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Dois. Capítulo dois de seis

Capitulo dois
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     Os dois entraram na mansão, o jardim era imenso, com muitas árvores. Até chegar a casa foi um longo caminho, pois entraram se escondendo de planta a planta.
     -Após o crepúsculo rondaremos a casa sem sermos vistos!
     -Concordo que ir agora seria entregar o jogo. Coutinho estava mais com medo que Zé, ou menos seguro. - Porque será que eles roubaram o dinheiro, e como souberam?
    -Só sei que o pegaremos de volta e entregaremos no prazo! O nariz de Zé estava empinado quando proferiu isto.
Pararam na árvore mais próxima do casarão e por ali ficaram a tagarelar de vez em quando.
     -Aí minha mulher! Coutinho começou a repetir e desta vez isto apoquentou Zé que passou a perceber tal coisa e não parava de repetir até que Zé perguntou:
     -Porque tu tanto pensas em sua mulher?
    -É que se perdermos o emprego minha mulher vai se sentir muito mal, tanto que ela desejou que eu me empregasse e tivéssemos um pingo de sossego. Nós não vamos perder nossos empregos era o que Zé acreditava e o disse.
     A noite caiu os dois desceram da árvore e de fininho rondaram a casa até pararem em uma das janelas onde viam o casal de ladrões e após ouvi-los por um tempo Coutinho soltou estas palavras:
     -O faxineiro é o ladrão!
   -O estranho é ele morar nesta mansão, não acha? Zé referiu a pergunta a Coutinho e foi como se fosse para os ladrões, pois a conversa deles chegou à resposta para este assunto:
     -Finalmente não precisarei trabalhar como um escravo, dês de que perdi o meu emprego milionário trabalhei como um cachorro para não termos de vender esta mansão, tivemos que despedir vários empregados, mas a sorte nos bateu! Disse o ladrão, na conversa que parecia ser para sua mulher, ou seja, eles eram realmente um casal e ex milionários.
   -Isto explica porque não há vigias neste lugar, isto facilita nosso trabalho, temos que encontrar onde eles guardaram o dinheiro! Ficaram a escutá-los por bastante tempo, mas de nada serviu para seus propósitos.
     -Foi como o planejado, e olha que não tivemos muito tempo. A mulher comentou e ouviu:
   -Sim o dinheiro é nosso! Os seguranças rondaram a casa, mas ainda com cuidado, pois poderia sim ter alguém de olho por ali.
   -Sairemos daqui como vimos sem sermos vistos. Zé estava certo, devido este ser seu trabalho, ouviu bem do chefe. Pegariam o dinheiro de volta e o entregariam no prazo. Tinham tempo, conheceram o lugar de cabo a rabo e ainda na noite voltaram à árvore mais próxima do casarão e Zé dizia-se cansado, exausto, tinha que tirar um sono foi vencido pelo cansaço. Coisa que os dois fizeram e logo o sol nasceu. Depois Zé acordou ouvindo o bom dia de Coutinho que também disse apontando para baixo:
     -Olha eles colocaram uma mesa, vão tomar café ao ar livre, vê só que chique eles são!
     -Acordou faz tempo, porque não me acordou?
     -É que cai daqui e a pancada doeu. Coutinho tinha a pouco caído da árvore.
   -Alguém te viu? Zé quis saber assustado e o amigo o confortou dizendo que ninguém o notou. Com o alivio Zé comentou:
     -Bom, daqui podemos ouvi-los e assim podemos descobrir onde esta o dinheiro.
   Os ladrões chegaram, estavam sendo servidos por uma empregada, esta talvez tivesse trabalhando para eles sem receber, seria alguém de confiança Zé pensou e continuou a assistir com muito interesse.
     -Com este dinheiro vamos poder voltar a contratar pessoas e criar um meio de renda, que nos mantenha nas condições ao qual estamos acostumados.
     -E em fim poderemos ter nosso filho, tanto, tanto desejado. A mulher proferiu e ao repetir a palavra que repetiu isto emocionou Coutinho, os dois agora sabiam que aqueles dois agora miseráveis tinham uma historia e uma das boas.
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Veja a seguir o capítulo três.
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Atualizado em: Seg 15 Mai 2017
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