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As diletas águas da vesânia

Contos do RN
Advertência: Não me deem ante depressivos, isto é apenas um livro.
     Caminho sobre a plataforma de madeira, (praia de Pirangi) finalmente em um dia em que consegui me livrar de todos do mundo, estou só, com a areia, o mar, o vento e seus sons, eu penso:
praia pirangi do norte1
     “Os olhos que governam o mundo e seus lares são mais de um. O mar é minha obsessão! Quem sou eu? Perguntaria outra vez, mas o cansaço da procura me fez parar esta busca, seria isto? Então me deixei levar por apenas isto? Não! A pergunta ficará, como este longo mar, são muitas perguntas, uma vastidão da areia da praia que o vento sopra e leva a seu lado. Incomoda-me às vezes, sonhar passar a noite admirando o encanto das águas e não passar. Sonho todas as noites, todas as tardes e todos os dias, está sentado e ao redor em três lados as águas, as ondas batendo em tabas que formam a estrutura na qual estou. O céu e as nuvens, nomeações de coisas que estão lá em cima. A lua jogando as luzes e as nuvens as lágrimas a terra, esta ultima é a única coisa que me tira dali, após me molhar por tempos.”
     Estou aqui, e agora?
     Continuo meus passos e após olhar a vastidão olho para mim:
793f5f30e55d5cd932de00b6a10b117a.jpg
     Vejo-me colocar as mãos na parte de apoio desta passagem, deste cais.
     Minhas mãos vão passando sobre o frio que ela me passa.
     Continuo caminhando sem saber se estou me sentindo bem ou melhor, opções estas que não se alteram.
     Sinto as ondas alcançarem meus pés, ao colidirem contra a madeira.
     Continuo meus passos, vejo o sol nascer, dar sua primeira olhada da manhã para cá lá do fim em que se encontra.
     As nuvens parecem abrir seus olhos naturalmente quando a luz a passa e abraça fortemente.
     Chegando ao fim das tabas e de meus passos olho para o que me resta, o mar e mais?
     Sento-me, que frio e que calor! Não consigo me decidir ou decifrar o que me vem.
     Volto a pensar em meus dias longe daqui:
     “Às vezes me vejo chorando nesta bela imagem das águas e das areias. Sem saber a razão do choro eu apenas quero está ali, enquanto as vozes das pessoas que me amam me convidam em vão para sair, coisa que acaba me convencendo, após gritos de insistência.”
     Estou aqui, e já pensei e penso sobre outros lugares: Não sito nomes, são características, quem poder que os definam.
     São poucos minutos em poucas gotas que caem, árvores e águas como belezas naturais (Cachoeira do pinga).103653495  0 portalegre cachoeira do pinga portalegre
Juntamente a estes, um pouco distante estas outras águas e árvores, uma gruta, casa pequena com água, assim a defino, pois não sei explica-la (Portalegre).0 Portalegre - Term Tur da Bica 1.jpg
     Sempre procuro o que seja bom, tem sido algo novo ou algo que vive como uma ilusão, como pensar em uma garota que não sabe nem que existo ou sabe e eu não sei, só sei que me lembrei dela quando estive ali. Talvez esta garota ao qual pensei fosse apenas uma referência a uma outra, esta que sempre me cerca em meus sonhos e me abraça quando durmo. Seu corpo é quente, sinto seus cabelos em meu pescoço, as ondas estranhas parecem seu leve sorriso.
     Ultimamente soprou em meu ouvido, pedindo para que eu escrevesse algo para ela, mais um algo eu disse, em pergunta sem pronunciar e não fiz questão. Talvez ela nem tenha pedido e apenas eu desejei ao está com uma ilusão que nunca vou deixar.
     Em outro lugar fiz uma trilha (Parque das dunas),1 164 nesta fechei os olhos ao andar, respirei bem, foi bom, lá de cima dava pra ver a praia, o mar. Na trilha fechei os olhos para sentir uma sensação diferente, parece besteira, mas as coisas diferentes e principalmente as simples sempre me chamam atenção.
     Lugares distantes entre si e distantes do agora. Onde respiro bem “areia, água e sal”.
     Lembro-me de mais um lugar (Serra caiada),4.JPG  estre tinha uma cruz lá no alto é simples de identifica-lo, subir foi ótimo, descer apesar de quase passar direto e descer de vez caindo sem querer também foi bom já que não cai.
     Dá pra ver a cidade, a mata, as pistas, estradas que se ligam e listram longe um traço a vir e ir. O que me chamou mais atenção foram as nuvens, elas tinham peso, algumas distantes pareciam carregar pesos em sua branquisse estrutural. Não sei o que elas diziam, pois não as dei atenção, foi um dia legal, onde todos estes lugares perdem para o mar, que se tornou minha obsessão a ponto de pensar:
     “Sempre me imagino, sentado na areia e as ondas em sorriso apagarem os desenhos ao chão. Este sorriso ser calado por aquela que nunca existiu, uma ilusão, uma garota que sempre sito e sempre me vem. Eu sentado ao lado daquela que esta sem esta sentada a meu lado. Nós dois levantamos e após segundos pensando sobre coisas ou momentos bons, estes nos apertam e nos sufocam nos dando e definindo o futuro de nossos passos.”
     Penso em como continuar, como continuar este conto para que leiam, para que seja grande suficiente como uma vida. Para que ninguém passe os olhos e esqueça.
     Vou pensando sobre onde estive a pouco: Chutar a areia involuntariamente e voluntariamente foi o que fiz (praia de Cotovelo). full_250220140056163ea2019180f557e5bb9da131d3a2cf8b.jpgDesenhos em traços na areia eu fiz e o mar levou, me dizendo que tudo se vai.images.jpg
     Porque escrever minha depressão sobre um lugar tão belo? Porque guardar a imagem desta obsessão de forma tão obsessiva?
     Eu não sei, só quero ficar aqui e olhar para você: Mar; céu; sol; vastidão; pontos e vírgulas a mais chegaria a solidão. É isto que peço involuntariamente? Seria uma obsessão para se conseguir está só? Eu acredito que não, é apenas algo que penso e me vem melancolicamente. E observe que nestes mares eu não estou sozinho, a ilusão da garota está sempre presente, então esta ideia de solitário não é certa!
     Senti o vento passar e bater em mim, me fazendo ver que tinha decidido afastar estas perguntas de mim e deixar esta obsessão ser ela como algo que é e não se vai.
     Uma onda joga seus pingos em mim, me faz sorrir e voltar a pensar em outros lugares:
     Uma vasta subida, um vai e vem diagonal para ver do alto o verde, em volta lugares, um castelo ao longe e um cantar do despertar bem perto de mim, este dono do cantar esta parado e observa aquilo que é novo para os que estão em volta e meio que entediante para si, que passa horas e horas mirando para aquela paisagem até o sol sair liberando o fechar de seus olhos (Monte do Galo).monte-do-galo-nova.jpg  Descer dali pode se tornar um meio fluente de uma breve e pequena adrenalina, basta correr e se perder sentindo o ar até se pegar tentando frear seus passos para não bater nas barras laterais e cair. 92070910.jpg
Eu fiz isto, dá um frio e você tenta parar apesar de no desejo querer manter a velocidade e tentar curvar e curvar as curvas e chegar ao fim da longa descida.37782713
     Mais um lugar que passei e admirei, admirando com uma angustia que me cerca como cercas e às vezes se desfaz me dando passagem e às vezes se fecha me segurando, esta pode ser alguém ou algo natural como o vento e o mar que me faz pensar:
     “As águas em gotas que se jogam das ondas de si para consigo do mar, são como pensamentos de si para consigo como os meus são para mim. Aprendendo com as ondas que fazem parte do interesse de outros eu escrevo para que alguém se interesse.”
     Lugares e mais lugares, belas palavras, belas belezas, penso que devo sair mais para buscar mais vocês, ao qual dão inicio a este paragrafo. Lembrei-me do diferencial, sempre gosto dos diferenciais. A chuva numa trilha alegrava as galhas como lágrimas de alegria, destas que eram verdes e vivas. É sempre ótimo caminhar, ver o mar, ver o verde e o sol por entre as nuvens olhar sorrindo ou chorando nos traços destas. Tentar ver tartarugas entre as leves ondas era algo interessante, onde se via pedras, se acreditava e se apontava serem elas, que deveriam está se exibindo ao boiar lá em baixo (Santuário ecológico de Pipa).Santuario-Ecologico-Pipa-01.jpg  Algumas eram miradas e certamente admiradas por alguns. As gotas sempre deram um clima a mais, sempre gosto de encontrá-las por todos os lados, não que estas tirem o valor do sol que brilha sempre como ouro, que por aqui reflete como algo valioso. O arco-íris forma suas formas e desenham seus traços. Escolher o lado mais rápido foi opção do cansaço da maioria, mas todos saíram dali pedindo mais. Saindo dali segui para praia onde penso:
     “Às vezes me pego pensando (Praia de Pipa),pipa4.jpg  me vendo olhando para o mar, passo horas e horas, sentado encolhido olhando para ali. Percebo que o vento está presente. Percebo que nem eu me entendo e penso se é algo para se entender.”
     Então salto para outro lugar, é alto, têm árvores, o verde vivo em verdes que se unem e se espalham. Algo me impediu de chegar até seu pequeno muro de poucos enfeites estruturais. De lá se via melhor o fim, este que refiro ao verde lá em baixo, coisa que não sei se era verde, pois não me aproximei algo me segurou e me fez ficar sentado em cercas murais junto às árvores (Mirante de Portalegre).Mirante_Boa_Vista,_Portalegre_(RN).JPG
     Deve ser difícil ou estranho traduzir para si minhas palavras em desenhos que se fazem de misturas de palavras e representações. Mas é besteira, ter escrito para vocês olharem está questão em meio à leitura, pois na busca das traduções não se deve aprender pegando e se grudando ao pé da letra, os idiomas devem surgir como o vento dentre as árvores. Tente vê-lo, tente e apenas o sinta!
     Existem lugares que me sufocam ou meu sufocar é natural? O certo a dizer é que existem lugares que me fazem respirar, respirar a liberdade de algo puro, puridez esta que me é estranha, como se perguntar se tal palavra existe e na verdade saber a resposta, mas não encontrá-la como algo que firma, pois ao sair destes lugares o sufocar me volta. A permanência ali se torna estranha, não compreendê-la é algo que me faz entender meu fraco respirar como natural. Lá deste alto me lembro de misturar os lugares:
     “O vento vai e vem, com os mesmos passos das galhas dos coqueiros e das ondas do mar em tempos em tempos desenham desejos que formam a estrutura natural e não natural que me cerca, aqui onde estou a pensar sobre o que não canso de sonhar.”
     Fiz o inverso de onde realmente estou: das alturas de lá pensei no aqui e voltei a me olhar.
     Segurei a água como algo bom, tocar é relevantemente bom em termos de que nem tudo se tem, e o que se busca é a vontade e o prazer de saber que se pode buscar.
     A claridade que se formou em meus dedos, foi como se eu olhasse para o sol sem mirá-lo (Praia de Ponta Negra),conheca-o-rio-grande-do-norte-cenario-tornou-o-turismo-uma-das-mais-importantes-fontes-de-renda-do-estado.jpg  o que mais posso fazer além de me prender a melancolia? Mais uma vez olho para vastidão do azul, respiro fundo e me pergunto, como? Como continuar?
     Como continuar estes traços para que se tenham traduções em palavras, em mentes e em memorias daqueles que por algum desses cantos já tracejou sua vida?
     Minhas expressões me dizem:
     “As minhas lágrimas querem descer e se unir ao mar, as águas desse sempre me dizem algo e me chamam, chamam, chamam e gritam me seduzem ardentemente, friamente, me fazem segurar as minhas vesânias com as mãos! O que respondê-la? O que dizer a estas diletas? ‘As diletas águas da vesânia! ’ Não me deixe; não me deixe; não se vá; nunca se vá. Não pare seu canto que me chama, pois um dia vamos nos decifrar e nos encontrar e sempre estaremos carregando a mesma obsessiva atração!”
     Estou mais uma vez em minha mente, e nesta entre árvores. Após uma branca união, as dunas estão sobre meus pés.
     Algo estranho me formava como algo que abraça e diz que se tem erro e acerto. Como decifrar? Eu não tentei, só quis está ali e aproveitar este momento ao qual eu não estava realmente com vestimentas adequadas. Onde para mim qualquer de meus atos seria os mesmos, eu apenas fiz o que deu e as águas de cor diferente eu toquei para dizer para mim mesmo que o fiz, tal gesto (Lagoa da Coca-Cola).49955054.jpg  Um lugar legal e apenas não poder molhar o meio que levou e ia levar em saída eu e o pessoal dali, me fez ficar na minha e não insistir para mim em ali entrar. Então pensei um pouco sobre este lugar:
     “As cores são diversas, algumas indecifráveis, em nomes de misturas. Ver o sol iluminar o laranja vivo das águas ou amarelo dourado que a estes desenharam juntos. Ou esta seria vermelho, a cor que nos alimenta em vida? Estaria está se escrevendo em fluidos de minha obsessão? Não sei, mas as nuvens estavam chorando, em poucas águas, pareciam está felizes por algo. Então digo que eu estava feliz por ela que jorrou suas gotas em mim!”
     Minhas palavras já estão se tornando mais compulsivamente obsessivas, alguns versos já aparentam um não entendimento ou fuga de uma ligação a algum sentido lógico. Mas o mundo é assim, só encontrasse lógica sobre aquilo que se encontra.
     Saindo de minhas letras e reflexos de palavras de uniões estranhas em sentido ou sem este, volvo a mim.
     Levanto-me! Olho para aquilo tudo a minha frente. Tudo que já falei sobre este belo movimento e som que me consome como um perfeito sonho de união.
     Olho para minhas mãos, as proximidades delas me dizem que existem outros modos! Modos de que? Pergunto-me tentando não me alimentar de mim.
     Tenho duas perfeições em mãos duas cores em líquidos que não me deixam ver outra coisa e com água em mãos eu penso:
     “Como seria o sessar? Seria perfeição? As tabas já mais quentes me mostram o mais seguro para nós que entre varias coisas nos alimentamos de ar!”
     Tentando ver minha imagem em reflexo na água, o espelho nada me mostra, e enquanto procuro ver volto a meu passado e lugares por onde escrevi minhas digitais.
     Agora estou no escuro, a terra em formato de resistência está de lado a lado e baixo a cima rejeitando a forma luminosa até que uma lâmpada ilumina em meio termo as rochas. Estas que levam anos pra se formar. Mas pouco andamos, plural por eu não está só, pessoas se fazem presentes e também observam as esculturais entradas que não se enxerga.
     Achei que eu me sentiria sufocado ali dentro (Mina Brejuí),vfegrew.jpg  mas me veio uma imensa liberdade, um aliviar do perturbar que os seres do mundo me passam ou causam. Quando esquecia que tinha mais alguém ali, percebi que aquele apertado lugar parecia como um amplo e ventilado globo, como se eu estivesse em paz em um inverso da terra, ou seja, ao invés de pisar sobre o convexo eu pisava no côncavo do planeta. Tinha uma voz, eu ouvi uma voz! Mas ela não dizia nada em som, no escuro apenas estava presente! Dizia sem falar: Estou aqui! E não estava perto e nem longe, estando mais perto que longe ela preenchia o vazio em mim, um vazio que não sei o que é.
     A cada respirar na escuridão o vazio se sentia se complementando, aos poucos, mas logo voltou a se tornar o que é. Saindo dali o sol clareava mais claro, volvendo ao presente olho para o mesmo e a mata que via antes ao longe no fim dos reflexos mudou para as águas que em “C” se curvam ondulando o espelho ao qual eu me via formando as ondas que me fazem pensar:
     “Lembro de uma vez ter me perguntado: Você vai me levar; o que você quer; quem é você que se esconde nesta imensidão? Eu estava no mar, as ondas a se jogarem em mim. Elas pareciam normais! Eu apesar de não parecer, eu me sentia normal em me encantar com este dançar das águas e jogar minhas vesânias em questões perguntas para aquelas diletas que apenas cantavam e cantavam seu som maravilhoso.”
     Lembro-me de está aqui neste mesmo lugar e ver um instrumento que me sacia, ou mais certo, um instrumento e um se que contemplo, eram um violão e uma moça, está estava perfeitamente vestida com uma camisa branca e de biquíni preto, sentada e com o violão amarelo queimado como o sol. Pra ser sincero eu não lembro se o violão existia. Mas a beleza daquela moça era prazerosa. O jeito dela, não sei dizer, ela tinha algo que me iludia sem pensar e me abraçava sem abraçar. A moça não estava sozinha e nem eu neste dia.
     A solidão não está sozinha, pois não estamos só, mesmo se estivermos com ela!
     “Então olhei para o céu e percebi que o começo é sempre melhor que o fim!”
     Seria mesmo assim? Um começo e um fim?
     Seria mesmo assim? Um melhor que o outro?
     Como seria?
     O cansaço que a procura provocaria me fez voltar a olhar os passos que escrevo nestas tabas. Após pensar compulsivamente: Quero quebrar este sonho e deixar de senti-lo como devaneio!
     Reparo que o mar não me sorri, algumas outras coisas me sorriem, por que o mar não? Deveria ser porque cada um é como é e todas as coisas também.
     O mar gosta de desenhar na praia como alguém que está triste. O mar gosta de ver as mulheres rebolarem ao andarem sem perceber que fazem tal ato que é escultural e sensual.
     O mar tem momentos de agressividade.
     O mar pensa se tem solidão, se alguém o chama se quer algo e se alguém o quer.
     Então eu pulo neste do fim das tabas do cais e digo reflexões de mesmo sentido varias vezes onde repito duas em escritos:praia-de-pirangi-do-norte.jpg
     “Este que eu falei sou eu, eu não sou você, apenas busco você!”
     As águas saltam com nossa união e liberam brilhos se unindo ao sol em varias gotas.
     Engolindo aquele sal, areia e água, eu ardo os olhos, eu respiro o arder e penso aperreada mente devido à agitação comum:
     “Me aceite, eu só tenho um alimento! Queira-me e aceite minha solidão, pois você é tão vasta não te importará!”
     As ondas me fazem sentir o 360°, estas me olham, estou tranquilo como dormindo e conseguindo me livrar de tudo, ou me saciar da solidão que tanto busco, ou já não sei de que forma está que dança me traduz, nem também:
     “Eu não mais sei de mim!”
     “Ouço uma canção ela vem como algo que canta e sorri, estou com os olhos dormindo. Logo está canção canta como algo conhecido e identifico o mar! Retirando parte da areia em mim, ela vem, vai duas vezes e vejo a areia me consumir. Abro os olhos me curvo e vejo que da praia é tal areia que o mar jogou aquele que a depressão corroeu, mas não o levou.”
     Fim. Ricardo Fernandes. Abril a Junho de 2011.
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Atualizado em: Ter 9 Mai 2017
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