Adenilato Ciclase: importantíssimo para vocês, futuros médicos. Cronograma de Caim. Quinquilharia. Pandemônio.
    Comprei uma aliança para essa miséria de vida, mas não prometo a monogamia – resmungo ao asilo que concerne minha consciência. Permuto as desvantagens e vantagens de ser um amontoado de átomos; aquelas me logram. Perambulariam como os nômades que nutrem sentimentos por mim? Por mais que sejam escassos, não me ousa denegrir a árvore-mãe que doou suas raízes à fruta empobrecida de alma. Aproveito o anticlímax dessa patologia arruaceira para ler o DSM: tenho todas as anarquias possíveis: transtorno de ansiedade generalizada, síndrome do pânico, depressão, desconexão com o divino, apatriotismo sem-terra. 
    Como um cadáver maquiado, encargo-me da polidez pós-morte: metáfora para os primórdios da tarde. Sobre o alcoolismo: eternizara – não que deguste a ideia, porém era a morfina que varria minhas esquinas neurais; era, senão, o hospício que tratava meu cansaço insuportável de gente. Olho-me: identifico em cada dobramento da minha organogênese os assassinos da minha jornada. A tarde, porém, caminha de forma taciturna; enrosca nos galhos, tropeça nas ironias machadianas, vivencia a chaga de Édipo, mas caminha. Adentro um elevador eremita: coercitivamente controlo a respiração: minhas cavernas pulmonares ecoam desespero.
    Palmilhando os arredores do abismo, pondero em relação ao futuro notívago: ou a insônia reluzirá novamente ou uma bala perfundirá meu encéfalo – entrará por um ouvido e sairá no outro, nada menos. Sinto meus passos derradeiros nesse morro cascalhado. Cairá sequer uma lágrima desse meu rosto surrado diante da morte de meu pai? Meu recinto ainda tem o cheiro de vazio. Insisto em deleitar-me na água que escorre do chuveiro, mas em vão. Pressuponho que dentro da gaiola do meu peito habite um pássaro que almeja voar, todavia se debate nas grades costais, depena-se e desiste da vida. Perfumo o ar com sobriedade: irrita-me o anseio acalentador das pessoas. Recebo, ainda que caquético, no toante dessa noite, uma visita: meu humor sacoleja como um cão solto na praia. Lê-me: você parece ótimo. Não se esqueça, minha cara, que os buquês, por mais que sejam sorridentes e carinhosos, são feitos de flores mortas. 
  • A MULHER E O DRAGÃO NO APOCALIPSE

    Viu-se grande sinal no céu, na cabeça, depois do triunfo do desenvolvimento das faculdades do espírito,

    A saber, uma mulher vestida de sol, o fogo na base da espinha dorsal, a sarça ardente, ou o fogo serpentino,

    A mulher é o fogo divino do sexo ou o Espírito Santo que ascende ao Pai no alto da cabeça e expande a luz

    Com a lua debaixo dos pés, a coroa de doze estrelas na cabeça é o brilho de luz do fogo eterno e divino.



    E estando grávida da energia e poder, clamava com dores de parto, para a manifestação da luz, o Cristo,

    E sofria tormento para dar a luz, porque a energia sexual é à base da vida física, que significa a criação,

      A dor surge porque a carne luta contra o espírito, a luz, o Cristo, o filho de Deus que está para nascer,

      A sarça ardente, o fogo da mãe une-se a luz do Pai no alto da cabeça e expande a eterna Chama no coração.



    Viu-se outro sinal no céu, e eis um dragão, grande e vermelho, o desejo da mente carnal no baixo ventre,

    Com sete cabeças e dez chifres, os cinco poderes da mente carnal e os cinco sentidos para a luz devorar,

    E nas cabeças que são os vícios da carne e sete diademas de onde surge toda violação do sagrado

    Quer impedir o nascimento do filho, o Cristo, a vida eterna no coração, absorve a luz para não se manifestar. 



    Como a cauda do dragão, o falso poder do inimigo oculto, da mente carnal, quer devorar a luz do Cristo?

    O dragão ou desejo inferior da carne arrasta a terça parte das estrelas no céu, apossa-se do pensamento,

    E lança para a terra ou desejos da carne e se detém em frente a mulher que está para dar a luz

    Quer impedir a mulher, o fogo divino subir ao Pai e expandir a luz do Cristo e seu desenvolvimento.



    Por que o dragão, o desejo carnal e emocional quer impedir a mulher de expandir a luz do Cristo?

    O desejo da mente carnal no baixo ventre é o instrumento do inimigo oculto, com a paixão e emoção,

    Com este instrumento quer impedir a manifestação da luz do Cristo no coração, a religação espiritual,

    Porque o fogo divino, a energia sexual subindo ao alto da cabeça, ocorre a unidade com o Pai, a divinização.



    A batalha no céu, na cabeça, é do desejo carnal, contra a vontade de Deus EU SOU o Cristo no coração,

    Miguel, a consciência divina, despertada pelo fogo sagrado e seus anjos é o pensamento puro e consciente,

    A batalha é do dragão contra a luz, o desejo carnal iludido pelos apetites sexuais, e pensamentos inferiores,

    A consciência divina transmuta a mente carnal e anticrística e suas baixas paixões e vícios do baixo ventre.



    A luz continua na sua expansão para o fortalecimento do Filho varão

    O desejo carnal inferior trata de elevar ao céu, na cabeça, os pensamentos inferiores para devorar a luz,

    A mente carnal é vencida na luta e começa a castigar o conquistador, o Cristo, levantando ódio contra ele,

    Porém o grande dragão, o desejo carnal e a serpente, o inimigo secreto é transmutado no mundo da luz.



    Ouvi uma grande voz no céu, da mente superior que dizia: agora veio a salvação, a virtude e o reino de Deus,

    O poder é do Cristo e o acusador foi transmutado no céu, na cabeça, porque devorava a luz na luta externa,

    A salvação pertence ao Cristo porque com o corpo espiritual ou o fogo Criador, e a palavra, o verbo é luz,

    Transmuta o corpo psíquico, o corpo de desejos, em amor, o estado do espírito, o Cristo, a vida eterna.



    Nasceu o filho varão, o Cristo no coração, o que regerá todas as nações, com a lei do amor,

    E o filho foi arrebatado por Deus, a luz, o Cristo, sobe até o alto da cabeça e senta-se a direita do Pai,

    A mulher, o fogo divino, foge para o deserto, a luz se retirou para o plano interior sem paixão e anseio,

    Onde Deus lhe havia preparado o lugar, para que ali se mantenha e transforme em luz, tudo que atrai. 



    Para o lugar preparado por Deus que é o deserto onde não há tentação, a mulher, o fogo serpentino fugiu,

    Há a expansão da luz, durante mil duzentos e sessenta dias, o tempo que o filho tem nascido e se fortalecido,

    É o período que o fogo do Espírito Santo, ascende pelo cordão central, na coluna dorsal, até o alto da cabeça,

    O filho assenta com o Pai na arca da aliança, na cabeça é o fim do mistério divino mais elevado e conhecido.
  • A primeira ação quando a quarentena acabar será...

    As vezes o pensamento flutua em retrospectiva, olho para trás e questiono minha caminhada até aqui. Estou beirando os quarenta, alguns sonhos, poucas oportunidades mas firme, desistir jamais! A vida era normal regada de esperança por dias melhores.

    Inimaginável colapso, mundo às avessas, sofrimento e agonia. Uma pandemia fortuita trazendo destruição. Sendo emergentes o óbvio, governança pífia, brecha para espoliação de verbas e desrespeito, pois há sempre incrédulos não querendo entender a real complexidade. Em meio a reveses como sonhar? Tendo esposa, filha, a missão seria garantir renda e orar por luz no fim do túnel. A trajetória não se mostrava fácil, isolamento, reaprender a conviver, trabalhar enfim inúmeros detalhes.

    Sou do Rio de Janeiro, cidade maravilhosa, estado praticamente falido, décadas de corrupção, violência urbana expandindo e as chances menores. O tempo passava, não me iludi achando ser imediata a resolução. Diferente de outros estimando um, talvez dois meses para voltar ao normal. Imaginava no encerrar da quarentena o que faria ? Qual a prioridade ? Para muitos curtir aquela noitada, boteco, temos os viajantes, cinéfilos, etc. No entanto a meu ver projetar o simples bastaria.

    O recorde negativo país a fora seguia avassalador. Mais uma vez os cariocas eram destaque. Parte da população ignorava a doença sendo alheia as medidas protetivas e indignava aqueles buscando agir corretamente. Acreditei estar fazendo papel de bobo cumprindo a reclusão, mas buscava ter equilíbrio emocional para disseminar bons fluídos. Pensava nos entes queridos, estar longe simbolizava cuidado, respeito e acima de tudo amor.

    Todos os dias quando colocava minha filha para dormir sem hipocrisia rezava agradecido. Uma menina saudável, linda e forte. Por ter dois anos, ainda não estudar e conviver socialmente facilitou alguns pontos. Lembram da retrospectiva ? Valeu a pena estar aqui nesse exato momento! Deus vem sendo generoso proporcionando estar empregado para garantir o conforto da família. Não posso reclamar e me fazer de infeliz, seria injusto. Os sonhos vão retornando gradativamente e na hora certa se tiverem que acontecer estarei pronto. Até lá, sigo trabalhando firme. Ah! Faltou dizer, após a quarentena desejo levar minha filhota em um lugar para correr bastante! A garota adora! Ser pai trouxe outro sonho vê-la crescer.

    Estou ciente das adversidades, turbulências e desafios pós pandemia. Mas estamos vivos e ainda há tempo. Muito obrigado SENHOR por essa vida! E benção para todos vocês.

    LUTE E NÃO DESISTA!
  • A PRISÃO DE SATANÁS POR MIL ANOS - A PRIMEIRA RESSURREIÇÃO

    Vi um anjo descer do céu, e tinha na mão uma chave do abismo e uma grande corrente,

    É o conquistador de si mesmo que segurou, transmutou o dragão, que são os desejos inferiores,

    Com os pensamentos divinos, vence a antiga serpente que é o diabo, satanás, e a prendeu por mil anos,

    Vence o falso eu na carne, e lançou no abismo, fechou e pôs selo sobre ele e vive nos mundos superiores.



    O conquistador de si mesmo, o Cristo no coração transmutou a serpente para não mais enganar as nações,

    Porém nesta fase, vai ser perseguido porque a mente carnal ainda não está transmutada completamente,

    Porque o dragão, os desejos inferiores na mente carnal consome a luz, é desarmonia com maus pensamentos,

    Depois disto é necessário que satanás seja solto pouco tempo, para que seja transmutado na luz eternamente.



    Vi também tronos e sentados neles, àqueles que foram dados autoridade para julgar, transmutar tudo em luz,

    É o conquistador de si mesmo, o que alcançou o triunfo, a primeira ressurreição,

    Sentados no trono são as entidades superiores, criadas pelo conquistador, o Cristo durante muitas vidas,

    Porém pedem contas dos erros que foram cometidos nos planos inferiores, com pensamento, ação e emoção.  



    Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho do Cristo no corpo de Jesus

    Os decapitados ou transmutados em luz, são os pensamentos de luz em cada sentimento e aspiração,

    O testemunho do Cristo no corpo de Jesus refere-se a esses pensamentos de luz, da verdade eterna,

    Por causa da palavra de Deus, não adora a besta, a mente carnal, porque sua mente é do Cristo no coração.



    Os que não adoram a besta, a mente carnal, viveram e reinaram com Cristo por mil anos no mundo divinal

    Mas os restantes dos mortos, de natureza carnal, não reviveram devido o pensamento inferior e emoção,

    Os mortos são os que não têm a consciência de Deus em si e vivem com pensamentos carnais adormecidos

    Os mortos sem a consciência divina não reviveram até que completassem mil anos, é a primeira ressurreição.



    Esta é a primeira ressurreição é o ressurgimento para a vida eterna, o que todos são em verdade e eternidade,

    A ressurreição é realizada pelo domínio completo das paixões e emoções carnais na vida física em ação

    Quando, porém, se completarem os mil anos, satanás, será solto da prisão e sairá a seduzir todas as nações,

    Nos quatro cantos da terra, gogue e mongogue, para a peleja dos que  manifestaram o Cristo no coração.



    Bem-aventurado e santo o que tem parte na primeira ressurreição, o domínio das paixões e emoções carnais,

    A segunda morte não tem poder sobre estes, porque transmuta em luz a carne com sua paixão e emoção,

    Para estes não haverá inferno ou ardor e sofrimentos do desejo insatisfeito que é a segunda morte

    Serão sacerdotes de Deus, reinará com ele mil anos, fazendo a vontade divina na mente de Deus no coração. 



    Depois da morte física na primeira ressurreição, satanás volta na carne para travar a última batalha,

    E sairá para enganar novamente as nações, os elementais que sobre os quatro ângulos da terra estão,

    Os elementais regem os quatro elementos da matéria: fogo, terra, água e ar, que proporciona a vida no corpo,

    Todo desejo e paixão dos quatro elementos devem ser transmutados em luz na Chama imortal do coração.



    E subiram estes átomos de desejos sobre a largura da terra, do corpo e de todos os seus órgãos,

    Marcharam então pela superfície da terra e sitiaram o acampamento, a aura dos santos, os bem aventurados

    A cidade amada é o corpo, o templo de Deus que fez descer fogo transmutador do céu, da cabeça,

    E satanás que enganava com a besta, a mente carnal e o intelecto, o falso profeta na luz foram transmutados.



    E vi um grande trono branco e o que estava sentado é o conquistador de si mesmo, o espírito de Deus,

    O espírito de Deus onipotente, onipresente e onisciente, o Cristo em tudo e em todos a perfeição manifestada

    E o livro, o corpo foi aberto, que é a vida do Pai, onde está escrito toda a memória e registo do eterno EU,

    E o que não foi achado escrito no livro da vida, foi lançado no lago de fogo e a carne em luz foi transmutada.

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