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  • "Ahhh" O Amor ...

    Observarmos o mundo encontramos diversas histórias emocionantes criadas pelos mais variantes autores de cada época, mas cada uma delas basicamente trajadas apenas pela fantasia do mundo literário. O mundo real é cunhado por diferenças e dificuldades que criam uma perdição em nosso amor.  

    Mas a cultura oriental tem um ensinamento sobre essa perdição. “Mesmo dentro da maior das tristezas pode existir o maior dos amores”, assim como o Yiang - Yang. Passamos a vida vendo princesas encontrar seus príncipes e ouvindo a trágica frase "E viveram felizes para sempre", mas conforme vamos crescendo essa ilusão de criança vai se transformando em um fino papel de seda que logo no primeiro amor se rompe.  Depois disso vivemos um tempo nas brumas da vida, nada faz sentido e tudo que se refira ao amor é apenas uma perdição, logo vem o próximo relacionamento e por um tempo as coisas se ajeitam, mas novamente tudo se acaba, caímos em decadência e tudo se sucinta no vago novamente.  

    Nesta jornada por respostas procuramos chegar a conclusões que aparecem não existir, sem muito o que fazer temos vários outros amores que subitamente terminam. Então depois de vários desastres amorosos, surge de uma epifania à resposta para o procuramos saber sobre o amor.

    O amor é o que nós salva e nós perde. Cada amor que passa em nossas vidas é algo completamente diferente, mas quando se acaba cria logo um vazio, esse vácuo criado por ele faz uma névoa em nosso coração dificultando enxergar o amor, mas quando ele surge novamente vem com força criando uma magia momentânea.

    Então, talvez isso seja o amor, uma força que destrói e que salva. Algo que para frágil compreensão humana seja difícil explicar ainda. Aquele que é apaixonado, diz que, o amor salva a cada instante, enquanto aquele que foi magoado pelo amor, diz continuamente que está perdido, resumindo, o amor sempre vai depender do que está acontecendo para se manifestar, aquele que ama, ama e aquele que se magoa se perde.
  • A arte de se ter um dom

    Eu queria ter um dom. Não sei, sempre fui apaixonada por desenhos. Já tentei diversas vezes desenhar, nunca deu certo. Já tentei tocar violão, mas sou canhota e meu professor é destro, nossa relação nunca teria dado certo.
    Quando eu era pequena, fazia aulas de teclado na igreja, eu adorava. Não me lembro porque parei, mas depois nunca mais e hoje já nem chego perto de um teclado.
    Recentemente, me veio a vontade de escrever, mas acredito que isso também não seja meu forte. Comecei até a escrever um livro, alguns anos atrás, mas perdi o gosto pela história e ela se perdeu entre tantos documentos do meu computador.
    Hoje, eu acredito que só me resta o dom de sonhar. Sonhar com dias melhores, com pessoas sorrindo, dons concebidos... É, acho que a arte do sonhar, essa eu domino. É a minha gasolina, é o meu oxigênio; não era bem o que eu queria, mas querer não é poder e eu sei que, pelo menos, quem tem o dom de sonhar, tem o dom de realizar.
  • A Ressurreição

    Uma Luz se acendeu
    Quando o menino Jesus nasceu, transformou água em vinho, multiplicou sete pães, Andou sobre as águas Curou enfermos, surdos, Cegos e paralíticos, purificou os leprosos,ressuscitou Lázaro,realizou vários outros milagres.
    Mesmo assim,
    Muitos em ti não acreditavam...
    Por Judas foi traído,e por Pedro três vezes negado.No deserto pelo o inimigo foi tentado Jesus foi crucificado,Seu sangue foi derramado,
    Para salvar os pecadores
    Que de seus milagres muitos duvidaram,
    Deus deu seu único filho
    Para salvar toda humanidade
    Viu na cruz sendo pregado
    Com o coração triste,
    A cada segundo nosso senhor sofria calado.
    mas, para a alegria dos fieis
    Ao terceiro dia, Jesus ressuscitou.
    Com amor e nenhuma magoa a todos Jesus perdoou
    Com sua bondade de braços abertos
    A todo Jesus ampara,
    Mas fecha os olhos para não vê os nossos pecados,
    Sem nenhum arrependimento Jesus esquece todo o nosso passado. Que nesta Páscoa nos lembremos dos ensinamentos de Jesus: PAZ, AMOR, HUMILDADE e RESPEITO AO PRÓXIMO.
    Que o amor de Deus possa chegar a todos os corações, amando uns aos outros como Jesus nos ensinou.
  • A sua paz é a maior vingança. Acima de tudo não viver sem esperança

    A maquiagem, as margens de favelas apodrecidas, pelas mentes capitalistas pra gringo não enxergar, o que não querem mostrar, a realidade estampada. Que nos faz envergonhar, pensar até a cabeça girar enxergar a verdade, e não se revoltar é como ver a luz e não seguir. Não me de ouvidos aconselho não me seguir ouço e vejo coisas que não posso dissernir é tudo questão de tempo, a vida tem suas mudanças agrego o que me convem em todas minhas andanças tem vez que o barco balança mas coloco na balança tenho mais que agradecer e nao viver sem esperança
  • A velha senhora

    Com ternura e beleza
    A velha senhora aguarda os seus netos
    Com a comida sobre a mesa
    Não, não é uma senhora qualquer
    Pois um dia já foi uma grande mulher

    Aliás, essa grandeza ainda perdura na atualidade
    Que grande mal julga-la apenas pela idade
    Ser humano que sofreu com a vida na cidade
    Aquele mundo novo, cheio de novidade

    Oriunda do Nordeste
    Desceu a Bahia
    Para chegar ao Sudeste

    Dentro de um ônibus, mais de três dias de viagem
    Observando a transformação da paisagem
    Paisagem que aos poucos virava miragem
    Nela, enxergava uma vida bem sucedida
    Estava em São Paulo, terra da garoa prometida
    Havia fartura e muito dinheiro
    O clima era totalmente hospedeiro

    Quando na terra da garoa realmente chegou
    Não foi exatamente isso que encontrou
    Uma lágrima cai, ao lembrar o tanto que lutou
    Com uma profissão tinha de se ocupar
    E investiu o pouco que tinha num pequeno tear

    Começou uma pequena produção de tapete
    Costurava dia e noite, filete a filete
    O suor do trabalho lhe dava asa
    Assim pôde comprar sua humilde casa

    Foi lá que criou os seus seis filhos
    Venceu a vida apesar dos empecilhos
    Agora alegra-se em saber
    Que sempre o querer é poder!
  • Ação e Reação

    Tenho ouvido por ai a lei da ação e reação. Ela é usada em qualquer situação social e vou me ater, somente, no momento de desentendimento num relacionamento a dois, não vem ao caso qual seja o tipo de relacionamento, ampliarei para todas as classes, seja homo, seja heterossexual. Acontece que em momentos de conflitos conhecemos verdadeiramente quem é o nosso parceiro. Não é no sexo, nem no cinema, nem na casa da sua mãe, nem na viagem e no jantar romântico. É aqui (no desentendimento), que poderemos identificar qual é a sua personalidade e acredite: Se você não gostar da ação ou reação do seu parceiro, tome cuidado! Desde da violência física, verbal e consequentemente psíquica até aos atos de suposta traição ou desejo de trair. Acontece que no período de conflito é que demonstramos quem somos de verdade. O quanto de autocontrole e respeito para com o outro temos. Aqui demonstramos o nosso verdadeiro afeto e amor e o mais importante nossa índole. Se somos pacientes, altruístas, fieis, respeitosos e bondosos com o outro. O importante é se relacionar com quem lhe entenda e te aceite nos momentos felizes e saiba te tratar ainda melhor em tempos de conflitos. Mas por favor, saiba identificar e valorizar o comprometimento do próximo, pois você também está sendo analisado.
  • Alguém de cabeça para baixo

    ... gosto de me elevar em pensamentos, e me perder em teologia do Grande Criador, fraco estou em dizer Teu Nome, indigno em cada traço das minhas digitais... me sentindo alegre em escutar uma nova música de um compositor onde admiro bastante, Tiago Arrais (Os Arrais), e em uma música certamente abarrotada de histórias de sua vida, ou apenas de um momento de tensão, uma frase, um eco me castiga sem parar, um eco de apenas uma das frases, e assim diz, suave e ardente, "nós fugimos de nossa real condição", e a música continuava a tocar, e eu nao parava de ouvir apenas esta frase, e ainda ecoa nesse momento que me jogo nessas palavras... costumamos dizer que Deus é gigante, inalcançável, impossível de se conhecer de perto, onde defendi essa bandeira com força e estufar de peito, tomo uma chacoalhada, um empurrão e um sussurro tão alto que quase fiquei surdo, que por não reconhecer, e correr da minha condição esqueço da humildade de um Ser, que Se coloca como homem, que expõe sua vontade, e se deixa ser Chamado por causa das Suas ações, pois tudo que Ele diz, acontece/ou Ele faz, tudo em um tempo que Salomão entendeu... e esse eco musical me surra, sem parar, meu interior se esmaga, meu coração fica do tamanho de uma azeitona, fico extremamente sem ação, apenas dois dedos se movimentam e parece que nao posso mais piscar, a boca não abre, e eu sou detonado por meu maior adversário, o meu próprio eu... Deus é muito real, e eu prefiro correr, Deus é simples eu complico, Deus é perfeito e eu procuro brechas para que eu possa cair em nome D'ele, onde vai parar a minha condição... onde vai parar um ser tão pequeno que até para o pecado precisa do ar Daquele que abomina a iniquidade... de alguma forma ajuda-me Santo de Israel, para que eu possa avisar de Ti a outros...
  • Alma Perdida

    Ela era uma prostituta. Mas não era uma prostituta qualquer, nela havia algo especial. Cercada de tristeza e dor, seu corpo possuía tons curiosos.
    Carmen, filha de João e Maria, cresceu ouvindo que o mundo era vazio, um lugar sem esperança. Quando criança, tentava de todas as formas agradar os pais que trabalhavam dia e noite para poder colocar o pão na mesa, chegavam cansados e só verificavam se Carmen estava viva, não prestando atenção acima da mesa: ‘’Papai,Mamãe. Eu não sei muito sobre vocês, contudo isso é uma das consequências da vida que fomos destinados a ter, porém amo vocês do mesmo jeito que qualquer outra filha amaria.”
    Aos 16 anos, os pais de Carmen morreram e a adolescente foi morar com o único parente que tinha, seu tio. Era uma casa fria, sem cor. Todas as noites, ela chorava baixinho, no canto do quarto, implorando para sentir alguma coisa: felicidade, tristeza, raiva... Algo que mostrasse que ela ainda estava viva e não somente sobrevivendo. Seu tio, uma pessoa amarga, chegava bêbado em casa todos os dias e, naquela noite, ele escutou um murmúrio vindo do quarto. Alguém chorava. Uma alma perdida pedindo socorro. ‘’Eu vou te dar um motivo para sentir algo.’’, disse, puxando a cinta e espancando a jovem Carmen.
    E naquela madrugada, ela de fato sentiu algo: repulsa. De si mesma. Olhava para os hematomas e as lágrimas não faziam seu caminho pela bochecha mais, era uma dor mais profunda. Julgou que a melhor forma de acabar com aquilo era fugir e assim fez, saindo sem rumo. Vagou pelas ruas, somente o tempo conseguiria cura-lá.
    Passaram- se anos, Carmen se encontrava no banheiro do posto, enquanto passava o batom tão vermelho quanto seu próprio sangue, um sorriso falho no canto dos lábios. No relógio marcava 00:00, deu um passo para o lado de fora, sentindo o vento frio contra sua pele pálida. Mais uma noite de trabalho.
    Uma mulher diferente de todas as outras, parada no ponto, vendendo aquilo que sempre desejou ter, o puro amor.
  • Amor rompe caixas

    Não é preciso ir muito longe pra ouvir alguém gritar sobre amor. Mas a grande porcaria é que estão o enquadrando em qualquer caixa, justo ele que  devia ser o motivo pra quebrar caixas. Entende?!
    Assim: "eu amo porque ele me faz feliz." Pra mim, isso é puro egoísmo! na boa, mesmo! -não que eu ache que devemos nos prender numa ideia de contos de fadas, mas é um conto, meu conto. Então eu posso escolher o que será escrito. - A pureza do sentimento devia fazer com que o eco fosse: "eu amo porque o faço feliz."
      Cara, amar é isso! É encontrar, antes ser, alguém que já é uma medida transbordante, uma medida completa, alguém auto-suficiente para si mesmo, alguém que já se basta. O outro, não é metade da laranja ou cara metade e sim, uma gota (ou muitas) num copo já cheio fazendo com que ele seja capaz de transbordar. Saca?! Amar implica mais em ser a cobertura na vida do outro que o bolo. Tá muito mais ligado aos sussurros que os gritos; aos segredos do que aquilo que é escancarado; aos detalhes do que a complexidade. Ainda quando me perguntam sobre o que ser amor, vou pensar em todas as teorias que já ouvi e as que já criei também, mas que ainda assim, uma palavra é capaz de resumir: LIBERDADE!
    Amor, pra mim é sinônimo de liberdade. Sem cadeias, sem caixas, sem amarras, só voar. Amar é escolher alguém pra voar junto e não pausar nosso vôo; Amar é escolher quem queremos ouvir cantar desafinado sem tapar os ouvidos; é fazer nós de nós, nós de laço e não nó cego. Amar é falir com nosso vocabulário. E na mesma mão, ser livre é escolher aonde quer ir e com quem ir. Tô sendo clichê e piegas, eu sei! Mas posso colocar a culpa nos meus hormônios aflorados pela TPM, é isso ou só estou querendo uma desculpa para escrever sobre o tal.
  • Apenas Um Garoto

    Em 1994, numa cidade do interior de São Paulo, nasceu um pequeno garoto. Coitado… Desde pequeno já vivia à sombra do tormento que seria sua vida. Logo ao ganhar parte nesse mundo já virara um problema. Seus pais, jovens, 19 anos, o tiveram contra sua vontade, deixaram suas vidas e sonhos de lado por causa dele. O tempo passou, e assim como o tempo, a inocência do garoto foi embora. Com apenas 5 anos ele já sabia que não merecia viver. Já escutava ocasionalmente seus pais brigando e reclamando dele, chamando-o de problema, dizendo que deveria ter sido abortado, mas o garoto nunca abriu a boca pra falar sobre o que escutara em casa. O tempo continuou passando, ele agora tinha 11 anos, e continuava pensando que não merecia viver. Esse garoto, mesmo com todo esse sofrimento, sempre foi muito bom em disfarçar. Ninguém imaginava o que se passava na cabeça dessa criança. Medos, desilusões, depressão, tristeza, amargura. Tudo isso era dele, e apenas dele, pois nem amigos o mesmo tinha capacidade de ter. Um dia ele conheceu um outro garoto, aparentemente feliz. Ele tentou evitar esse garoto, mas não conseguiu, e de alguma forma ganhou seu primeiro amigo nesse momento. O tempo, maldito tempo, continuou passando e apenas estragando o protagonista dessa história. Esse amigo que ele conheceu, seu único amigo, faleceu aos 17 anos. Durante 6 anos esse garoto sentia que merecia viver, sentia que tinha alguém que se importava, mas esse alguém foi removido brutalmente de sua vida. Desse dia em diante o garoto concluiu “Não tenho direito de viver. Não tenho o direito de ter um laço de amizade sequer.” e passou a evitar tudo e todos. Ele viveu sozinho por alguns anos, teve algumas novas amizades e namoro, mas todos, sem exceção, foram decepções. 2015 chegou. Faculdade, carro, dinheiro. A vida desse garoto começou a mudar. Ele novamente fez laços de amizades e está namorando há quatro meses. Esse garoto já está estragando seu namoro, já está se calejando para caso tudo venha a ocorrer de novo e ele seja jogado sozinho na vida, como merece ser jogado. Alguém, por favor, ajude esse garoto. Alguém, por favor, me ajude…
  • AS MOÇAS COM EXCESSO DE BELEZA E A DISPLICÊNCIA DO VILMAR

    Costumo lhes pedir que me enviem uma ficçãozinha a fim de que seja chafurdada aqui no cocho do Pocilga (www.pocilgadeouro.com). Espero que não se aborreçam, pois vou continuar pedindo, ainda que a resposta continue sendo a apatia. Alguns ainda se justificam: Ah, Tião, não me ocorre uma ideia, não consigo passar da primeira linha, não sou lá essas coisas em português, tenho medo do ridículo.

    Desinteresse, meu caro, essa é a verdade. Mas desinteresse que corre a quilômetros do desapreço a mim. Afinal, não podemos nos interessar por tudo na vida. Mas ideias ocorrem, sim; passar da primeira linha acontece, sim, com a persistência; ninguém, sim, é lá essas coisas em português. E temer tal tipo de ridículo é, sim, ridículo. Ler e escrever bem vem do hábito. É claro que precisamos ter certo conhecimento da gramática, mas daí antever alguém a nos repreender por causa de sutis inadequações gramaticais é ridículo. Mais ridículo ainda seria o azoreta repreendedor. Mesmo porque para escrever bem não precisa ser essas coisas na língua.

    Agora, ridículas ao extremo são as respostas de um amigo quando lhe cobro um texto há um tempão prometido: porra, esqueci, Tião. Ou, não tive tempo, cara. Ontem, ao encontrá-lo numa livraria, encostei-o na estante de livros locais:

    - Não precisa escrever não, Valmir. Passe a ideia que eu desenrolo.

    “É mesmo, Tião. A gente já devia ter feito isso. Olha só, a história se passa”, concordou ele, falando baixinho, fazendo prolongada reticência.

    - Se passa...

    - Se passa aqui mesmo, em Natal. Bem, o marido deixa o celular de bobeira e vai tomar banho. A esposa acha de olhar a hora no aparelho e ver quatro fotos do nu frontal de um homem. Armadura na cabeça, venda nos olhos e abundante oferta na cintura completam o quadro pornográfico. E, abaixo das fotos, a mensagem: “Pra você”. Aí bateu a sofrença, cara. A mulher senta na cama e horrorosos flashes mentais lhe asseguram: o marido é gay. Na opinião dela, Tião, essa história de bissexualidade é balela. O marido gosta tanto de homem quanto ela e ponto final.

    A mulher solta potente filho da puta e vai cantarolando para a cozinha. Antes, pega o celular dela e bate a foto do homem pelado. Também cantarolando, o esposo sai do banho e escuta:

    - Quer ovos mexidos, amor?

    A mulher era dura na queda, Tião. Descobre que o consorte a traía com outro homem e ainda consegue brincar. Bem, foi só o marido sair pro trabalho pra ela correr para o apartamento de um casal amigo. Esse casal, Tião, é...

    - Um momento, Valmir. Você já falou umas duzentas vezes do marido, outro tanto da mulher, e agora põe na história um casal amigo deles. Esse povo não tem nome, é?

    - É, sabe, tenho medo desse negócio de ficção. De repente... A ficção vive perdendo de goleada para o dia a dia, meu caro Tião. Façamos assim. Vamos chamar a esposa de Miara e o marido de Vilmar. A mulher do casal amigo será Dalete e o homem, Chicó. O Chicó é primo irmão da Miara, foram criados juntos. Não havia segredo entre ambos. Os dois casais moram no mesmo condomínio, entendeu?

    Então, a Miara foi bater no apartamento do Chicó, já que acreditava que o Chicó tinha conhecimento das coisas do Vilmar. A Miara tem trinta anos, é moreninha, cabelo curto. Tem beleza em excesso, Tião. A beleza da ruiva Dalete também fica saindo pelo ladrão... A Maíra é tão linda...

    - Tá bom, Valmir. Todo o mundo sabe que a Afrodite vive emburrada com as duas. Normalmente, as mulheres ficcionadas são lindas e gostosas. Pule isso, dispenso as descrições.

    - Tá legal. Bom, o Chicó não estava. A Miara foi recebida pela Dalete. Conversinhas, logo a Dalete percebe a aflição da Miara. Mais conversinhas, a Miara termina se abrindo. Sentadinhas no sofá, a Dalete consola a amiga. O displicente Vilmar não era daquilo. Algum amigo teria enviado as fotos, visto os homens gostarem dessas brincadeiras idiotas, e o idiota displicente esquecera de deletá-las. Disposta a dar o assunto por encerrado, a Dalete ainda filosofou.

    - Você está botando minhocas na cabeça, Miara. Veja. Nada tem a menor importância, com exceção daquilo a que importância você dá. Como se sente, amiga, não reflete, necessariamente, a realidade. Reflete tão somente a sua interpretação. É seu mundo interior em movimento. E essa interpretação depende de suas experiências, de seu estado mental e por aí vai. Entenda, Miara. O Vilmar pode estar emprestando o traseiro a alguém? Pode. Porém, enquanto não tiver a certeza, não adianta você se martirizar. Falar é fácil, sei. Mas não paga nada pensar assim, amiga. Agora vamos pra cozinha tomar um suco.

    Nisso, Tião, praticamente convencida pelos argumentos da Dalete, uma descontraída Miara pega o celular e mostra à amiga as fotos do homem nu:

    - Que ira é essa! Benza a Deus, Miara. E é um homem só. Pensava que as fotos fossem de homens distintos. Veja essa aqui. Sabe, amiga...

    Tião, cara, a Dalete, breca a frase, fica pensativa e corre para o quarto. Volta com um lenço e um capacete. Iguaizinhos aos das fotos, a conselheira Dalete comenta:

    - Ainda bem que fiz a ressalva. Não é minhoca na sua cabeça, Miara. É a cabeça do minhocão de meu marido, o Chicó, pescando na vala de seu homem, o Vilmar. E o seu pescando na vala do meu, certamente.

    Miara assente com a cabeça. Ficam de mãos dadas, cada qual no seu mundo, que, no fundo, é um mundo só. A surpresa as castiga, o silêncio as consola.

    Aí, Tião, a nuvem erótica dos maridos faz a Dalete dar breve cheiro no cabelo da Miara, seguido de um beijo na face. De olhos arregalados, a Miara se volta pra amiga. Não diz nada. Apenas dá um risinho, seguido de breve cheiro no cabelo da Dalete e de um beijo na face. A Dalete fecha os olhos, põe a mão direita na coxa da Miara e a esquerda no cangote. A Miara não quer ficar devendo, de maneira, Tião, que põe a mão esquerda na coxa da Dalete e a direita no cangote. Agora a Miara toma a iniciativa e começa a afastar a blusinha da...

    - Para, bicho. Nessa passada, vai escurecer e as moças não chegam ao destino. Adiante a história.

    - Acabou, Tião. A história acaba na princesa de cada uma, mas você não mandou parar?

    - Acabou? E como ficam os maridos, o Vilmar e o Chicó?

    - Não pensei neles não. Pensei em deixar o final com a especulação do leitor. O que você acha?

    - Acho que o texto fica capenga. Vou pensar. Valeu, cara. Vou escrever hoje. Antes de postar eu lhe envio o texto pela internet. Melhor... O que você acha de almoçarmos juntos amanhã? Podemos almoçar no MPBar. Pode até levar a esposa, a Maíra. Dá um beijo nela, Valmir.

    - Darei. Boa ideia, Tião. Falar em Maíra, acho que ela tem uma quedinha por você. Aqui, acolá ela pede que eu o chame pra gente tomar uma. Tenho uma sugestão: almoçaremos nós cinco, no nosso apartamento. Assim, a Maíra mata a saudade de você, e você conhece o Chico e a Salete, a esposa dele.

    “Como assim, nosso apartamento”, falei, julgando estranhíssima a informação e encabulado com a história de a mulher dele ter uma queda por mim. Se o cara morria de ciúme da Maíra!

    Ah, Tião, fiquei desempregado, atrasei as contas. Minha sorte foi esse amigão, o Chico. Apartamento grande, só ele e a mulher, a Salete, o Chico me chamou pra lá. Mesmo condomínio, mas na outra torre. Ligue pra mim quando chegar na portaria que venho apanhar você. Escuta, não vá encher o texto de putaria, de depravação. Ultimamente...

    - Então meus escritos são puteiros? Está me saindo um belo falso moralista, Valmir.

    - Não é isso. É que alguns textos é uma baixaria só, amigo.

     Bom, vim pra casa e comecei a transformar em literatura a ideia do Valmir. Imaginava um final para os maridos das belas, mas, à medida que escrevia, as entrelinhas da história diziam-me que o final já estava pronto.

    Recordem o nome dos personagens sugeridos por ele, Valmir: Vilmar para o marido displicente, o destinatário das fotos, e Miara para a esposa dele. Na outra ponta, Chicó para o esposo do casal amigo, o fotografado e emitente das fotos, e Dalete para a esposa dele.

      Se não bastasse a sintonia entre os nomes, o romance entre as mulheres, o namoro entre os maridos, o Valmir diz a mim que o quarteto está morando junto. Mais. Convida-me para almoçarmos, os cinco, no apartamento deles. Por isso, o Valmir não me deu um final. O final estava implícito. E ele queria que eu testemunhasse o seu convívio.

    Apesar de o texto não ter ficado pronto, ao meio dia estava na portaria do condomínio. Desejava conhecer o casal amigo do Valmir. Por questão de justiça, devo confessar que a “quedinha” da Maíra deu baita empurrão no passeio. Como o Valmir havia falado, a moreninha Miara, ou seja, Maíra, permanece com excesso de beleza.

    Saí de lá ia dar meia noite. Tudo comprovado. Comprovadíssimo, até.

    Fim do ardente julho de 16,

    TC

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  • Breve memória dum noviço escritor

    Mas afinal, o que escrever?
    Que pergunta mais estúpida para um noviço escritor,o padroeiro dos escritores- se é que existe - já deve ter perdido a paciência com tantas lamúrias, algo que milhares de pessoas já se perguntaram, não ao mesmo tempo é claro. Entre os que escrevem também existem os que pensam mais que escrevem.
    Escrevem só quando o nó da garganta diz: - Fale ou te mato! Não falará mais nada antes de desaguar o oceano de palavras não-ditas! HaHaHaHa!
    Nessa incessante briga com o entrelaçamento das cordas vocais, após reverberações por todo o corpo, o diacho do escritor vomitar-lhes-ia com uma sensação inestimável de prazer. Mas sem antes causar-lhe reações adversas, como um remédio que ao mesmo tempo em que remedia, machuca.
  • Carta de volta ao remetente

    Seus beijos me fazem querer ficar, eles são quentes e me perco nos seus lábios enquanto percorre minhas costas com suas mãos. Então abro os olhos com nossos rostos ainda ligados e vejo sua expressão sorridente enquanto beija. Sinto também o seu cheiro, ele me satisfaz da maneira mais refinada possível. Você se afasta e eu observo cada um de seus perfeitos detalhes. Não sei se já disse, mas amo a maneira como seus olhos têm o formato desenhado pelas maçãs do seu rosto. Vejo que elas estão rosadas e quero voltar a esse momento outra vez. "Por favor, não vá", eu digo querendo fique mais, pelo menos abraçada a mim.
    Chego em casa, ainda sinto seu cheiro, quero guardá-lo até nos vermos novamente. Estou totalmente submergido no que sinto por você, um sentimento para o qual não tenho nome.
    Ouço você dizer sobre suas noites, como se diverte. Conheço, através de você, as pessoas com quem anda ficando. Presto atenção em cada palavra que diz sobre o seu ex. Quando vai dormir, ainda fico acordado comparando os lugares onde poderíamos ir nesse fim de semana. Penso, por horas, no quanto desejo ser seu próximo beijo. Reflito sobre como, se eu tivesse a oportunidade que ele teve, nunca me tornaria seu ex.
    Na próxima vez que conversarmos, como sempre, eu vou perguntar sobre o seu dia tentando não demonstrar que te quero mais que tudo ao meu lado, pegar meu bloco e escrever todas as coisas que meu coração está dizendo sobre você, colocar numa caixinha com o seu nome e deixar guardado, esperando o dia em que serei bom o suficiente pra te dizer tudo o que está ali e ouvir que sente o mesmo por mim.
  • Chá das Cinco



    Peço às visitas que entrem
    Entrem, mas apenas se forem ficar
    Pois, senão, que sozinha me deixem
    Basta de ir embora antes de chegar.

    A porta está sempre aberta e espera
    Espera muito, se precisar
    Até que finde a primavera,
    Não há problema em demorar.

    Leve muito tempo, mas venha certo
    Certo, que ao puxar a cadeira
    Ficará do outono ao próximo inverno
    Ou até que floresça a última videira.

    Pois quero viver uma vida inteira
    Inteira, de verdadeiros sentimentos
    Da lua cheia ao raiar da aurora,
    Não apenas de breves momentos.
  • Código de Obras

    Este documento tem o objetivo de orientar, regrar e colaborar com as obras do condomínio desde o momento da sua proposição até a sua conclusão.
    O presente documento, Código de Obras pode tonar-se parte integrante do Regimento Interno do Condomínio ou ainda ser aprovado simplesmente como Roteiro de Orientação.
    Capitulo I – DA PROPOSITURA
    Art. 1º. A proposição de uma obra se inicia na necessidade ou anseio de um ou mais moradores, do conselho ou ainda do síndico. Para que seja proposta em pauta de assembleia deve ser analisada pelo síndico e, preferencialmente, em conjunto com o conselho.
    § único – Havendo omissão de quaisquer das partes, ¼ dos condôminos poderão convocar e propor a pauta conforme convenção e regimento do condomínio.
    Art. 2º. A convocação de uma assembléia que pretende propor uma obra no condomínio deve ser realizada com pelo menos 15(quinze) dias de antecedência, a fim de proporcionar aos moradores, tempo suficiente para, previamente, dirimir sua necessidade, finalidade e custos, seja com o síndico, com o conselho, com os vizinhos e/ou ainda, com possíveis fornecedores.
    Art. 3º. O item de pauta da Assembléia, que pretende propor uma obra, deve ser claro e descrever objetivamente, mas sem deixar dúvidas, a pretendida obra. Deve ainda conter uma estimativa do seu custo e o prazo que deverá levar, mesmo que de forma empírica.
    Art. 4º. A pauta da Assembléia deverá exibir o quorum necessário à aprovação da obra, conforme seu tipo, necessidade e finalidade.
    Art. 5º. Sempre que possível, deve ser proposto a aprovação de um ante-projeto para a pretendida obra de modo a municiar os moradores com informações mais próximas da realidade.
    Capitulo II – DA APROVAÇÃO
    Art. 6º. O presidente da Assembléia deverá explanar o tipo de obra, o que leva a sua necessidade e sua finalidade. Apresentar tudo o que for possível, como esboço, croquis, ante-projeto, projeto, visualização virtual da obra acabada e principalmente os custos.
    Art. 7º. A aprovação deverá refletir, necessariamente, no texto da ATA:
                 I.      Nome do Projeto
              II.      Necessidade e Finalidade
           III.      Custo total – ao menos estimado
           IV.      Limite mínimo de retenção dos pagamentos para quitação ao término da obra
              V.      Limite máximo para aditivo (em percentual)
           VI.      Origem dos recursos
        VII.      Necessidade de ART / RRT
     VIII.      Necessidade de Consultor / Engenheiro / Arquiteto
           IX.      Necessidade de Comissão de Obras
              X.      Necessidade de Comissão de Decoração/Harmonia
           XI.      Envolvimento do Síndico e suas atribuições perante a obra
    § único – Sendo estabelecido um limite para aditivo, qualquer indício de que esse limite venha a ser extrapolado, uma nova assembléia deverá ser convocada sob os moldes previstos na convenção/regimento para aprovar nova verba sob pena de possível contestação dos gastos.
    Art. 8º. Na mesma assembléia que aprovar a Obra, deverá ser definido e posto em ATA:
                 I.      seu grau de complexidade
              II.      qual o prazo máximo para sua execução
           III.      quem ficará como responsável pela sua execução
           IV.      quem ficará responsável pelo acompanhamento / fiscalização da obra
              V.      quem ficará responsável pelos pagamentos / fluxo de caixa
           VI.      onde ficarão os recursos financeiros da obra (conta/banco/etc)
    Art. 9º. Graus de Complexidade – a definição do grau de complexidade da obra ajudará aos responsáveis pela obra, a definir o nível de exigência de todos os envolvidos, comissões, conselho, empreiteiros, engenheiros, arquitetos, fornecedores e do síndico. Para orientar a assembléia a definir a complexidade poderão ser utilizados os seguintes parâmetros:
    Baixa complexidade – obra com menos de 10 dias que envolverá apenas um fornecedor, o qual fornecerá mão-de-obra e material em forma de empreitada global.
    Média complexidade – obra que levará mais de 10 dias e menos de 30 dias, envolverá até três fornecedores e deverá, preferencialmente, contar com um responsável diferente do síndico.
    Alta complexidade – obra que levará mais de 30 dias, envolverá muitos fornecedores, e deverá necessariamente, contar com uma comissão de obras e um ou mais engenheiro(s)/arquiteto(s) para responsável técnico por projeto / execução / fiscalização com as respectivas emissões de Responsabilidade Técnica do seu órgão de classe.
    Art. 10º. – Responsável pela Obra – a entidade responsável pela obra será definida em assembleia, levará em conta o nível de complexidade e será exercida por/pelo:
                 I.      Síndico – o qual acumulará todas as responsabilidades elencadas no Art. 8º.
              II.      Comissão de Obras – a qual acumulará todas as responsabilidades elencadas no Art. 8º.
           III.      Engenheiro / Arquiteto – o qual assumirá as responsabilidades pelas quais for contratado.
    Art. 11º. – Comissão Obras – havendo necessidade, aprovar em assembléia, com ao menos 3(três) moradores residentes, sendo um deles considerado/eleito o presidente da comissão, a qual assumirá o papel de Responsável pela Obra.
    Art. 12º. – Responsável da Obra – deverá ter as seguintes atribuições:
                 I.      Verificar a necessidade de:
    a.       Ante-projeto – levantamento realizado por profissional graduado em atividade‑fim da obra para balizar a assembleia de suas deliberações.
    b.      Memorial Descritivo – documento com informações qualitativas necessárias ao projetista de modo a caracterizar o projeto.
    c.       Projeto – arte e/ou desenho detalhado da obra com escala, medidas, legenda.
    d.      Projeto Executivo – documento em forma de redação, informando: quantitativos e qualitativo, planejamento, modo de aplicação, preparo, manuseio, conserto, descarte, etc, de peças, insumos, materiais e ferramentas necessárias à execução da obra.
    e.       Cronograma físico / financeiro da obra – planilha com o calendário da obra em conjunto com o fluxo de caixa e seus pré-requisitos
              II.      Identificar no mercado, fornecedores que possam executar a obra, principalmente colhendo depoimentos e indicações de clientes e profissionais do ramo.
           III.      Realizar os orçamentos necessários à conclusão das obras, levando em consideração somente mão-de-obra, somente material e empreitada global com materiais e mão-de-obra.
           IV.      Os orçamentos com desvio padrão elevador (±15%) devem ser revistos e até desclassificados indicando forte indício de orçamento fora da realidade. Nestes casos ou o fornecedor errou no orçamento ou não sabe o que está orçando.
              V.      Verificar nos órgãos competentes as atribuições, qualificações, portifólio e as negativas de débitos nas 3 (três) esferas (municipal, estadual e federal).
           VI.      Verificar nos Fóruns da região metropolitana problemas passados.
        VII.      Solicitar minuta de contrato para análise de advogado e/ou da comissão e/ou conselho e/ou síndico e/ou Assembléia geral.
     VIII.      Deliberar a assinatura pelo síndico do(s) contrato(s).
           IX.      Analisar os casos omissos do processo e deliberar a convocação de assembléia.
              X.      Analisar e assinar termo de término da obra elaborado pelo responsável da obra, ou ainda se for definido um, responsável pelo relatório / diário de obras / fiscalização. Havendo comissão de obras, a comissão assinará o(s) contrato(s) como anuentes perante o condomínio.
           XI.      Deliberar o encerramento da obra, seja pelo seu término, seja pela infração das normas do presente documento, propondo retenção, pagamento, ou ainda assembléia para dirimir.
    Art. 12º. Comissão Decoração/Harmonia – havendo necessidade, aprovar em assembléia, com ao menos 3(três) integrantes, sendo um deles considerado/eleito o presidente da comissão, ou pessoa externa convidada/contratada para este fim, a qual deverá ter as seguintes atribuições:
                 I.      Analisar a harmonia decorativa dos itens do projeto.
              II.      Especificar, detalhar e descrever para o responsável pela obra os itens escolhidos.
           III.      Acompanhar os orçamentos, compras e a aplicação dos itens de decoração.
    Capitulo III – DA EXECUÇÃO DAS OBRAS
    Art. 13º. – O Responsável pela Obra, deverá acompanhar a execução da obra, preferencialmente através do principal fornecedor de mão-de-obra ou engenheiro de fiscalização se contratado.
    § 1º. – Sempre que possível optar pelo sistema de empreitada global incluindo os materiais, insumos e ferramentas necessários à execução dos serviços.
    § 2º. – Caso a obra não seja de empreitada global, antes do início das obras, realizar, todos os levantamentos quantitativos e qualitativos, orçamentos, levantar os prazos de entrega dos fornecedores, elaborar o cronograma físico e financeiro das compras, das mão-de-obras, das retiradas, dos descartes, dos consertos, etc, elaborar seqüência/ordem de execução e todo o planejamento necessário ao andamento da obra.
    § 3º. – Os contratos deverão conter necessariamente clausulas com:
                 I.      Qualificação do fornecedor, CPF/CNPJ/IE/IM
              II.      Objeto do contrato
           III.      Valor total
           IV.      Prazo de execução/entrega/fornecimento
              V.      Forma de pagamento atrelado ao Cronograma físico / financeiro
           VI.      Retenção de pagamentos estabelecidos na aprovação da obra
        VII.      Penalidades
     VIII.      Garantias / Termo de Garantia
           IX.      Quitação / Termo de Quitação
              X.      Responsável pelos pagamentos de alvarás, licenças, taxas, atestados, ART/RRT, etc.
           XI.      Responsável pela atualização dos projetos ao fim da obra pelo efetivamente realizado.
        XII.      Descarte, quando aplicável.
    Art. 14º. – Aditivo da Obra – quando houver necessidade de ampliar os gastos da obra em função de obstáculos encontrados, em valor superior ao limite percentual aprovado na assembléia que aprovou a obra, esta deverá ser suspensa/interrompida e uma nova assembléia deverá ser convocada para dirimir a continuidade da obra, nova origem de recursos e novo prazo de execução.
    Art. 15º. – Alvarás / ART / RRT / Licenças / Atestados / Outros – todos os documentos exigidos pela legislação, órgãos de fiscalização, CAU, CREA, Prefeitura, Fatma, Floram, etc, devem ser anexados ao relatório previsto no artigo “Relatório”.
    Capitulo IV – DA CONCLUSÃO / ENCERRAMENTO DA OBRA
    Art. 16º. – Relatórios – Durante e ao término da obra, dependendo da complexidade definida, um diário de obras e/ou relatório sobre a obra deverá ser elaborado pelo responsável da obra e/ou profissional contratado para este fim.
    Art. 17º. – Havendo diferenças entre o projetado e o executado, os projetos e croquis originais devem ser alterados para retratarem efetivamente o que foi realizado na obra.
    Art. 18º. – Termo de Garantia – no contrato deverá conter em anexo a previsão do termo de garantia, o qual deverá ser lavrado ao final da obra, com a assinatura dos responsáveis envolvidos.
    Art. 19º. – Termo de Quitação – no contrato deverá conter em anexo a previsão do termo de quitação, o qual deverá ser lavrado ao final dos pagamentos, com a assinatura dos responsáveis envolvidos.
    Art. 20º. – Prestação de Contas – a prestação de contas da obra deverá ser realizada em AGE pelo responsável da obra, informando o fluxo de caixa entre a origem do recurso aprovado e o realizado, nos mesmos moldes exigidos pela convenção e regimento para a prestação de contas mensal do condomínio.
    § único – Preferencialmente a prestação de contas será submetida previamente ao Conselho Fiscal, para análise e emissão de parecer, o qual deverá ser entregue ao presidente da mesa da AGE de aprovação das contas da obra.
    Capitulo V – DO ARQUIVAMENTO
    Art. 21º. – Após a AGE de aprovação das contas e encerramento da obra, todos os projetos, croquis, relatórios, diários, anexos, licenças, atestados, ART, RRT, comprovantes, resumo da prestação de contas, etc, devem ser arquivados por 5 anos ou pelo prazo de garantia da obra.
  • Como água do mar

    Hoje nada mais faz sentido
    A saudade já bate mais forte
    Preciso daquele abraço,do seu abraço
    Sai desse lugar e vem me encontrar
    Estou te esperando de frente pro mar

    Vem,não faz isso comigo
    Não me deixe mais uma vez
    Viva comigo,o que temos a perde?
    Deixa falarem,que no nosso romance nem nos entendemos
    Se deixa levar,nosso amor é mais lindo que a água do mar

    Que sorriso é esse
    Me conquisto em 2 segundos
    Fiquei louca só de imaginar
    Mil coisas para nos amar
    Uma tarde não basta
    Quero toda a eternidade
    Esse brilho no olhar

    Vem que hoje é o nosso dia
    Vamos aproveitar cada segundo
    Eu te quero mais do que posso suportar
    O seu sorriso me despertou
    Todo esse amor,o que faço agora?
    Já que sem você eu estou.
  • Como eu estou escrevendo?

    Então aqui vou deixar um pouco do que sei escrever e quero que avaliem de 0 a 10, fiquem a vontade para dar opniões sobre o texto abaixo. Eu vou apresentar dois tipos diferentes do que eu escrevi o 1° tipo é uma história com descrição e o 2° tipo é uma sem descrição.
    Mark Krieger um garoto jovem de 17 anos com cabelos castanhos escuros e olhos castanhos claros que era um espadachim e tinha uma espada comum e morava em uma vila chamada Carmine, estava em casa ajudando sua mãe Mafalda Krag uma mulher dona de casa com cabelos castanhos e olhos castanhos com uma idade de 44 anos, quando de repente seu amigo Noah Shideki um jovem da mesma idade de Mark, Loiro e de olhos azuis e que tinha um costume de usar uma faixa na cabeça e que é um lutador de artes marciais, chega e entra dentro da casa de Mark, em seguida olha para Mark com uma cara de preocupação e começa a conversa.
    Noah: Mark preciso da sua ajuda no dojo agora. – Falava Noah preocupado
    Mark olha para Noah com atenção.
    Mark: O que aconteceu? – Falava Mark com duvida
    Noah: Alguns goblins invadiram o dojo e estão saqueando tudo que estão vendo pela frente. – Falava Noah preocupado
    Mark: Ue, mas seu avô não consegue dar conta deles, o veio é forte o suficiente para dar uma surra em um exercito de goblins e de olhos fechados ainda.
    Noah: Eu sei que o velho é forte, mas ele me deixou tomando conta do dojo e me disse: Noah tome conta do dojo enquanto eu saio pra comprar chá, se os goblins saquearem o dojo ou invadirem ele, hoje você ira dormir com hematoma em formato de bastão no meio das costas.
    Mark repara na situação de Noah e começa a rir e zuar seu amigo.
    Mark:  Hahahahahaha! Mal posso esperar para ver o Noah dormir com hematoma em formato de bastão nas costas HAHAHAHAHA! – Mark ria e zuava com a cara de Noah
    Noah: É mais tem um porem que o meu avô me disse: Se acontecer algo e seu amigo Mark recusar a ajudar, eu vou fazer questão de deixar um hematoma em formato de bastão no meio das costas dele também. – Dizia Noah olhando seriamente para Mark
    Mark fica sério e começa a refletir o que Noah disse.
    Mark: “Que droga, tomar uma surra do velho não deve ser nada bom, imagina só dormir com as costas pelando de fogo por causa da paulada que o veio vai dar nas costas, o pior ainda vai ser quando eu for tomar banho, ah mas que velho maldito”. Então vamos lá Noah não quero tomar uma surra do velho. – Falava Mark com medo de tomar uma surra do avô de Noah
    Noah: Eu também não quero tomar uma paulada nas costas, então vamos rápido antes que os goblins fujam. – Falava Noah também com medo de tomar uma surra de seu avô
    Em seguida os meninos saem daquela casa, enquanto os meninos saiam de casa a mãe de Mark olha para ele e diz.
    Mafalda: Mark não volte muito tarde para casa, e juízo nessas cabeças. – Falava mãe de Mark sorrindo
    E Mark enquanto saia de casa olha para sua mãe e dizia em voz alta.
    Mark: OK MÃE, TCHAU – Falava Mark saindo de casa
    Noah e Mark vão correndo até o dojo do clã Shideki um lugar onde os membros do clã Shideki treinam artes marciais, chegando lá encontram 5 goblins, sendo 4 deles armados com uma adaga e o outro armado com um arco e flecha, eles estavam roubando as coisas do lugar, Noah assim que se depara com aquela cena fala em voz alta com os goblins.
    Um goblin são criaturas geralmente verdes que se assemelham a duendes.
    Noah: EI SEUS IDIOTAS PAREM O QUE ESTÃO FAZENDO AGORA!!! – Dizia Noah um pouco furioso
    Os goblins olham para o Noah e começam a rir da cara dele e o goblin que estava com arco e flecha começa a falar com Noah.
    Goblin arqueiro: Acha mesmo que vamos parar o que estamos fazendo só por que um pirralho disse? –Falava o Goblin arqueiro tirando sarro da cara de Noah com seus companheiros goblins. “Garoto insolente acha mesmo que vamos parar de roubar esse dojo só por que ele quer, vou ensinar uma lição a esse moleque” – Pensava o Goblin arqueiro.
    O goblin arqueiro aponta o dedo para o Noah e Mark e ordena os outros 4 goblins.
    Goblin Arqueiro: Vamos rapazes ensinem uma lição a esse garoto. – Falava o goblin enquanto apontava o dedo para Noah e Mark
    Goblin com adaga: Sim chefe, vamos ensinar a esse garoto a não se meter com a gente. – Falava um dos goblins que estavam armados com uma adaga.
    Os 4 goblins vão em direção ao Mark e Noah, Noah na hora começa a sussurrar com Mark sobre um plano
    Noah: Mark presta atenção, você fica com os dois goblins que estão vindo pela esquerda que eu pego os outros dois que estão vindo pela direita. – Sussurrava Noah.
    Mark concorda com a ideia de Noah fazendo um sinal positivo com o polegar, e em seguida Mark avança pela esquerda e Noah pela direita, em seguida Mark desembainha sua espada e vai em direção dos dois goblins e executa uma técnica em um deles.
    Mark: GOLPE CONCENTRADOOOO!!! – Dizia Mark ao concentrar realizar um golpe especial.
    Mark consegue acertar o goblin bem no meio do peito com seu golpe concentrado, em seguida o outro goblin vem em sua direção  e grita em voz alta.
    Goblin com adaga: MORRA SEU PIRRALHO MALDITO!!! – Gritava o goblin com Mark
    Mark enxerga o movimento do goblin e consegue desviar rapidamente, e em seguida Mark realiza um golpe normal no primeiro goblin que ele atacou, e logo depois o goblin desmaia por não resistir aos golpes que sofreu, em seguida o goblin arqueiro mira em Mark e o acerta com uma flecha na perna direita na região da coxa, e Mark sente uma dor bem forte na sua coxa direita devido a flechada e grita.
    Mark: CARALHO VELHO, ISSO DÓI PRA PORRA MANOOO!!! –Gritava Mark sentindo muita dor
    No momento em que Mark se distrai devido a dor que sente na sua coxa direita o goblin vai para cima dele e tenta realizar um ataque, só que Noah chega a tempo e consegue realizar uma técnica especial.
    Noah: SOCO CONCENTRADO!!! – Dizia Noah ao efetuar sua técnica de combate para acertar o goblin
    O goblin fica atordoado devido ao golpe forte que ele levou na cabeça e quase desmaia, em seguida o goblin arqueiro com medo da uma ordem aos outros goblins
    Goblin arqueiro: Vamos embora rapazes esses pirralhos são demais para nós.
    Em seguida todos os goblins se levantam e vão embora deixando as coisas que eles iam roubar. Enquanto os goblins fugiam Mark gritava de dor e pedia para Noah ir ajuda-lo
    Mark: EI NOAH SERÁ QUE VOCÊ PODERIA MEU AJUDAR, CARA EU TÔ COM UMA FELCHA ENFIADA NA MINHA COXA DIREITA ME AJUDA PORRA!!! – Gritava Mark sentindo muita dor
    Noah: Calma Mark vou olhar se aqui no dojo tem o kit de primeiros socorros que meu avô guarda – Procurava Noah um kit de primeiro socorros
    Mark: VAMOS LOGO CARA EU NÃO TENHO O DIA TODO – Gritava Mark enquanto Noah procurava o kit de primeiros socorros
    Noah: Achei, esse aqui deve servir – Falava Noah quando achou o kit de primeiros socorros
    Em seguida Noah vem em direção de Mark e começa a fazer os curativos
    Mark: Vai doer muito? – Perguntava Mark com um pouco de preocupação
    Noah: Acho que vai, mas você já passou pelo pior então não vai doer tanto assim – Dizia Noah enquanto preparava os curativos para fazer em Mark.
    Mark: Nossa cara olha como esse dojo ta uma bagunça, o velho vai bater na gente será? “Imagina só a força que aquele velho tem, uma paulada de bastão nas costas deve doer até na alma” – Perguntava Mark e em seguida pensava, enquanto Noah fazia os curativos.
    Noah: É só a gente arrumar isso aqui rapidinho que o velho nem vai saber o que aconteceu – Dizia Noah sorrindo e finalizava a frase com um sinal positivo com o polegar
    Mark e Noah começaram a arrumar a bagunça que estava do dojo enquanto conversavam
    Mark: Noah cadê o pessoal que treinava aqui no dojo? – Perguntava Mark
    Noah: Eu não sei para onde eles foram exatamente, pois alguns foram até a capital da região e outros foram pra Nagasun fazer o teste para se tornar samurai e alguns para se tornar monge ou melhorar as artes marciais.
    Nagasun é uma região que fica ao extremo norte, uma cidade com uma cultura e visual oriental, onde também é realizado o teste para se tornar samurai,ninja e monge. Há também outros tipos de testes que guerreiros vão atrás para se tornar, mas a maioria que vai para a capital de Nagasun procura sempre se tornar as 3 classes citadas.
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    Agora irei colocar um sem descrição
    Mark Krieger um garoto jovem de 17 anos com cabelos castanhos escuros e olhos castanhos claros que era um espadachim e tinha uma espada comum e morava em uma vila chamada Carmine, estava em casa ajudando sua mãe Mafalda Krag uma mulher dona de casa com cabelos castanhos e olhos castanhos com uma idade de 44 anos, quando de repente seu amigo Noah Shideki um jovem da mesma idade de Mark, Loiro e de olhos azuis e que tinha um costume de usar uma faixa na cabeça e que é um lutador de artes marciais, chega e entra dentro da casa de Mark, em seguida olha para Mark com uma cara de preocupação e começa a conversa.
    Noah: Mark preciso da sua ajuda no dojo agora. – Falava Noah preocupado
    Mark olha para Noah com atenção.
    Mark: O que aconteceu? – Falava Mark com duvida
    Noah: Alguns goblins invadiram o dojo e estão saqueando tudo que estão vendo pela frente. – Falava Noah preocupado
    Mark: Ue, mas seu avô não consegue dar conta deles, o veio é forte o suficiente para dar uma surra em um exercito de goblins e de olhos fechados ainda.
    Noah: Eu sei que o velho é forte, mas ele me deixou tomando conta do dojo e me disse: Noah tome conta do dojo enquanto eu saio pra comprar chá, se os goblins saquearem o dojo ou invadirem ele, hoje você ira dormir com hematoma em formato de bastão no meio das costas.
    Mark repara na situação de Noah e começa a rir e zuar seu amigo.
    Mark:  Hahahahahaha! Mal posso esperar para ver o Noah dormir com hematoma em formato de bastão nas costas HAHAHAHAHA! – Mark ria e zuava com a cara de Noah
    Noah: É mais tem um porem que o meu avô me disse: Se acontecer algo e seu amigo Mark recusar a ajudar, eu vou fazer questão de deixar um hematoma em formato de bastão no meio das costas dele também. – Dizia Noah olhando seriamente para Mark
    Mark fica sério e começa a refletir o que Noah disse.
    Mark: “Que droga, tomar uma surra do velho não deve ser nada bom, imagina só dormir com as costas pelando de fogo por causa da paulada que o veio vai dar nas costas, o pior ainda vai ser quando eu for tomar banho, ah mas que velho maldito”. Então vamos lá Noah não quero tomar uma surra do velho. – Falava Mark com medo de tomar uma surra do avô de Noah
    Noah: Eu também não quero tomar uma paulada nas costas, então vamos rápido antes que os goblins fujam. – Falava Noah também com medo de tomar uma surra de seu avô
    Em seguida os meninos saem daquela casa, enquanto os meninos saiam de casa a mãe de Mark olha para ele e diz.
    Mafalda: Mark não volte muito tarde para casa, e juízo nessas cabeças. – Falava mãe de Mark sorrindo
    E Mark enquanto saia de casa olha para sua mãe e dizia em voz alta.
    Mark: OK MÃE, TCHAU – Falava Mark saindo de casa
    Noah e Mark vão correndo até o dojo do clã Shideki um lugar onde os membros do clã Shideki treinam artes marciais, chegando lá encontram 5 goblins, sendo 4 deles armados com uma adaga e o outro armado com um arco e flecha, eles estavam roubando as coisas do lugar, Noah assim que se depara com aquela cena fala em voz alta com os goblins.
    Noah: EI SEUS IDIOTAS PAREM O QUE ESTÃO FAZENDO AGORA!!! – Dizia Noah um pouco furioso
    Os goblins olham para o Noah e começam a rir da cara dele e o goblin que estava com arco e flecha começa a falar com Noah.
    Goblin arqueiro: Acha mesmo que vamos parar o que estamos fazendo só por que um pirralho disse? –Falava o Goblin arqueiro tirando sarro da cara de Noah com seus companheiros goblins. “Garoto insolente acha mesmo que vamos parar de roubar esse dojo só por que ele quer, vou ensinar uma lição a esse moleque” – Pensava o Goblin arqueiro.
    O goblin arqueiro aponta o dedo para o Noah e Mark e ordena os outros 4 goblins.
    Goblin Arqueiro: Vamos rapazes ensinem uma lição a esse garoto. – Falava o goblin enquanto apontava o dedo para Noah e Mark
    Goblin com adaga: Sim chefe, vamos ensinar a esse garoto a não se meter com a gente. – Falava um dos goblins que estavam armados com uma adaga.
    Os 4 goblins vão em direção ao Mark e Noah, Noah na hora começa a sussurrar com Mark sobre um plano
    Noah: Mark presta atenção, você fica com os dois goblins que estão vindo pela esquerda que eu pego os outros dois que estão vindo pela direita. – Sussurrava Noah.
    Mark concorda com a ideia de Noah fazendo um sinal positivo com o polegar, e em seguida Mark avança pela esquerda e Noah pela direita, em seguida Mark desembainha sua espada e vai em direção dos dois goblins e executa uma técnica em um deles.
    Mark: GOLPE CONCENTRADOOOO!!! – Dizia Mark ao concentrar realizar um golpe especial.
    Mark consegue acertar o goblin bem no meio do peito com seu golpe concentrado, em seguida o outro goblin vem em sua direção  e grita em voz alta.
    Goblin com adaga: MORRA SEU PIRRALHO MALDITO!!! – Gritava o goblin com Mark
    Mark enxerga o movimento do goblin e consegue desviar rapidamente, e em seguida Mark realiza um golpe normal no primeiro goblin que ele atacou, e logo depois o goblin desmaia por não resistir aos golpes que sofreu, em seguida o goblin arqueiro mira em Mark e o acerta com uma flecha na perna direita na região da coxa, e Mark sente uma dor bem forte na sua coxa direita devido a flechada e grita.
    Mark: CARALHO VELHO, ISSO DÓI PRA PORRA MANOOO!!! –Gritava Mark sentindo muita dor
    No momento em que Mark se distrai devido a dor que sente na sua coxa direita o goblin vai para cima dele e tenta realizar um ataque, só que Noah chega a tempo e consegue realizar uma técnica especial.
    Noah: SOCO CONCENTRADO!!! – Dizia Noah ao efetuar sua técnica de combate para acertar o goblin
    O goblin fica atordoado devido ao golpe forte que ele levou na cabeça e quase desmaia, em seguida o goblin arqueiro com medo da uma ordem aos outros goblins
    Goblin arqueiro: Vamos embora rapazes esses pirralhos são demais para nós.
    Em seguida todos os goblins se levantam e vão embora deixando as coisas que eles iam roubar. Enquanto os goblins fugiam Mark gritava de dor e pedia para Noah ir ajuda-lo
    Mark: EI NOAH SERÁ QUE VOCÊ PODERIA MEU AJUDAR, CARA EU TÔ COM UMA FELCHA ENFIADA NA MINHA COXA DIREITA ME AJUDA PORRA!!! – Gritava Mark sentindo muita dor
    Noah: Calma Mark vou olhar se aqui no dojo tem o kit de primeiros socorros que meu avô guarda – Procurava Noah um kit de primeiro socorros
    Mark: VAMOS LOGO CARA EU NÃO TENHO O DIA TODO – Gritava Mark enquanto Noah procurava o kit de primeiros socorros
    Noah: Achei, esse aqui deve servir – Falava Noah quando achou o kit de primeiros socorros
    Em seguida Noah vem em direção de Mark e começa a fazer os curativos
    Mark: Vai doer muito? – Perguntava Mark com um pouco de preocupação
    Noah: Acho que vai, mas você já passou pelo pior então não vai doer tanto assim – Dizia Noah enquanto preparava os curativos para fazer em Mark.
    Mark: Nossa cara olha como esse dojo ta uma bagunça, o velho vai bater na gente será? “Imagina só a força que aquele velho tem, uma paulada de bastão nas costas deve doer até na alma” – Perguntava Mark e em seguida pensava, enquanto Noah fazia os curativos.
    Noah: É só a gente arrumar isso aqui rapidinho que o velho nem vai saber o que aconteceu – Dizia Noah sorrindo e finalizava a frase com um sinal positivo com o polegar
    Mark e Noah começaram a arrumar a bagunça que estava do dojo enquanto conversavam
    Mark: Noah cadê o pessoal que treinava aqui no dojo? – Perguntava Mark
    Noah: Eu não sei para onde eles foram exatamente, pois alguns foram até a capital da região e outros foram pra Nagasun fazer o teste para se tornar samurai e alguns para se tornar monge ou melhorar as artes marciais.
    ===========================================================================================================
    Bem isso é tudo, se alguém puder me ajudar como escrever isto melhor ou avaliar para mim eu ficaria muito grato
  • Como o Tempo Passa

    A praça do bairro mudou
    O jardim não é o mesmo
    As flores não tem mais cor
    Os pássaros vivem ao relento

    Como o tempo passa

    Mudou tudo até mesmo a escola
    São poucas as lembranças
    Agora as ruas tem calçadas
    E diferentes crianças

    Como o tempo passa

    O velhinho do pão nos deixou
    As fofocas sem a zeze não são as mesmas
    Tudo é tão comum para quem chegou
    Mas quem retornou vê toda diferença

    Como o tempo passa

    Parece que foi ontem que me mudei
    Que tive medo de estar perto das pessoas
    Na verdade foram as melhores que encontrei
    Vivemos tanta coisa boa

    Como o tempo passa

    Daqui da janela volto no tempo
    Tantas histórias, tanta vida
    Cabelos brancos ao me olhar no espelho
    Me sinto a vovó Bia

    Como o tempo passa

    É ele passa! Passa tão rápido quem nem notamos.
    Quando percebemos já estamos revivendo um passado distante
    As coisas boas sempre vá aproveitando e guardando
    Pois a vida é feita de escolhas e para viver só temos uma chance!
  • De volta aos trabalhos?

    Mais de um ano agora. Sem escrever qualquer linha que não seja uma lista de compras de materiais ou um texto técnico extremamente sem graça. Fico relendo o que já escrevi e parece que não fui eu. Não que eu ache que está bom demais para tê-los feito, ou mesmo ruim, é que pelo prisma do tempo creio que apenas os faria diferentes. Os mesmos textos, temas, personagem... Sempre o mesmo. Essa constância continua, acreditem. Às vezes eu mesmo me pego bolando outra história de mercenários, guerras e intrigas, enquanto tomo uma cerveja na varanda em obras; ou mesclo os pensamentos literários com os gastos com vedante de superfície. De volta ao bom e velho Autores. Mas a culpa da ausência é minha mesmo, não minto. Prometi que só retornaria às historietas mais afeitas à auto satisfação do que outra coisa, quando cumprisse a missão de terminar de erguer este singelo Templo de Salomão a que ora me dedico. Está difícil, mas segue. Já posso exibir algumas cicatrizes da batalha, qual guerreiro orgulhoso. Hoje, especialmente combalido, no local de costume, onde tantas vezes viajei para tanto lugares, pensei em escrever novamente, mas não! Não o farei, conforme prometi... mas eu sou fraco. Ou forte. Eu sei lá...
  • Desabafo

    Recentemente baixei um aplicativo para ajudar na ansiedade. Minha ansiedade não é tão forte a ponto de se manifestar fisicamente de forma muito evidente (exceto por uma pequena mania automutiladora e insônia antes de algum evento importante), mas mesmo assim incomoda. Esse aplicativo disse que escrever pode ajudar a organizar os pensamentos, por isso estou escrevendo isso. Quando era criança sempre tentei ter diários, mas nunca consegui escrever todos os dias. Sempre fui assim, não sou muito boa em começar e terminar coisas. Geralmente começo e digo que um dia termino. Acaba que eu tenho pelo menos cinco livros que comecei a escrever e não acabei, além de um livro de poesias em que só falta terminar os desenhos (que sou eu quem faço, por isso faz um ano que está atrasado). Tem várias outras coisas que comecei e não terminei, mas não vêm ao caso.
    Ultimamente parece que o mundo está tentando me cobrar uma resposta acerca de uma coisa. Eu gosto de cantar e tocar violão. Um sonho que eu tinha quando criança era ser cantora igual a Avril Lavigne. Já participei de festivais, tentei fazer uma banda e a minha tentativa mais recente foi uma dupla com meu namorado. Dos três festivais que participei, ganhei um (acredito que ganhei por falta de concorrência, embora tentem me dizer o contrário), a banda não deu muito certo também. Eu quis dar um tempo para a nossa dupla faz quase um ano. Fizemos só uma apresentação, que foi uma participação no show de um amigo. Acho que as pessoas gostaram. Mesmo assim, tenho problemas para enxergar que somos bons nisso. Meu namorado disse que é coisa da minha cabeça, porque às vezes eu acho que está muito ruim e ele diz que isso fica maior do que parece pra mim. Gosto de tocar e cantar com ele, embora eu fique meio ranzinza quando ensaiamos, e dependendo do lugar que ensaiamos eu começo a ficar incomodada. Se for um lugar onde passa muita gente, eu começo a achar que as pessoas não estão gostando ou estão rindo da gente, aí eu começo a ficar triste. Parece que o mundo quer saber de mim se eu vou ou não continuar nisso. Apesar do meu medo, eu adoraria cantar pras pessoas e saber que elas gostam do que eu faço. Só que minha cabeça não para de me dizer o contrário.
    Eu faço faculdade de manhã e vou pra lá de van, porque meu pai não pode me levar e é mais tranquilo. Além de mim, tem um pessoal que está no ensino médio que também vai comigo. Eles são legais na maioria, mas tem tido um problema essa semana que me incomodou, mas acho melhor não falar disso. Acho que vou ficar irritada. Só queria dizer que está me incomodando e estou desanimada de ir nessa van. 
    Meus pais também estão me deixando meio maluca. Eu sei que se você que está lendo tiver mais ou menos minha idade, vai concordar com isso, e que se não, vai dizer que é uma fase. Eles não me deixam maluca porque não gosto deles. Pelo contrário. Eles me deixam assim porque eu gosto muito deles, então eu fico em dúvida se devo fazer o que eu quero ou o que eles querem. Sei que eles querem o melhor pra mim, mas porque eu iria querer o contrário? Acho que nesse ponto vejo o mundo mais simplificado do que eles. Pais sempre pensam no pior que poderia acontecer, enquanto nós pensamos nas coisas boas. Eu tenho quase 18 anos e tenho medo de continuar com essa dúvida. Principalmente meu namorado, porque o que está nos atrapalhando um pouco é o fato de eles não quererem que eu namore agora (ou até minha formatura (ou até eu ter 30 anos)) e ele está muito incomodado com isso. Tudo isso me deixa muito chateada. Não gosto de ter que escolher entre meus pais e meu namorado. Não deve ser tão difícil assim ter os dois. Acho que as coisas estão se complicando além do necessário.
    Agora que já acabei de incomodar você que está lendo, pode continuar a ler outros textos. Eu precisava desabafar e foi bom contar com você para ler. Desculpe se essa leitura não te agregou conhecimento útil ou diversão. Mesmo assim, obrigada por ler.
  • Desabafos de uma Ana

    Tem um momento da vida que você tem que parar para refleti sobre tudo o que você fez,que quer fazer é que está fazendo. Esse momento tem que acontecer não apenas uma vez,mas várias. Até hoje tento realizar as coisas com racionalidade, mas será que é o suficiente? Mágoas do passado não são simplesmente apagadas de uma hora para outra,ou até mesmo perdoadas,ainda mais quando são pessoas que você menos quer se magoa. Pedir perdão de um dia para o outro não resolve nada, inventar mentiras também não, e aquele tempo todo que passou sem falar um palavra se quer comigo? E aqueles momentos que mais precisei ou mais felizes da minha vida que foi perdido por um mero orgulho? Hoje percebo que toda mágoa que quardava não valia a pena, não existe volta para o que não quer ser concertado,não existe perdão para quem não admite o erro,não existe aproximação para quem não tenta. E pensando nesse momento,todo o tempo perdido valeu a pena?Sim,porque pude percebe a cada segundo quem realmente quis estar comigo resolvia o problema na hora,não deixava o orgulho vencer e reconhecia que estava errado. E se era eu a errada,me mostrava isso,não apenas sumia. Então reveja o seu julgamento de quem está certo ou errado,pois se despender de mim,vai continuar sendo apenas mais uma pessoa que passou pela minha vida.
  • Destino do escritor

    crer, ser
    crescer e ser
    ser e ver
    que cresceu
    pra escrever
    o que não se pode ver
  • Deveria ter te falado

    Oi venho-te falar que tenho uma doença terminal não tenho muito tempo de vida, na verdade os médicos me falaram que tinha três meses de vida no máximo hoje esta quase no final desses três meses, não me brigue por não ter contado é que odiaria ver você perdendo tempo da sua vida se preocupando com alguém que já esta morta, e ver seu olhar de dó pra min não ia suportar isso acho melhor tomar um tiro, mas me desculpe por não ter contado antes, acho que sou idiota por não ter contado pode xingar me odeia  seria melhor, só de imaginar  você chorando me parte aquele meu coração que lava endurecida, mas se não chorar me arranca um sorriso. Sabe todo dai queria te contar, mas não consegui, por favor, entenda eu já estou morto não queria ser só um incomodo ver falsa esperança, não muito obrigado, mas não  quero. Você não tem ideia como não queria entrar em sua vida para partir tão breve, pensei todo dia de sumir com uma brisa que bate no rosto e se vai rápida mente não conseguia sempre queria aproveitar um pouco mais já que era meu fim queria acabar com lembranças boas mesmo que fosse só uma conversa boba ou um inteligente. Agora me despeço ADEUS vou sentir sua falta.
  • Dia de chuva

    Tudo começou com um belo dia pós chuva. À vi em uma travessa daquela pequena cidade.
    A princípio não havia reparado em seu elegante cachecol estampado com flores, e sua blusa lisa caque que destacava sua esbelta cintura, e sua calça jeans escura, e suas botas marrom, sem salto. Não sou de reparar nas pessoas, mas não pude deixar de reparar em seus cabelos castanho escuro, levemente andulado nas pontas, e aqueles chamativos par de olhos mel esverdiados, que até poderia dizer que eram âmbar, e um sorriso, lindíssimo, com dentes tão brancos como as nuvens, e reluzentes como as estrelas. Mas o que realmente me chamou a atenção, foi o motivo de seu sorriso, um pequeno pássaro verde, pousado em uma árvore próxima. Ela apontava, e sorria, mostrando-o para quem andava com ela.
    E isso me fez pensar: Como coisas simples podem fazer a alegria de alguém?
    Aquele pássaro pousado naquela árvore, nada de mais, fez a moça sorrir.
    E aquela simples ação da linda moça, me fez sorrir o resto do meu dia.
  • Duvida cruel

    Cada dia que se passa eu me pergunto. Por que de a vida ser como ela é? Será que nós somos eternos? ou somos apenas passageiros? Tantas questões e indagaçõe que se parar para pensar ficamos loucos.  Sabendo a resposta não é diferente disso. Que nem no dia que piramos ao pensar no fim de tudo,mas ele está tão distante é tão perto ao mesmo tempo que sinto como se minha pele estivesse a se desintegrar. 
    Cada pedaço de mim,e daqueles que sabem o que muitos não sabem. Mas qual o sentido de ficar assim ao invés de seguir a vida feliz? Essa é a grande dúvida. Assim como é aquela dúvida do amor,será que estou apaixonado apenas por sentir aquela pele tão macia na minha,apenas por sentir o cheiro maravilhoso de seu perfume e ouvir suas lamurias por uma única noite.Será? 
    Nos nunca sabemos pois se soubéssemos não tinha dificuldade nenhuma na vida,por isso a dúvida, por isso a dor, por isso as noites em claro pensando e pensando apenas isso. Mas não é isso que acaba com a gente,o que acaba e ver que muitos que não tem a resposta que querem acabam se destruindo com todo tipo de coisa ruim que o mundo nos proporciona. Dai vem a preocupação,dai vem a dor eterna que não sai do peito machucado de alguém que mesmo jovem já passou e viu muitas coisas.
    Por isso mesmo não tendo esperança mais, aqui estou eu,me expressando de uma forma nunca antes feita por mim para ver se eu alcanço aqueles que precisam ouvir algo que os façam pensar,o que estão fazendo de suas vidas,pois o ser que somos nós,é algo eterno então não tenham duvida de que essa vida e só mais um caminho,o último, para cessar as duvidas e trazer a paz para aqueles que se indagam assim como eu.

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