person_outline



search
  • Policial
  • Postado em

Caso de Polícia I: Conexão Armadas

Caso de Polícia
Capitulo Um: O Inicio da Aventura

Rio, 1978...
Numa tarde chuvosa, entra um jovem chamado Raul Santos de Mattos na delegacia de Copacabana que viu o delegado Sérgio Cabrano Bravid e fala:
---Bom dia!
Sérgio fecha o jornal e fala:
---Pois não!
---Meu nome é Raul Santos de Mattos que a Acadepol me mandou que eu já ligasse marcando a entrevista.
---Ah, me desculpe que sim eu soube da sua transferência que seja bem vindo que você passará a ser subordinado a mim e o delegado Paulo Carlos Dummond Santos. Como é cadete, ficará encarregado da cadeia e pode começar hoje.
Daí, Raul conhece Paulo e começa a crescer e se torna o terceiro em comando que Raul está sozinho na delegacia quando recebeu um chamado que fala:
---Pode falar, X-9!
---Soube do esconderijo de uma quadrilha de roubo de carros atuando em Xerém. Estão numa chácara afastada.
---Tudo bem que já vou para aí.
Raul pega uma escopeta e sua pistola Colt 45 e sai de Copacabana que viu Paulo na esquina e entra no carro de Paulo, um Alfa Romeo placa XC-5644 que fala:
---Paulo, o X-9 me falou que a quadrilha de Olavés Homero está em Xerém e vou lá.
---Deixou a delegacia sozinha?
---Não que já mandei um comunicado para o policial de plantão. Quer ir comigo?
---Claro que se for sozinho, eles te matam. Vamos.
Paulo liga o carro e vai até Duque de Caxias aonde chegam à chácara em Xerém onde Paulo apaga os faróis e para o carro numa distância segura que retira uma escopeta e carrega que olha em volta que manda Raul sair que fala:
---São seis pessoas que podemos dar cabo neles!
---Eu devia chamar reforço...
---Raul,se chamar reforço, eles podem fugir que vai pelos fundos e eu ficarei naquela árvore para armar a tocaia.
Os dois separam que dentro da chácara, Olavés Homero está contando o dinheiro do roubo quando ouviu o cachorro latir que fala com o comparsa:
---Ari, vá ver por que o San latiu.
---Certo chefe!
Ao abrir a porta, Ari viu o Paulo com a escopeta e grita:
---SUJOU, CHEFE É OS MEGANHAS!
Paulo dispara e mata Ari que Olavés vai para os fundos que é repelido por Raul e cai na mesa que os outros capangas de Olavés saem da chácara atirando que um fere Paulo no braço que Raul acerta três na perna que o ultimo corre no matagal que Paulo fala:
---Vou pegar esse puto.
---Deixa que eu pego e cuide desses dois.
Raul recarga a Colt 45 e se embainha no matagal que Paulo prende os três e vai ajudar o parceiro que escuta um tiro e corre com a escopeta engatilhada que viu uma pessoa armada e fala:
---Joga a arma e deite no chão, agora.
A pessoa caminha e Paulo dispara a queima roupa que cai o desconhecido que com a lanterna viu que matou Raul Santos de Mattos que fala:
---Meu Deus, Raul!
Daí, chega duas viaturas na chácara e Paulo é preso que na residência de Sérgio, ele atende ao telefone e fala:
---Alô!
---Sérgio, sou eu Lopez.
---O que houve?
---Paulo está preso que Raul está morto que Paulo está preso no Ponto Zero.
---Meu Deus! Lopez, já vou pra aí com o meu advogado e vamos ver se tiramos Paulo.
---Ok! Até mais.
Sérgio coloca o telefone no gancho e se veste que sai de sua casa em Vila Isabel e chega na carceragem da Policia Civil em Benfica onde acompanhado pelo seu advogado e amigo, José Olinda de Gerais, vão para uma sala reservada onde chega Paulo, algemado acompanhado por um guarda que senta e sai o policial que Sérgio fala:
---O que aconteceu, Paulo?
---Sérgio, eu estava acompanhando o Raul para pegar aquele assaltante de carros, Olavés Homero que nós pegamos a quadrilha que houve um tiroteio que matamos dois, pegamos três e eu vi Raul ir ao matagal e ouvi um tiro que estava ferido e disparei a escopeta e vi que matei ele.
---Paulo, você devia seguido ele.
---Não podia e segui ele por causa do tiro.
---Paulo, o compassa que Raul matou onde está?---Pergunta José.
---Ele está no matagal da chácara que acharam ele.
---Bom, já é um indicio que vou utilizar na sua defesa que Sérgio já me falou o que aconteceu e pelo que eu soube, já foi instaurado o inquérito sobre a morte de Raul que me conta o que aconteceu realmente.
---Vou contar.
Paulo começa a contar os acontecimentos que resultaram sobre a morte de Raul que volta para sua cela que duas semanas depois, o Paulo vai para o julgamento que primeiro é ouvido pela Corregedoria da Polícia Civil que teve o distintivo cassado e depois, enfrenta o júri popular que ele é levado ao Tribunal de Justiça que chega José juntamente com Paulo que depois, chega o promotor do Ministério Público, Alfredo Siqueira da Silva, os cinco jurados escolhidos pelo tribunal e pessoas credenciadas para assistir o julgamento, inclusive Sérgio Cabrano Bravid. Depois, chega o oficial de justiça que diz:
---Todos de pé para o juiz federal Carlos Marias da Silva para julgar O Povo versus Paulo Carlos Dummond Santos.
Todos ficam de pé que chega o juiz, de 54 anos que senta e manda todos se sentarem que fala:
---Está aberta a sessão que chamo o réu para anexar dados pessoais nos autos.
Paulo levanta acompanhado pelo guarda e senta na cadeira que o juiz fala:
---Podia dizer seu nome, idade, profissão, estado civil e filiação, por favor.
---Paulo Carlos Dummond Santos; 33 anos; delegado; divorciado; Manoel Carlos Dummond Santos e Maria Vassouras Dummond Santos, ambos falecidos.
---É natural de que Estado?
---Sou de Minas Gerais que nasci em São Lourenço.
---Ótimo! Pode sair.
Paulo volta para a mesa que o juiz fala:
---Eu começo o julgamento com a palavra da acusação.
Alfredo Siqueira da Silva levanta e fala:
---A acusação chama Luís Valdemar dos Santos Mattos, filho de Raul.
O juiz manda chamar que chega Luís e senta que o promotor começa a falar:
---Luís, quantos anos você tem?
---11 anos!
---Bom já que pedimos uma autorização do juizado para você depor que minha primeira pergunta: Seu pai tinha inimigos fora do distrito?
---Sim, tinha que era o Paulo que meu pai descobriu um contrabando de armas arquitetado pelo próprio Paulo que ele ia denunciar ele a Corregedoria, mas foi ameaçado de morte.
---Quais foram as ameaças?
---Ia me matar e minha mãe que ele trabalhou para criar em segredo um dossiê incriminando Paulo que fez uma cópia e guardou o original em segurança. A cópia do dossiê está guardada com o advogado chamado Aristeu Camacho de Souza que vive em Goiana.
---O que tinha nesse documento?
---Vários indícios que Paulo tinha uma rede de contrabando de armas.
---Obrigado pelo seu depoimento. A acusação não tem mais perguntas, excelência.
---Obrigado Sr. Alfredo. Com a palavra, a defesa.
José levanta que começa a perguntar:
---Luís, você disse que seu pai tem um dossiê incriminando meu cliente e a cópia está em poder do advogado Aristeu, você confirma?
---Sim!
---Muito bem que como sabia do contrabando de armas o seu pai?
---Ele não contava pra mim e pra minha mãe.
---Então como você sabia desse dossiê.
---Eu já que eu não sabia e...
Daí o promotor fala:
---Excelência, eu protesto. Ele está obrigando a minha testemunha a mentir.
---Aceito, Sr. Alfredo. Sr. José, devo avisar que não tolero pressões com as testemunhas e por favor, termine o seu argumento.
---Desculpe, excelência. Só ultima pergunta ao Luís: Em quanto tempo ele terminou o dossiê?
---3 anos que eu estou confuso...
---Pode sair.
Luís sai da cadeira apoiado pelo seu tio e irmão de Raul, Bruno Mattos Coimbra que fala o juiz:
---Com a palavra, o advogado de defesa.
---A defesa chama o doutor Agnaldo Matarolli Francisco, psiquiatra.
O juiz manda chamar o psiquiatra que ele chega no tribunal e senta na cadeira que José sai da sua mesa e começa a falar:
---Dr. Agnaldo, você foi psiquiatra que avaliou o meu cliente na época que serviu a polícia, confere?
---Sim!
---Muito bem! Podia dizer ao júri o que você viu no exame do meu cliente.
---Ele passou no teste feito por mim e pelo meu assistente que respondeu um questionário de 66 perguntas e o teste psicotécnico que eu guardei o teste que por ética, não posso revelar o que continha.
---Ele podia matar alguém?
---Não, senhor!
---E ele tem tendências a matar um colega?
---Também não, senhor!
---Viram, senhores jurados que ele é uma pessoa normal e o que aconteceu foi uma fatalidade.
---Eu protesto, excelência---Diz Alfredo---Ele não podia ter passado nessa avaliação que tenho em mãos um laudo assinado por um psiquiatra da Casa de Saúde Doutor Eiras que foi forjado o exame.
---Aceito, Sr. Alfredo que Dr. Agnaldo, você confirma a acusação.
---Sim, excelência!
---Então, eu dou por encerrado o depoimento. Você aceita, Sr. José?
---Sim, excelência!
---Muito bem que eu darei um intervalo e recomeçaremos o julgamento.
O juiz bate que os guardas levam Paulo a cela do Tribunal que Sérgio conversa com José:
---Será que ele está envolvido?
---Sérgio, eu não sei que não posso julgar Paulo que minha ética não permite que quando voltarmos ao intervalo vou tentar rever a situação.
---Tomara!
A sineta é tocada que voltam ao júri que o juiz reabre a sessão que fala:
---Está reaberta a sessão que com a palavra a acusação.
---A acusação chama Roberta Sônia Carla III, ex-esposa.
O juiz manda chamar a ex-esposa de Paulo que Roberta passa perto do ex-marido que senta que o promotor levanta e fala:
---Senhorita Roberta, quando tempo foi casada com o réu?
--- 6 anos que me divorciei ano passado.
---Teve um filho com ele?
---Sim que ele se chama Carlinhos Mateus Santos.
---Qual foi o motivo no qual vocês se separaram?
---Nosso casamento foi desgastado que nós casamos no Brasil e moramos na Irlanda onde ele era professor. Nossa vida começou a mudar quando ele se tornou membro da IRA.
---Desculpe, mas é o Exercito Republicano Irlandês?
---Sim que ele se tornou um dos melhores atiradores de elite que em Belfast, matou 22 soldados britânicos que teve que fugir, mas delatou os seus companheiros. Fugimos para a Inglaterra e ficamos exilados na França onde conseguimos voltar ao Brasil. Dois anos depois, a IRA mandou mercenários para liquidar o traidor que é o meu ex-marido que num tiroteio, acertaram o meu filho e ficou sem a perna. Eu entrei com o pedido de separação e eu me separei.
---Obrigado pelo eu depoimento que sem mais perguntas, excelência.
---A defesa quer se manifestar?
---Não excelência.
---Ótimo que você é o próximo.
José levanta que fala:
---A defesa chama Jardel Marcos de Paula, ex-advogado da família Santos.
O juiz chama que chega Jardel com uma pasta cheia de documentos que o ex-advogado senta e José começa a falar:
---Sr. Jardel, você era advogado da família Santos, correto?
---Sim!
---Há quanto tempo?
---Desde 1934 até 1966 que eu cuidava dos negócios da família e quando o pai de Paulo morreu , eu assumi o espólio dele.
---O meu cliente tinha direito a herança?
---Não que essa pasta tem a cópia do testamento que a herança está sendo disputada pelos irmãos de Manuel e parentes da mãe de Paulo. Ainda está em julgamento.
---A minha última pergunta que por que desistiu de advogar para a família Santos?
---Por razões pessoais.
---Muito obrigado Senhor Jardel.
José volta à mesa que começa a acusação:
---Sr. Jardel, eu estive pesquisando a sua ficha na OAB-MG que consta que você já foi acusado de matar dois jovens no período em que trabalhou para a família Santos, o senhor confirma?
---Sim!
---Mas vi que foi abafado e quem tirou as acusações foi o seu chefe e contrapartida, lhe ofereceu uma casa que eu fiquei sabendo, está condenada pela Defesa Civil de Minas Gerais. Confirma tudo.
---Deixa-me dizer uma coisa, Sr. Alfredo que a casa está registrada em meu nome e tudo o que falou é uma mentira que eu te...
---Processar? Você não está num julgamento e...
---Sr. Alfredo, por favor!---Finaliza o juiz---Vamos finalizar essa discussão que eu não quero agressões nesse tribunal. Senhores jurados desconsidere o argumento da acusação.
O promotor senta na cadeira que conversa com o seu assistente que o juiz fala:
---Darei um intervalo de 2 minutos que voltaremos para a penúltima parte.
Bate o martelo que Sérgio Cabrano Bravid vai para a lanchonete que José fala:
---Sérgio, a situação de Paulo complicou que nessa penúltima parte, gastarei todos os trunfos que possuo.
---Vamos esperar.
A sineta toca que voltam ao tribunal que a acusação fala:
---Minha última testemunha é um dos sobreviventes do bando de Olavés Homero, Guilherme Vasco.
O juiz manda chamar que Guilherme vem pro tribunal algemado e com a perna engessada que com auxilio do guarda, consegue sentar que o promotor fala:
---Guilherme, você está como testemunha do julgamento e seus crimes não estão sendo julgado entendido?
---Sim, senhor!
---Vamos começar! Guilherme, que horas aconteceu o tiroteio envolvendo o réu e a vitima?
---Foi 1:50 da madrugada!
---Onde você estava?
---Estava no quarto dos fundos que ouvi o tiroteio que vi Ari morrer primeiro e peguei minha arma e atirei contra os policiais. Um deles atirou na minha perna e cai que o Paulo me algemou e foi salvar o seu companheiro que ouvi dois disparos.
---Guilherme, o segundo tiro partiu de que arma?
----De uma escopeta calibre 28 que é a arma de Paulo.
---Eu protesto, excelência que meu cliente atirou acidentalmente.
---Eu escutei o seu pedido e é negado que pode continuar, Sr. Alfredo.
---Não tenho mais perguntas.
---Com a palavra a defesa.
José levanta e pergunta para o Guilherme:
---Guilherme, estou com a cópia de seu depoimento que deu a polícia e notei falhas que você não relatou que Paulo matou acidentalmente.
---Sim que estava ferido, só eu ouvi os disparos...
---Eu queria dizer a você, Guilherme, a escopeta da policia tem alcance curto e o disparo foi menor.
---Eu protesto, excelência que o perito do Instituto Carlos Ebóli apontou que a causa mortis de Raul foi um tiro a queima roupa e o depoimento de Guilherme não tem falhas.
---Aceito. Sr. José peço que esclareça esse argumento.
---Eu vou esclarecer que membros do júri, a confissão de Guilherme foi forjada para incriminar o meu cliente.
Houve um principio da discussão que o juiz fala:
---Ordem no recinto que Sr. José, já acabou com a testemunha?
---Sim!
---Pode sentar.
José senta que o juiz fala:
---A defesa tem mais testemunha?
---Não, excelência.
---Então, eu pedirei que os jurados vão para a sala secreta para darem a sentença. Quero que o réu aguarde no recinto que voltaremos com a sentença.
O juiz, o promotor e o advogado saem que 23 minutos depois, voltam todos que senta o juiz, o promotor e o advogado e chegam os jurados que o juiz fala:
---O líder já tem a sentença?
---Sim, excelência.
O guarda leva a sentença que o juiz fala:
---Que levante o réu Paulo Carlos Dummond Santos para ouvir a sentença.
Ele levanta que o juiz fala:
--- “Rio de Janeiro, quatro de março de 1978, nós do júri, condenamos a 20 anos de cadeia por homicídio doloso e formação de quadrilha que cumprirá a sentença no Presídio de Água Santa em regime fechado que não terá regalias que não tem curso superior completo. Não terá direito a visitas que sua condicional será de 11 anos”.
Assinado: Juiz Federal Carlos Marias da Silva ““.
Paulo é algemado que repórteres tentam tirar uma foto, mas são barrados pela policia que sai em disparada que Sérgio consegue visitá-lo que fala com ele:
---Já tentei tirar um hábeas corpus duas vezes e não consegui e...
---Sérgio, cala essa boca que nunca me ajudou.
---Olha aqui, Paulo que estou fazendo pelo seu filho e...
---Quem é para falar de filho que não cuida de seus.
Cheio de raiva, empurra Paulo e deu dois socos que é segurado pelos policiais e fala com eles:
---Tire esse bosta da minha frente antes que mato ele.
Os dois pegam Paulo que fala:
---Um dia vamos acertar as nossas contas, Sérgio. Guarde as minhas palavras.
Sérgio tenta dar o troco, mas é repelido pelos guardas e sai do Presídio de Água Santa que o José fala:
---Sérgio e agora?
---Vou deixar ele cumprir a sentença que vou resolver a minha vida. Vamos.
Sérgio entra no carro de José, uma Brasília verde, placa XU 8978 que Paulo fica na solitária em estado catatônico...

Rio, 1997...
19 anos depois, Sérgio Cabrano Bravid se aposenta e se torna escritor de romances policiais que está na sua casa de veraneio em Petrópolis escrevendo o seu 6° livro que não avistou um Opala cinza e com vidros escuros chegado. O caseiro Valmir viu primeiro que fala para o filho:
---Sidnei, chama o patrão que temos visita.
---Sim, pai.
Na hora que Sidnei ir para a casa, o vidro do carro abre e dispara um dardo tranquilizante que cai Sidnei e dispara outro no Valmir que sai um homem, trajando uma roupa preta e portando um Taurus calibre 40 que usa uma mascara de esqui ocultando o rosto. Pega o Valmir e Sidnei e coloca os dois num galpão. Sérgio percebe tudo que vai ao salão da sua coleção de armas e pega uma espingarda Winchester calibre 28 e três balas que fica na escada que o desconhecido entra e aponta a arma e fala:
---Não se mexa e largue a arma.
O desconhecido não larga a arma e desfere dois disparos que Sérgio dispara e derruba o desconhecido na mesinha. Sérgio viu que estava usando o colete que retira a mascara e fala:
---Meu Deus!
---Isso mesmo, Sérgio que sou eu, Paulo Carlos Dummond Santos que a hora de ajustar as contas começou.

Paulo dar uma rasteira que derruba ele e vai para o escritório de Sérgio. Sérgio levanta e arrebenta a porta que viu Paulo pular no seu escritório e atravessar o telhado que desfere dois disparos que deixa a Winchester e pega a sua pistola na escrivaninha e pula o telhado que consegue interceptar Paulo e atira que só consegue estilhaçar o vidro do Opala e Paulo acerta o Fusca de Sérgio que Sérgio ainda dispara no Opala antes de Paulo arrancar e destruir o portão. Sérgio procura o seu caseiro e seu filho que acham os dois no galpão que fala:
---Valmir, você e Sidnei estão bem?
---Estamos meio grogues, patrão!
---Ótimo que vamos pra casa que vou ligar para a polícia.
Sérgio disca que veio duas viaturas da polícia e fizeram uma busca que só acharam a placa do Opala que Sérgio despede dos policiais. Depois de chamar um táxi para levar Valmir e Sidnei para casa, ele notou que falta a ficha que contém o endereço de Carlos Marias da Silva e Alfredo Siqueira da Silva que Sérgio pensa:
--- “Por que Paulo quer o endereço dos dois. Meu Deus!"
Imediatamente, pega o telefone que liga para o seu advogado José Olinda de Gerais:
---José, sou eu!
---Sérgio, são 00:45, o que quer?
---Paulo escapou e vai matar Carlos e Alfredo que vou salvá-los.
---Tome cuidado.
Sérgio desliga que desce as escadas do escritório e vai à garagem que antes, vai ao salão e retira uma Smith&Wesson calibre 45, munição e uma Kalistinov AK-45 e na garagem, pega a sua moto Harley Davisson Indian 45 onde chega num condomínio onde mora Carlos e Alfredo que fala:
---Hei, aonde é as casas de Carlos e Alfredo?
---Na rua central que não pode entrar...
Mal terminou de falar o porteiro, Sérgio arrebenta a baliza da guarita e vai à rua que os seguranças de Carlos aponta as armas e o chefe dos seguranças fala:
---Mãos pra cima e jogue as armas.
---Espera que sou o amigo do juiz...
De repente, chega um Gol sem placa e sai dois homens armados que atira contra os seguranças de Carlos que Sérgio entra na casa de Carlos que fala com Carlos:
---Vá pra cima e chame a policia que vou tentar detê-los.
Sérgio levanta e atira que quando Carlos sobre para o seu quarto, um tiro na cabeça mata ele que Sérgio viu de relance, um atirador misterioso que ele sai da casa de Carlos e viu montes de corpos de seguranças e viu que Alfredo está morto. Tentou matar os assassinos, mais eles escapam que viu duas viaturas pararem e o detetive da Policia Civil fala:
---Jogue as armas e mãos na cabeça.
Sérgio joga que o detetive Cardoso Moreira coloca as algemas que chega o velho amigo de Sérgio e capitão reformado da Polícia Militar, Ulisses Brás Bulhões que fala:
---Quem é o autor da prisão?
---Sou eu!---Fala Cardoso.
---O Solte que não foi o autor desse massacre.
---Escuta aqui: Ele atravessou a baliza da guarita, estava armado e quase matou...
---Chega! Sabe que conheço os seus superiores e se não soltar meu amigo, você dança. Escolhe!
O detetive olha e fala:
---Silas, o liberta e devolve as armas.
---Vejo que entendeu!---Fala Ulisses.
Sérgio é solto que Ulisses fala:
---Sérgio, você está ferido?
---Não que me tire daqui que não tenho mais nada para fazer aqui.
---Tudo bem que mandarei o seu afilhado Roberto pega a sua moto que meu carro está lá fora.
Ulisses leva o Sérgio para o seu carro, um Voyage cinza que leva ele para a sua mansão na Rua Teresa onde ele dorme que acorda e vai à cozinha que Ulisses fala:
---Bom dia.
---Bom dia? Ulisses estou um caco que como Paulo está solto e por quis me matar. Aquilo que ele falou está cumprindo a risca.
---Sérgio, eu te falei que Paulo é perigoso e mais: Raul não mentiu que ele estava envolvido no contrabando de armas e ele fugiu de Água Santa.
---Como sabia disso tudo, Ulisses.
---Eu te mostro. Espera um pouco.
Ulisses vai à sala e no armário, retira uma pasta de cartolina verde que abre na cozinha e mostra recortes datados de setembro de 1980 e junho de 1987 que ele fala:
---Em 7 de setembro de 1980, data da Independência do Brasil, Paulo ia ser transferido para uma prisão em Magé quando ele rendeu o carcereiro e libertou o assaltante de carros, Nacib de Oliveira, vulgo Turco Ferro que ajudados pelo carcereiro Santos Limeira, conseguem roubar um carro e fugiram para o Centro do Rio. Eu estava encarregado de pegá-los, mais fugiram para Minas Gerais. Mandei um comunicado para as delegacias de Minas para pegarem que não adiantou nada.
---Por que não me avisou, Ulisses!
---Não deu tempo que no dia seguinte, recebi um comunicado da delegacia de Nova Iguaçu que acharam um corpo boiando no Rio Tinguá e de acordo com o Instituto Félix Pacheco, era de Nacib de Oliveira que Paulo descobriu que Nacib era neto de Afonso Van Félix, o maior contrabandista de armas da Europa e Santos matou ele com três tiros: Dois no rosto e um no coração.
---Então Raul tentou me avisar para ter cuidado com Paulo. Onde estava ele?
---Na terra do pai dele, São Lourenço que reassumiu o contrabando que o pai deixou e sua herança que se lembra do ex-advogado da família Santos, o Jardel Marcos de Paula?
---Sim, me lembro!
---Ele foi morto por Santos Limeira a mando de Paulo que ele recupera a fortuna e os irmãos do pai nada podiam fazer.
---Paulo é um louco e...
Sérgio arrefeça uma caneca que espatifa que Ulisses o acalma e continua a falar:
---Antes de Raul morrer, me deu cópias de notas fiscais frias que essas notas eram de uma firma fantasma aberta pelo Paulo para enviar remessas de dólares no exterior que em São Lourenço, Paulo soube que estava investigando, me afastou das investigações com ajuda de policiais corruptos. Daí, ele chamou Santos Limeira pra me liquidar que mataram minha esposa.
---Carolina? Mas você disse que ela tinha morrido do coração.
---Eu fiz isso para proteger Roberto que eu caçei Santos Limeira, mas fugiu para o Paraguai e se naturalizou paraguaio, tendo imunidade diplomática. Não vi mais Santos até que li essa notícia.
Ulisses mostra o recorte de jornal e fala:
---Em 11 de junho de 1987, um pescador de Ilhéus viu um corpo boiando no porto de Malhado e segundo a polícia baiana, era de Santos Limeira que Paulo soube que Santos Limeira traiu ele no Paraguai e atraiu ele para uma armadilha: convidou a passar uma noite em Ilhéus com garotas de programa, contratou um pistoleiro e matou ele. Pra livrar do corpo dele, o amarrou com corda e na corda colocou um peso de 10 Kg que arrastou até Malhado. O pistoleiro que ele contratou e as garotas de programa ele os matou para parecer queima de arquivo e pagou o enterro de Santos Limeira para parecer que não estava envolvido com o crime.
---Minha nossa! Nós temos que pegar ele. Já pediu proteção à ex-esposa de Paulo, Roberta?
---Sim que ela mora em Friburgo e entrei em contrato com o delegado de lá para dar proteção e estou esperando uma ligação dele.
De repente o telefone toca que Ulisses atende que sua expressão muda e desliga que fala para o Sérgio:
---O delegado me falou que Roberta está morta e que Carlinhos sumiu. Os policiais que mandou ele vigiar Roberta foram mortos com um tiro na cabeça. Roberta foi morta e...
---E o que, Ulisses, fala.
---Ela estava nua com dizeres na parede escrito com sangue: "Já matei três. Falta você, Sérgio. Ass: Paulo Carlos Dummond Santos."
Sérgio fica em estado de choque e recobre que fala com Ulisses:
---Vamos pegá-lo!
---Eu não posso, mas conheço uma pessoa que pode nos ajudar.
---Quem?
---Espera um pouco.
Ulisses vai ao seu quarto que retira o quadro e abre o cofre. Do cofre, retira um caderno de capa preta com uma faixa verde que fecha o cofre. Leva o caderno na cozinha e fala:
---Já ouviu falar de Teixeira Matias de Albuquerque?
---Já ouvi que ele é uma lenda das policiais do mundo, mas o que isto tem que haver?
---Tudo, Sérgio que ele me ajudou a caçar Santos Limeira e outros crimes aqui no Brasil que ele mantém uma agência de espionagem chamada Teixeira Spy de Investigações Mundiais que tem 39 filiais no mundo. Deu-me esse caderno que contém o telefone dele na França.
---França? Mas ele é brasileiro?
---Sim, mas ele está morando na França que tem a alcunha de Doutor Max. Aqui está o telefone.
---Obrigado Ulisses que vou ligar para ele quando chegar no Rio que vou voltar para casa arrumar minhas coisas.
---Boa sorte, Sérgio.
Ulisses abraça o seu compadre e sai Sérgio com a sua moto que vai para a sua casa que Ulisses pega o telefone e disca um número que no outro lado do mundo em Bordeaux, França, atende um mordomo que fala:
---Oui!
---Pierre, o chefe está que quem fala é Ulisses Brás Bulhões, Brasil.
---Sim, ele estarr na blibioteca!
---Pode passar a ligação.
O mordomo Pierre Lancelot passa a ligação para o escritório de Teixeira que estava lendo um livro que atende:
---Fala, Pierre?
---monsieur Teixeira, Ulisses quer falar com o senhorr.
---Pode passar a ligação, Pierre e não quero que me interrompe.
---Sim!
Pierre passa a ligação que Teixeira fala com Ulisses:
---Pode falar, Ulisses!
---Já soube o que aconteceu?
---Sim, já soube que a TSIM-Rio de Janeiro já mandou o relatório que já deu o meu telefone pra o Sérgio?
---Sim, senhor!
---Ótimo. Já sabe do regulamento que não quero que me ajude e garante o sigilo dessa conversa que só eu posso dar as informações a meu respeito, entendeu?
---Sim, eu entendi.
---Antes de eu voltar para o Brasil, envie-me por fax, a cópia da ficha de Sérgio Cabrano Bravid. Eu já estava de olho de Paulo Carlos Dummond Santos há muito tempo.
---Sr. Teixeira, eu tenho mais informações.
---Pode falar, Ulisses que a linha está segura.
Ulisses fala da morte de Carlos Marias da Silva, Alfredo Siqueira da Silva e Roberta Sônia Carla III que a morte de Roberta é que abalou Teixeira que fala com Ulisses:
---Ulisses, estou estarrecido que amanhã, já vou para o Brasil que vou telefonar para a companhia aérea para reservar duas passagens e até lá, mantenha-me informado. Desligo!
Teixeira desliga que chama o seu mordomo:
---Pierre, me sirva um café com leite e um sanduíche de queijo que vou comer na sala de jantar.
---Mas alguma coisa?
---Não que é só que vou precisar de você para arrumar as minhas malas que vou partir para o Brasil de manhã.
---Sim, senhor.
Enquanto o Teixeira vai fazer os preparativos, Ulisses guarda o caderno preto no seu cofre que chama o seu filho Roberto Sérgio Bulhões:
---Roberto, quero que fique de prontidão no caso Paulo nos pegar. Já está sabendo o que aconteceu com o seu padrinho?
---Sim, pai que ouvi na rádio. Meu Deus foi um massacre.
---E é por isso que vamos ajudá-lo, só que nas sombras.
---Entendi, mas como?
---Vigiando os passos dele e não comente nada pra o seu padrinho.
---Certo!
Na casa de Sérgio, ele está no sofá tomando um uísque da sua adega particular e com uma pistola em cima da mesa que fica olhando a televisão que de repente, ele joga o copo que explode a televisão onde sai da sala e vai dormir...
No segundo capitulo, surge um novo personagem para ajudar Sérgio Cabrano Bravid na caçada a Paulo Carlos Dummond Santos: Teixeira Mathias de Albuquerque e um pouco do passado de Paulo Carlos Dummond Santos.

Fim do Capitulo Um: O Inicio da Aventura

Nota do Autor: O nome de Sérgio Cabrano Bravid foi criado nas junções de nomes próprios que Cabrano é a junção de Cabra de Cabral e no de Luciano e Bra de Brasil e vid de David que ele é descendente de judeus






Caso de Polícia

Capitulo Dois: A Ascensão de um Criminoso

Na manhã seguinte, Sérgio se arruma e vai tomar café para ir ao Rio que antes de ligar para o Teixeira, ele liga para Ponta Porã, MS onde o filho mais novo Luís Valdemar Cabrano Bravid Neto,de 14 anos está passando as férias com a irmã Vanusa Bravid Castro, 33 anos que quem atende é o filho:
---Alô!
---Filho, sou eu!
---Pai! O que houve?
---Eu gostaria de falar com a sua tia.
---Já vou chamá-la!
O filho chama a irmã que Vanusa atende e manda Luís ver o avô. E depois fala:
---Sérgio, soube o que aconteceu que você está bem?
---Estou, Vanusa que não contou nada ao nosso pai?
---Sim que ele nem leu os jornais.
---Ainda bem que presta atenção: Vá para a capital e pega R$ 500,00 no Banco Bradesco e saia de Ponta Porã e vai para a casa de meu amigo que é tenente-coronel da Marinha, Brasão Gilliard Nonato que temo a vida de vocês.
---Eu entendi! E depois?
---Leve uma quantidade de roupas menores e pega a espingarda que te dei em caso de se defender e só isso. Outra coisa: Não fala pros dois e saiam de madrugada.
---Se cuide, mano que Luís já perdeu a mãe e não quer perder você.
---Vou te cuidado e adeus.
Sérgio desliga que olha o retrato de sua esposa morta, Júlia Cabrano Bravid Nunes e chora que limpa o rosto e pega o telefone de Teixeira e disca que na mansão de Teixeira em Bordeaux, o telefone toca que atende é o mordomo Pierre Lancelot:
---Oui?
---Por favor, quero falar com o Doutor Max que sou Sérgio Cabrano Bravid, do Brasil.
---O senhor aguarde que transmitirei a ligação.
Pierre ativa a extensão que Teixeira fala:
---Pode falar, Pierre!
---O Sérgio Cabrano Bravid na linha exclusiva.
---Pode passar e ative o módulo de segurança.
O Pierre ativou e passa a ligação que Teixeira fala:
---Sr. Sérgio, aqui é Teixeira Matias de Albuquerque que desculpe fazê-lo esperar que tive fazer medidas de segurança.
---Como sabia o meu nome?
---Seu amigo é um dos meus agentes em campo aí no Brasil e me deu detalhes sobre o que aconteceu aí que vamos ser francos, Sérgio que Paulo é um dos criminosos que estou caçando no mundo e sempre escapou de mim. Só agora que sei que ele foi seu amigo.
---Doutor...
---Pode me chamar de Teixeira.
---Desculpe. Você cobra os seus serviços?
---Não precisa que tenho uma renda boa e faço esse serviço de graça. Estou embarcando do vôo para o Rio ás 10:00 da manhã de terça-feira aqui e devo chegar na quarta, dia cinco para ajudar você.
---Obrigado, ficarei te aguardando.
---Pois bem que Sérgio...
---Diga!
---Tome cuidado.
---Vou tomar que até quarta-feira.
Desliga que ele sai de casa com o seu segundo carro, uma Mercedes cinza modelo 85 que mandou o Fusca para o conserto que para no cemitério de Petrópolis para acompanhar o enterro de Carlos Marias da Silva e Alfredo Siqueira da Silva e segue direto para o Rio. Em Bordeaux, Teixeira chama o mordomo e diz:
---Prepare as minhas malas e traga a minha valise aqui no escritório.
---A de couro preto?
---Sim. E mande o François ficar de prontidão para me levar à estação de trem. E é só.
Quando o mordomo sai, Teixeira retira uma réplica da Mona Lisa de Leonardo da Vinci e abre o cofre particular e retira uma caixa preta e um pacote que com uma chave de seu chaveiro pessoal, abre a caixa e retira a sua arma de uso pessoal, uma Magnum 45 modelo Taurus calibre 38 e três pentes de balas e no pacote, pega o seu passaporte vermelho, o seu porte de arma internacional, a identificação da ONU e o seu passaporte português. Ainda do pacote, retira um maço de 50 notas de R$ 100,00 e outro maço de 50 notas de peso argentino que retirou as notas de uma casa de cambio que chega o seu mordomo com a valise que este sai que Teixeira coloca a Magnum na valise no compartimento secreto juntamente com os pentes de balas que fecha que coloca os passaportes e o porte nos bolsos externos da valise que fala com o Pierre:
---Coloque a valise juntamente com as malas e...
---Desculpe incomodar, senhorr, mas a sua esposa já chegou de viagem.
---Já? Mande ela me esperar no hall que estou descendo.
Pierre desce as escadas que a escritora francesa, Joanna Moon de France Albuquerque, 32 anos senta no sofá que fala o mordomo:
---Seu marido já vai descer, madam
---Ótimo que a Teresa te deu um abraço.
---Obrigado!
Teixeira desce e abraça a esposa e beija que fala:
---Como está Teresa?
---Bem que deixei na casa de minha irmã em Toulon e o que houve?
---Vou viajar pra o Brasil pra uma missão.
---Querido você me prometeu...
---...Que não participar em missões suicidas, mas o que eu posso fazer: Sou o dono de uma agência de espionagem e tenho que resolver, mas antes...
Teixeira levanta Joanna e leva para o quarto que fazem amor e dormem que de manhã, Teixeira vista as suas roupas e Joanna acorda cobrindo o corpo com o lençol que fala:
---Já vai, nom cher!
---Sim que voltarei logo. Até.
Teixeira beija a esposa e desce as escadas aonde vai à varanda tomar o café servido por Pierre que chega o seu motorista particular François Navarro de Toulouse com o seu uniforme cinza e quepe marrom que fala:
---Padron, monsieur Teixeira, mas a limusine está lá fora.
---Obrigado François que ajude Pierre com as malas que levarei a valise.
François bota as malas no porta-malas e sai de Bordeaux que chega a estação de Bordeaux e pega um trem para Paris que chega a Paris e pega um táxi para o aeroporto onde pega as passagens no guichê da Air France e embarca da ponte Paris-Londres-Nova York-Rio de Janeiro onde chega no Aeroporto Internacional do Galeão ás 9:30 da manhã de quarta-feira que passa no detector de metais que acusa que o guarda fala:
---Posso revistar a sua valise.
---Pode que deve ser a minha caneta de ouro.
O guarda revista e não acha a arma que libera Teixeira onde viu Sérgio com uma placa que coloca o chapéu e os óculos e vai de encontro com Sérgio que fala:
---Sr. Sérgio sou o Teixeira Matias de Albuquerque, Doutor Max!
---É um prazer em conhecê-lo que por que está assim.
---Tenho uma reputação a zelar que podemos sair do saguão?
---Sim que primeiro, vou pegar as minhas malas. Deixou o carro aonde?
---No estacionamento coberto que vá que eu te espero.
Teixeira foi e volta com as malas que vai ao estacionamento que percebe um carro preto olhando que diz pro Sérgio:
---Entre no carro e deixa o motor ligado!
---Mas...
---Faça o que eu disse.
Sérgio liga que sai o carro preto que Teixeira abre o compartimento secreto da valise e tira a Magnum 45 que dispara que estilhaça o vidro do carro preto que mata o motorista e o segundo ocupante sai do carro atirando que Sérgio dar um cavalo-de-pau à 180º e Teixeira entra no carro que Sérgio sai do estacionamento que surge mais dois carros que fala Teixeira:
---Mantenha o carro em zigue-zague para sair das balas.
---Tubo bem que você é o especialista.
Os três carros chegam à saída do aeroporto que Teixeira fala:
---Vai para a pista de pouso.
---Tá louco!
---Eu sei que estou fazendo. Vá
Sérgio vira o carro e atravessa a pista de pouso do Galeão que os dois carros vão atrás que Teixeira recarga a pistola e mira no pneu do primeiro carro e atira. Estoura que capota duas vezes e vem o segundo carro que Teixeira manda Sérgio parar o carro que fala:
---Tu tem segurado?
---Sim!
---Dar a marcha-ré e acelera. E coloca o cinto.
---Meu Deus! Ele é louco!
Sérgio dar a marcha-ré e acelera que Teixeira quebra o vidro traseiro da Mercedes e aponta a pistola que atira contra o carro que fala para o Sérgio:
---Freia!
Sérgio freia que bate a traseira do carro que os matadores morrem que Sérgio sai do carro e fala:
---Meu carro virou metal retorcido.
---Quando eu terminar a missão, darei um novo e...
Daí, chega os seguranças da Infraero e agentes da Polícia Federal que o chefe da segurança fala:
---Seus malucos. Podiam causar um acidente fatal. Quem é o responsável?
---Sou eu---Fala Teixeira guardando a sua arma na cintura.
---Muito bem que vou deixar os federais cuidar disso. Homens limpem a pista e chame o necrotério para levar os defuntos.
Teixeira e Sérgio são algemados e conduzidos à viatura que vão para o posto da Polícia Federal no aeroporto que são conduzidos ao delegado de plantão, Jonatã Ribeiro Costa que fala:
---Pra sorte de vocês, o delegado titular não está aqui e se não me derem uma explicação, vou prendê-los. Começo por você, ô do chapéu.
---Não tenho nada para explicar que a minha identificação fala por mim.
Teixeira joga a identificação da ONU que Jonatã olha e muda a expressão do rosto que abre a porta e fala:
---Silveira!
---Pode falar, chefe?
---Quero que solte eles!
---Mas...
---Bico calado e olhe!
O detetive Silveira olha a identificação e imediatamente solta Teixeira e Sérgio que antes de sair, Teixeira diz:
---Quero que esse incidente não seja comentado com a imprensa ou terão problemas.
Quando saiam do aeroporto, Sérgio fala:
---Você é membro da ONU?
---Sim que revelarei mais coisas do meu passado, mas por hora, chega. Eu pegarei as malas e providencia um táxi.
Sérgio chama um táxi que eles vão para a Ilha do Governador no bairro Jardim Guanabara onde Sérgio tem uma firma de segurança patrimonial, a Protetor Bravid Segurança Patrimonial S.A que o diretor é o seu filho mais velho, Oliveira Cabrano Bravid, 25 anos onde o táxi para na sede da empresa, uma casa de quatro andares que sai Sérgio e aperta a interfone. O filho fala:
---Pai, o que houve com a Mercedes?
---Depois eu explico que abra o portão.
Oliveira aperta um botão que abre o portão e Sérgio conduz Teixeira depois que este paga o motorista de táxi para o seu escritório que fala Sérgio:
---Teixeira, este é o meu filho Oliveira e Oliveira, Teixeira.
---É um prazer em conhecê-lo, senhor.---Fala Oliveira.
---Igualmente!---Fala Teixeira.
Terminadas as explicações, Sérgio vai pro seu arquivo pessoal e retira a ficha de Paulo que dar para o Teixeira que diz:
---Essa é a ficha completa de Paulo que colhi informações sobre ele no consulado da Irlanda e arquivos da Policia Civil. Por favor, leia.
Teixeira pega os seus óculos de leitura e lê:
--- “Paulo Carlos Dummond Santos, brasileiro, nasceu em 5-9-1945. Nasceu em São Lourenço,MG. Filiação: Manoel Carlos Dummond Santos e Maria Vassouras Dummond Santos, ambos falecidos. Ficou em São Lourenço até 10 anos quando a mãe morre de enfarto. Foi para o Rio de Janeiro em 1956 com o pai aos 11 anos que estudou em colégios de nome como Colégio Pedro II. Aos 15 anos, teve uma perda que o pai Manoel morreu no qual o autor foi o filho do primo do pai, Valentim Cruz Santos, Nonato Braz Cruz Santos Neto que o pai matou Valentim por disputa da herança que Paulo para vingar a morte do pai, voltou a São Lourenço e matou Nonato na porta da prefeitura que foi preso. Consegue fugir da cadeia e volta ao Rio que em 1969, aos 24 anos, fundou uma facção terrorista com os conhecimentos de táticas de guerrilha adequados no tempo do Exército que atacava o Exército de forma cruel e violenta no qual foi caçado pelo pai de Valentim, o tenente-coronel Nonato Braz Cruz Santos que as Lanternas Víboras”. foram dizimados e Paulo conseguiu escapar que levou a noiva Roberta Sônia Carla III para a Irlanda para fugir do regime militar onde se casou em 1971. De 1972 até 1973, serviu ao IRA que foi caçado pelo Exército britânico por matar 22 soldados que numa fuga espetacular, ele ficou em Madri e voltou ao Brasil em 1974 que traiu o IRA e teve o filho Carlinhos ferido que ficou sem a perna.
Separou da esposa e se tornou delegado da Polícia Civil em 1976 que foi preso em 1978 por assassinato.
Tem formação de Técnico de Enfermagem e Direito Penal não-concluido.”“.
Teixeira tira os óculos e fala:
---Esse Paulo tem um histórico de mortes e crimes de terrorismo. Já enfrentei esse tipo de gente que Sérgio, é só isso que apurou sobre Paulo?
---Não que soube que já serviu a Cruz Vermelha internacional como enfermeiro que ele adquiriu conhecimentos de preparo de venenos na Índia que os diretores da Cruz Vermelha descobriam e exoneraram-no e matou-os em seguida que utilizou cianureto misturado com tinta e escreveu cartas que as enviou para Giuliano Marconi e Abdu Harim e como cianureto não é detectado pela autopsia, a Cruz Vermelha abafou o caso.
---Então temos que saber do dossiê que Raul fez. Você sabe onde está morando o filho de Raul, Luís?
---Ele está morando com o tio Bruno!
---E sabe o endereço?
---Não que...Espera!
Sérgio vasculha no seu bloco e acha que fala para o Teixeira:
---Quando adotei Luís, Bruno me deu o endereço para dar dinheiro que ele está morando em São João de Meriti no bairro Jardim Metrópoles.
---Ótimo que conheço essa região que vamos de manhã.
---E e eu vou com...
---Você não vai, Oliveira---Finaliza Sérgio---Não quero arriscar a sua vida e você quer me ajudar, fique vivo.
---Mas, pai...
---Obedeça ao seu pai, Oliveira que também sou pai e que essa missão é perigosa. Nunca pedi que meus filhos se arriscassem por mim e...
Teixeira viu no monitor, uma Variant parada na calçada que fala:
---Sérgio, desde quando aquela Variant está parada perto da sua empresa?!
---Não sei!
---É uma armadilha. Tem armas aqui?
---Tenho que pegue.
Sérgio abre o armário e dar uma escopeta para Teixeira e um colete e dar outra para o filho que carrega a sua e Sérgio fala:
---Como sabia que é uma armadilha?
---Da mesma forma que descobri aquela emboscada no aeroporto: Ele está de vidros abertos e sem placa. Eu vi seis pessoas no carro que...
Uma rajada de balas destrói o portão que o líder fala:
---Júlio, destrói o alarme e Igor, vem comigo. Bastião cuide da retaguarda. Vocês dois pros fundos.
Os seis separam que Teixeira é o primeiro a atirar que começa um combate que Sérgio e Oliveira atiram e mata Igor que Teixeira dar cobertura aos dois e Bastião descarrega a M-16 no escritório e Oliveira fere Bastião e é alvejado por trás que cai, mas se feriu no braço. Teixeira fala:
---Dá cobertura que vou pegar o seu filho.
---Vá!
Teixeira corre que o líder dispara e Sérgio dispara e acerta no braço do líder que fala:
---Vamos embora! Júlio pegue Igor.
Os cinco correm que Teixeira sai do escritório destruído e descarrega a escopeta juntamente com o Sérgio, mas não conseguiu atingir a Variant que depois, Teixeira volta para a empresa destruída de Sérgio para ver o Oliveira que entra depois Sérgio que fala:
---Como ele está?
---Está bem que a bala não pegou nenhum órgão vital, mas tem que ser removida. Pegue o meu celular na minha mala cinza que vou chamar o hospital.
Sérgio pega o celular que de repente, chega duas viaturas da Polícia Civil que entra o detetive Gaspar José que aponta a arma e diz:
---Não se mova e coloca o celular no chão.
---Espera, meu filho foi atingido e precisa ir ao hospital.
---Não interessa. Bota o celular no chão e deita, anda.
Sérgio ia dar um soco, mas Teixeira intervém que diz:
---Vai cuidar do seu filho que vou cuidar dessa situação.
Sérgio volta que Teixeira pega o seu celular e fala para o policial:
---Qual é o seu nome?
---Gaspar José!
---Vamos conversar!
Teixeira mostrou a identificação de chanceler da ONU e da Interpol que o detetive Gaspar muda a expressão do rosto que Teixeira fala:
---Quero que providência uma ambulância para levar o filho de meu amigo e não relate para o seu delegado o que houve aqui senão...
---T-tá legal. Mário e Fernando, chame uma ambulância que temos um ferido e afastem os curiosos.
Chega uma ambulância que leva o Oliveira que Teixeira chama o paramédico que fala:
---Mande ele para esse médico que é um velho amigo meu.
---Sim, pode deixar.
A ambulância leva Oliveira que Sérgio fala para o Teixeira:
---Quem é você realmente?
---Quando chegar na minha casa, direi tudo.
---Mas como se não tem carro.
---Com licença!
Teixeira disca o celular que chega uma BMW verde placa TMA 0067 com motorista que Teixeira ordena o motorista pegar as suas malas e a valise e colocar no carro. Teixeira fala:
---Pode deixar que eu dirijo, Medeiros.
---Mas alguma instrução, senhor?
---Feche essa empresa e mande meus agentes vigiar.
---Sim!
Teixeira liga o carro e entra Sérgio que sai da Ilha do Governador e vai para a Linha Amarela de onde vai para Barra da Tijuca onde chega a um condomínio de luxo onde chega na guarita que fala com o guarda:
---Oi, Palhares.
---Sr. Teixeira, como vai?
---Pode abrir a cancela.
---E este?
---É um amigo meu.
---Tudo bem. Pode passar.
Teixeira entra no condomínio e vai para a sua mansão que fala:
---Gostou? Eu comprei em 1988 para ser uma das minhas 55 mansões espalhadas pelo mundo e mandei reformá-la. Entra!
Teixeira abre a porta e veio o seu mordomo que este fala:
---Boa noite, patrão Teixeira.
---Boa noite, Morais que pode pegar as minhas bagagens e conduzir o meu amigo Sérgio a sala de estar que vou tomar um banho.
---Sim! Sr. Sérgio me acompanhe.
Sérgio entra que foi na sala de estar enquanto Teixeira toma banho que olha as medalhas e fotos de Teixeira em países como El Salvador, França, Haiti, Bolívia e Cuba que chega Teixeira de banho tomado, trajando uma camiseta branca, uma calça de malha azul e chinelos que fala:
---Você deve está perguntando por que sou chanceler da ONU? Eu sou muito mais que pensa que essa pasta vai esclarecer tudo.
Sérgio pega a pasta e abre que lê:
--- “Teixeira Matias de Albuquerque, nasceu em Blumenau, SC em 6-11-1946. Filho do ex-vereador de Blumenau e empresário, João Campos Henfilnon de Albuquerque e da advogada Maria Francisca Henfilnon Albuquerque, falecida. Estudou o primário e secundário até os 10 anos que descobriu que quem matou a mãe foi o seu tio Paulo Guarani de Souza Paulista que era ligado a contrabando de armas que foi solto. Teixeira ficou revoltado e saiu de Blumenau aos 16 anos e foi pra o Rio de Janeiro com o irmão mais novo Geraldo Max Teixeira para estudar e trabalhar que aos 18 anos, serviu ao Exército na divisão de Infantaria que saiu por ficar ferido que estudou na PUC-Rio que se formou em Direito Penal de onde estagiou no Ministério Público no qual se tornou promotor público e devido a uma armação, foi expulso. Fez concurso para a Polícia Militar e passou que se tornou major no qual, foi condecorado por bravura seis vezes que saiu da Polícia Militar em 1972 por assuntos particulares que em 1973, foi para os Estados Unidos para ser agente do FBI no qual ingressou para o Serviço Secreto de onde foi um dos melhores agentes que no período que ficou nos Estados Unidos, casou duas vezes e teve 3 filhos: Um do primeiro e dois no segundo.
Voltou ao Brasil em 1976, aos 30 anos que na bagagem, tem curso de Administração concluído em Harvard no qual passou administrar os negócios do pai e reestruturou as empresas da família e foi delegado da Polícia Civil aos 32 anos que desligou da corporação em 1983 por discordar das opiniões de seu colega, Vitório Burti e deu um soco em Vitório. Viajou para Campinas onde fundou o Grupo Teixeira Empresas que são 4: a financiadora Teixeira Financiamentos S.A.; a empresa de táxi-áereo Teixeirajet; o Banco Teixeira e o jornal Gazeta Teixeira e Ramos que o seu sócio é o jornalista Gustavo Ramos. Durante a fase empresarial, foi convidado pelos Estados Unidos para treinar e foi que de 1984 até 1986, foi para Israel, Espanha, Grécia e Japão no qual foi agente do Mossad, Inteligência Espanhola e Serviço Secreto Japonês que casou em Israel e teve um filho e no Brasil, também casou e teve uma filha.
Em 1987, fundou a Fundação Teixeira Matias de Albuquerque para cuidar de adolescentes vitimados pelas drogas e na ONU, é agente de segurança ligado a Força Internacional da Paz que investiga cartéis de criminosos. Atualmente, ele está casado com a escritora francesa Joanna Moon de France e mora na França no qual é diretor geral da sua agência de espionagem, Teixeira Spy Investigações Mundiais cuja sede mundial fica em Toulon.
Tem 35 condecorações por bravura e mérito dadas por lideres mundiais, inclusive a Grã-Cruz que é consultor da Interpol para assuntos de terrorismo''.
Sérgio fecha o arquivo e fala Teixeira:
---Eu sempre combati o mal sob todas as formas que para isso, utilizo o nome de Doutor Max e o sigilo de minhas missões.
---E quem são os seus filhos?
---Normalmente, eu podia não falar sobre os meus filhos, mas vou falar. Eu tenho 7 filhos, 6 são meus filhos biológicos e 1 adotivo. São eles: Allan Carlos Raywood Teixeira, 23 anos que é engenheiro e dono da Raywood Company; os gêmeos Antony Teixeira Strasser e Hunac Albuquerque Teixeira, 22 anos que Antony é vice-diretor da minha filial da Teixeirajet em Washintron, EUA e Hunac é cineasta que produz filmes independentes; Issac Rabins Teixeira Schinelder, 20 anos é rabino e sub-tenente da polícia israelense; Paula da Veiga Albuquerque dos Paulos, 12 anos é estudante; Teresa Moon de France Albuquerque, 7 anos, também estudante e Akira Ryoshi, 4 anos que adotei que a mãe dele era minha melhor agente no Japão e morreu nos meus braços.
---Esse seu filho está sob cuidados de quem?
---De um tutor que mora na ilha de Hokkaido, sul do Japão. Todos os meus filhos, com exceção de Teresa e Akira, foram treinados por mim e dispenso até seguranças. Já Teresa e Akira, são vigiados por meus agentes e cuidam da segurança 24 horas. Mudando de assunto, eu posso dizer que aqueles atentados que sofremos foram muito planejados.
---Mas, Teixeira, quem passou que mantive total sigilo de nossas conversas!
---Não sei que por hora, vamos ver o que tem aquele dossiê. Você vai dormir no quarto de hospedes e dormirei no meu quarto. Morais...
---Sim, senhor?
---Acompanhe ele para o quarto.
Morais leva para o quarto o Sérgio e Teixeira vai para o seu quarto que dorme. No dia seguinte, Sérgio toma um café servido por Morais que chega Teixeira, já arrumado fala:
---Dormiu bem?
---Como uma pedra.
---Ótimo que termine o café que vamos para São João de Meriti. Morais, prepare um sanduíche de queijo cheddar e um copo de chocolate para viagem.
---Sim!
Teixeira leva o Sérgio para a sua garagem particular que dos seus 12 carros, pega o Fiat Tempra vermelho placa TMA 0065 e sai do condomínio da Barra da Tijuca que Sérgio fala:
---Todos aqueles carros são seus?
---Sim que eu tenho 500 carros da minha coleção particular que aquela é da minha coleção sul-americana e mantenho uma equipe de 100 mecânicos para consertar eles.
Sérgio fica admirado que saiam da Linha Amarela e vão para a Avenida Brasil de onde vão para a Via Dutra que chegam a Vilar dos Teles e abasteçam que chegam a Jardim Metrópoles de tarde que Teixeira anda com o carro em marcha lenta e Sérgio viu Luís e fala:
---Teixeira, para o carro que vi Luís.
---Aonde?
---Naquele bar e está sentado na mesa de fora da rua.
---Eu já vi que Sérgio, fique no carro que vou pegar ele.
Teixeira para o Tempra e sai do carro que vai a direção do bar que perde uma pinga e senta-se à mesa do Luís e fala:
---Luís, meu nome é Teixeira Matias de Albuquerque e quero que venha comigo.
---É tira?
---Não posso responder e me acompanhe até o meu carro sem resistência.
---Tá bom e minha cerveja, quem vai pagar?
---Deixa que eu pago. Vamos.
Luís e Teixeira se levantam e saiam no bar logo depois que Teixeira pagar as bebidas e entram no Tempra de onde Teixeira fala:
---Desculpe pela grosseria, mas eu e seu padrinho queremos conversar com você em particular.
---O que querem saber?
---Queremos saber sobre o dossiê que o seu pai escreveu contando o contrabando de armas de Paulo.
---Eu sabia que eu soube, padrinho das mortes de Carlos e Alfredo no meu serviço e tive o meu Chevette 77 incendiado por bandidos a mando de Paulo.
---Por que não me avisou, Luís?
---Eu tentei telefonar pra sua empresa, mas dava ocupado.
---Eu sofri um atentado e Teixeira aqui me salvou.
---Vou sair daqui para a gente conversar a sós. Luís, aonde é a casa do seu tio Bruno?
---Eu mostrarei a vocês.
Teixeira liga o carro e sai que com a orientação de Luís, chegam a uma casa de 2 andares e uma garagem que Teixeira para e sai juntamente com Luís e Sérgio e chega Bruno com sacolas de compras e fala:
---Sérgio, o que houve?
---Calma, Bruno que esse é Teixeira Matias de Albuquerque, um colega e ele é de confiança.
---Desculpe, sr. Teixeira é que...
---Eu sei que podemos entrar?
---Ah, sim! Luís, pegue as compras e abre o portão.
Os quatros entram que Teixeira senta na cadeira e Sérgio na poltrona que Raul vai ao segundo andar da casa e abre um alçapão e retira uma caixa de metal que leva para baixo onde coloca na mesa da sala e abre que Teixeira viu o dossiê que Bruno fala:
---Meu irmão Raul teve acessos a documentos sigilosos dados pelo juiz Miguel Spoladore Sentineli, o que prendeu o pai de Paulo, Manuel em São Lourenço que Paulo herdou a rota de contrabando de armas que sai de São Lourenço, MG e vai para fazendas no Uruguai e Bolívia que Raul apurou tudo e escreveu esse dossiê. Quando foi descoberto, fez cópias e deu 2 para o advogado Aristeu Camacho de Souza. E o advogado morreu em circunstâncias misteriosas, mas as cópias estão guardadas em um cofre secreto. Depois que Raul morreu, eu mandei meu filho Juca Coimbra de Alpendre pra casa de minha ex-esposa em Coimbra, Portugal. A mãe de Luís, Luísa está na casa que Raul deixou em Resende que essa casa está no nome de Raul.
---Sr. Bruno, quero que saia de São João de Meriti e vá para Cardoso Moreira, Norte do Rio de Janeiro que mantenho uma casa de proteção as testemunhas que pode ficar tranqüilo que tenho um grupo de 5 agentes treinados para proteger você e Luis.
---Quando vamos?
---Agora! Sérgio, ajude os dois a arrumar as malas que vou entrar em contrato com meus agentes e levarei o dossiê original. Vá.
---Ok!
Enquanto Sérgio ajuda a fazer as malas de Raul e Bruno, Teixeira usa o celular e chama os agentes em Cardoso Moreira que já combina os detalhes. Luís e Bruno já estão de malas prontas e saiam junto com Sérgio e Teixeira que Bruno fecha o portão que Teixeira retira duas notas de R$ 100,00 e dar para o Bruno e fala:
---Você e Raul peguem um ônibus que sai da Rodoviária Novo Rio que vai para Cardoso Moreira que chegando lá, tem um agente meu esperando vocês para levar a casa. Dei-te R$ 200,00 para as despesas extras. Tome...
---O que...
---Isso é uma Colt 44 pra sua defesa. Vai.
Raul e Bruno saem da casa e Teixeira arranca com o carro que volta para a Barra da Tijuca onde analisa o dossiê junto com o Sérgio que fala:
---Sérgio, Paulo conseguiu reestruturar o contrabando que precisamos de mais provas que esse dossiê está desatualizado. Vamos te que ir para São Lourenço conversar com o juiz que prendeu o pai de Paulo, Manuel que ele é a chave do esquema.
---Tá falando do juiz Miguel Spoladore Sentineli?
---Sim!
---Mas como vamos ir para São Lourenço?
---Eu...espere!
De repente, chega um táxi na mansão e chega um jovem com uma sacola que aperta a campainha e quando o mordomo Morais ia abrir, Teixeira fala:
---Abre a porta devagar e Sérgio, pega meu bastão de beisebol e fique atrás da coluna.
---E você?
---Atrás de Morais.
Quando o mordomo abre, Sérgio dar uma cacetada e o jovem cai que Teixeira viu e fala:
---Meu Deus! É Allan.
---Seu filho?
---Sim que Morais, vá ao meu quarto e pega um vidro de éter.
Morais pega o vidro e dá para o Teixeira que ele passa no nariz de Allan e acorda que fala:
---Pai, o que houve?
---Desculpe, filho é que eu não sabia que vinha.
---Tá bom e quem é esse [ai] que me deu uma porrada.
---Desculpe. Allan, esse é Sérgio Cabrano Bravid e Sérgio, meu filho Allan.
---O prazer é meu e desculpe pela pancada.
---Tudo bem.
Terminadas as explicações, Teixeira fala pro Sérgio:
---Sérgio, como está dizendo antes de Allan interromper, eu não sei que se formos de carro, seremos pegos pelos capangas de Paulo e seus policiais corruptos e se formos de ônibus, também nos matam e só sobrou ir pro ar.
---Como vamos viajar de avião?
---Eu mantenho um hangar da minha firma Teixeirajet no Aeroporto Santos Dumont com dois jatos. Allan, ligue-me com o meu supervisor da Teixeirajet no aeroporto que vou fazer os meus preparativos. Sérgio, fique aí!
Teixeira sai da casa e vai para um mini-galpão anexo a mansão que insira uma senha e abre a porta que entra no seu QG que guarda armas, equipamentos, munições e vestes de combate que no armário de armas, pega uma Uzi 45 com pente de 50 balas e munição; no armário onde guarda os equipamentos, pega uma pasta de executivo modelo 007 com fecho automático e guarda a Uzi e 3 pentes e depois pega uma pistola Glock 9mm que guarda na pasta com 2 pentes. Fecha os armários e o mini-galpão que leva para a mansão a pasta e guarda no seu quarto. Allan entra no quarto e fala:
---O supervisor no telefone, pai.
Teixeira pega o telefone e manda Allan fazer companhia ao Sérgio e fala com o seu supervisor da Teixeirajet, Mário Homero da Costa:
---Mário, sou eu, Teixeira.
---Fala, chefe.
---Mande a equipe preparar meu jato particular que vou viajar para Minas Gerais em missão. Quero a equipe de costume e não comente nada.
---Mas, alguma coisa, chefe?
---Não que é só que eu vou ir agora para pegar o jato e vou levar um amigo.
Teixeira desliga que digita um numero e em Belo Horizonte, no escritório na TSIM-Minas Gerais atende o superintendente da agência, Osvaldo Nicanor de Sagres Jr.:
---Pode falar.
---Osvaldo, quem fala é o Doutor Max.
---Doutor, o que...
---A linha é segura?
---Sim!
---Preste atenção: Mande dois agentes nos esperarem no hangar da minha empresa Teixeirajet com o meu carro de costume que chegarei de jato e quero que estão lá para guardar o meu jato.
---Mais alguma coisa, Doutor?
---Sim que deixe um pacote no porta-malas do meu carro e uma faca no compartimento secreto e só isso, desligo.
Teixeira desliga o telefone e vai para a sala que fala com o Sérgio:
---Já está tudo combinado que vamos agora. Tem roupas?
---Não tenho nenhuma peça.
---Allan, pega algumas roupas minhas e coloque na minha sacola de Exército.
Allan pega as roupas e coloca na sacola que Teixeira vai ao quarto e pega as suas pastas com as armas e sua bolsa de viagens. Depois, pega o seu 10° carro que é uma Fiat Uno verde placa TMA 0077 onde entra o Sérgio e fala com o filho Allan:
---Allan, utilize o treinamento que te dei para proteger a mansão.
---Certo, pai e tome cuidado.
---Vou tomar cuidado. Morais, ajude ele.
---Certo, patrão Teixeira!
Teixeira entra no carro e sai da Barra da Tijuca com Sérgio que vão para o Centro do Rio que chega ao Aeroporto Santos Dumont no Flamengo que Teixeira deixa a Fiat Uno na garagem da Infraero onde liga o alarme do carro e tira as bagagens do carro. Sérgio fala:
---Pode deixar o carro aqui?
---Sim que tenho alguns amigos para tomar conta e vamos.
Os dois saiam da garagem e pegam o elevador que deixam no saguão do aeroporto aonde vão para a área de segurança do aeroporto de onde fica a parte dos hangares que o soldado da Aeronáutica barra os dois e fala:
---Desculpe, mas essa área é restrita. Os documentos, por favor.
Teixeira mostra a sua identificação da ONU e Sérgio mostra a sua carteira de capitão da Marinha Mercante e o soldado deixa-os passar que Teixeira fala pro Sérgio:
---Sérgio, eu não sabia que era capitão da Marinha Mercante?
---Sou da reserva que dos meus 5 irmãos, só eu segui a carreira militar que meu pai era major da Marinha.
---Meu pai era oficial...
Teixeira se cala que eles vão para o hangar da Teixeirajet que Teixeira abre a porta trancada com um cadeado eletrônico e Sérgio viu o jato particular de Teixeira: Lockleed Blackbird SR-3 que Sérgio fala:
---Onde conseguiu essa jóia?
---Eu comprei nos Estados Unidos e modifiquei aqui com apoio de engenheiros da Embraer que é meu jato de espionagem. Mantenho uma equipe de mecânicos e engenheiros para conservar essa aeronave.
---Quem vai pilotar esse jato?
---Eu que tenho 1500 horas de vôo e consegui um brevê de piloto de caça durante a minha estadia nos Estados Unidos no qual fiz treinamento na Força Aérea Americana com o F-14.
---Você é demais!
---Coloque as bagagens no bagageiro que vou ligar os instrumentos.
---Certo.
Teixeira entra no jato e liga os instrumentos do avião e aciona as turbinas que Sérgio entra e fecha a porta do jato que Sérgio viu a suíte do jato equipada com frigobar, poltronas de couro e um vídeo com circuito fechado que Teixeira sai do hangar e posiciona o jato na pista e liga para a torre:
--- “Torre de Controle, aqui quem fala é aeronave SR-3, câmbio!"
--- “Torre na escuta, prossiga!"
--- “Estou pedindo permissão para decolar."
--- “Aeronave SR-3, sua permissão está autorizada. Por favor, utilize a pista 2 que a pista 1 está lotada."
--- “Obrigado, Torre. Câmbio e desligo."
Teixeira acelera o jato e levanta vôo que vai pelas nuvens onde chama Sérgio e fala:
---Nós vamos fazer uma parada estratégica na Base Aérea do Galeão para pegar mantimentos e seguiremos para São Paulo onde paramos para reabastecer até chegar ao Aeroporto Internacional da Pampulha onde é o nosso destino final.
---Teixeira, você já leu o dossiê de Raul?
---Eu li pouca coisa que Paulo tinha amigos poderosos acobertando o contrabando que no dossiê, teve ajuda de altos funcionários do Ministério dos Transportes e dois ex-deputados estaduais eleitos em São Lourenço que dos ex-deputados, eu reconheci o Plácido Montesantos de Cartago que era adversário de meu pai em Blumenau na campanha a vereador e perdeu que ele foi o responsável pelas mortes de funcionários de sua empresa, a Montesantos Transportadora e sonegar impostos. Fugiu pra São Lourenço e Paulo, com o dinheiro das armas, financiou a campanha de Plácido a deputado e ganhou, mas foi cassado pela ditadura e continuou a financiar Paulo.
---E os altos funcionários do Ministério dos Transportes?
---Não sei que os nomes foram apagados e assim que pegar Paulo, vou pedir que os meus amigos do Ministério dos Transportes achem os funcionários. Sérgio, vai ao frigobar e pega uma garrafa de água mineral que vou tomar.
---Tá bom, vou pegar.
Sérgio vai ao frigobar e pega uma garrafa de água mineral e dar pro Teixeira que bebe aonde os dois chegam a Base Aérea do Galeão que Teixeira pega mantimentos e decola com o seu jato onde chega em São Paulo ás 11:45 da noite que deixa o jato no hangar da sua empresa no Aeroporto de Congonhas e segue junto com Sérgio ao seu apartamento na Avenida Paulista e dormem que depois, voltam ao aeroporto de manhã ás 9:37 onde pegam o jato e chegam ao Aeroporto Internacional da Pampulha em Minas Gerais ás 10:43 que Teixeira comunica com a torre:
--- “Torre, aqui é o piloto da aeronave prefixo SR-3 pedindo permissão para pousar!"
--- “Permissão concedida, aeronave SR-3 que utilize a pista 3!"
--- “Obrigado, Torre! Desligando!"
Teixeira aciona o trem-de-pouso e desce o jato na pista 3 que chega o reboque do aeroporto que leva o jato para o hangar da Teixeirajet onde sai os agentes da TSIM-Minas Gerais com o carro escolhido pelo Teixeira que Sérgio fala:
---Uau! Isso é um Mustang 77! Este carro faz parte da sua coleção?
---Sim. Faz parte dos meus carros que uso para minhas missões que tem motor V-12 e cambio de Fórmula-1.
---Alguma instrução, senhor?---Pergunta o agente Boris.
---Não, Boris que se perguntarem alguma coisa, diga que é uma aterrisagem de rotina e me ajude a colocar as bagagens no porta-malas. O pacote está no porta-malas?
---Sim!
---Ótimo que me dê às chaves.
Boris dar as chaves e Teixeira abre o porta malas e Boris coloca as bagagens e fecha que entra no carro junto com Sérgio que pega a auto-estada e vai para o interior de Minas Gerais e o rumo: São Lourenço...
No terceiro capitulo, começa os planos para descobrir a rede de contrabando de Paulo Carlos Dummond Santos.

Fim do Capitulo Dois: A Ascensão de Um Criminoso


Caso de Polícia
Capitulo Três: Meu Ódio Será Tua Herança
Depois de percorrer as cidades do interior de Minas e parar em hotéis escolhidos, Teixeira e Sérgio param em Caxambu onde Teixeira pega outro pacote na agência dos Correios e dormem numa pousada que Teixeira, como medo que Paulo rastear ele e Sérgio, paga a estadia com dinheiro e no dia seguinte, chegam finalmente a São Lourenço onde Teixeira para numa pousada que fala para o Sérgio:
---Vamos nos estabelecer aqui e depois, faremos novas investigações.
---Certo!
Teixeira vista o paletó e sai do carro e entra na recepção e toca a sineta. Um jovem sai da salinha e vai atender Teixeira e fala:
---Pois não, senhor..
---Juca Maciel de Almeida que eu sou jornalista e vim de Belo Horizonte para fazer reportagem sobre São Lourenço e quero me hospedar com o meu primo Rocha Bragança. Tem quartos?
---Temos que são quartos solteiros e vai ficar quantos dias?
---Só 10 dias!
---Muito bem! Assine a ficha que mandarei o carregador pegar as bagagens.
---Pede que não pegue dois pacotes que estes vou levar.
---Certamente, senhor Juca e vai pagar em cheque, cartão ou dinheiro?
---Dinheiro!
---Muito bem. Otávio, pegue as malas.
Otávio pega as malas e Teixeira pega os pacotes. Sérgio entra na pousada e vai para o seu quarto 67 e Teixeira no quarto 62 de onde paga uma gorjeta ao carregador. Depois, tranca a porta do quarto e abre os pacotes que no primeiro, retira um laptop, um relógio digital, uma pistola automática Mauser 9mm com 2 pentes e uma faca automática modelo balística e no segundo, retira o seu kit de disfarces, uma caneta com sinalizador, roupas e um par de sapatos de carmuça que guarda tudo no armário e fecha e vai tomar um banho. Á noite, ele pede ao serviço de quarto que envie o jantar para o seu quarto e recebe o jantar que pediu camarão à grega, refrigerante diet, salada e doce de leite que depois, chama Sérgio que ele entra no quarto de Teixeira e Teixeira fala:
---Fecha a porta e ligue o rádio. Não quero que ouçam a nossa conversa.
---Entendi.
Sérgio fecha a porta e liga o rádio que Teixeira fala:
---De manhã, você vai para a transportadora de Paulo e pegue tudo o que achar: documentos, notas, mapas.
---Tá maluco, Teixeira que ele tem guardas armados e se eu botar os pés lá, me matam.
---Já providenciei tudo que espera um pouco.
Teixeira abre o armário e dar para o Sérgio o kit de disfarces, a caneta, as roupas e os sapatos que Teixeira diz:
---Eu mandei meus cientistas da TSIM-Minas Gerais pegar o meu kit n° 0089 para você usar como disfarce. As roupas e os sapatos mandei trazer de uma loja de roupas em Belo Horizonte no qual eu sou cliente.
---E essa caneta?
---É um sinalizador ligado ao meu relógio que use em caso de emergência.
---Mas, aonde você vai?
---Vou à área nobre de São Lourenço e visitar o juiz Miguel Spoladore Sentineli para colher mais dados sobre o contrabando de Paulo. Agora, pegue o kit, as roupas, os sapatos e a caneta e leva para o teu quarto. Boa noite.
Sérgio sai do quarto de Teixeira que Teixeira dorme. Na manhã seguinte, Teixeira é o primeiro a levantar que vai ao bar da pousada e pede um café da manhã reforçado que sai da pousada e vai ao Centro de São Lourenço onde numa loja de ferragens, compra uma lata de tinta azul, uma chapa de aço e quatro ripas de madeira e na outra loja de ferragens, compra quatro frascos vazios, uma garrafa de querosene, 50 pregos e um pé-de-cabra que nas duas lojas pagou em cheque ao portador. Levou tudo para o seu quarto e coloca no armário e tranca. No quarto de Sérgio, Sérgio começa a se transformar que usa a tintura de cabelo cinza que seu cabelo fica cinza e aplica uma maquilagem para parecer um velho que depois, se arruma com as roupas arrumadas com o Teixeira. Depois de se transformar, ele sai do quarto que sai o Teixeira no seu quarto e eles vão até o Mustang e saiam da pousada que primeiro, Teixeira chega na transportadora de Paulo numa distância segura e fala com o Sérgio:
---Vou te deixar aqui que boa sorte.
---Pra você também!
Sérgio sai do carro e vai até o portão da transportadora que o segurança sai da guarita e diz:
---Desculpe, mas quem é você?
---Sou Almeida Gaspar Torres, corretor de seguros que minha seguradora me enviou para checar os registros.
---Eu vou verificar. Aguarde.
O segurança entra na guarita e liga pra o escritório que fala:
---Senhor Montenegro, tem um corretor aqui que quer ver os nossos registros.
---Deixe-o entrar e faz uma revista nele antes.
---Certo!
O segurança desliga o interfone e fala para o Sérgio/Almeida:
---Pode entrar, mas antes vou te revistar.
---Tudo bem!
Sérgio entra e Teixeira acelera o Mustang que chega a área nobre de São Lourenço onde viu uma mansão verde com um portão de ferro que para o Mustang e sai do carro que recarregar a sua Glock e coloca no coldre e bota o seu terno para disfarçar que vai até o portão e toca a campainha e vem um jovem abrindo o portão e fala:
---Sim, o que deseja?
---Sou um jornalista e queria saber se o juiz Miguel Spoladore Sentineli está!
---Não está e com licença.
Na hora que o jovem ia fechar o portão, Teixeira bota a mão e empurra o portão que deixa o jovem cair que o jovem fala:
---Saia daqui ou eu chamo a polícia!
---Calma, rapaz que vê a minha identidade!
O jovem olha e fala:
---Me desculpe a grosseria, mas eu e meu avô estamos sendo vigiados.
---Você é neto de Miguel Spoladore Sentineli?---Pergunta Teixeira depois de fechar o portão.
---Sim que meu nome é Saul Marcondes Spoladore.
---Onde está o seu avô?
---Na mansão que me acompanhe.
Saul leva Teixeira a mansão que abre a porta e entra Teixeira que veio o juiz Miguel Spoladore Sentineli, 75 anos apoiado numa bengala e com uma perna mecânica que fala:
---Eu sabia que vinha que por favor, sente. Saul, vai pra cozinha que eu quero conversar com o senhor Teixeira.
---Sim, vovô!
Saul sai portando uma FN 76.5 belga no coldre que o juiz senta e fala:
---Sr. Teixeira, eu investiguei a família Santos desde quando era assistente do Ministério Público que começou quando Valentim Cruz Santos, primo de Manuel Carlos Dummond Santos me deu uma pasta azul contendo um contrabando de armas e bebidas criado por Manuel que Valentim falou que ele queria a herança do pai de Manuel, conde Flávio Monteiro de Dummond e não conseguiu graças à intervenção de Valentim do espólio. Manuel consegue enriquecer com contrabando e declarou guerra aos tios e Valentim que em 1938, Manuel criou quatro empresas: a agência de viagens, Santostur, a Marmoraria Santos S.A., a Transportes Santos Ltda. e a Exportação Café Santos que utilizou essas quatro empresas para acobertar o contrabando.
---Ele tinha cúmplices?
---Tinha, Teixeira que segundo o que apurei, Manuel tinha dois testas-de-ferro que é o franco-brasileiro Bolívar Montagoni de Orozon e o libanês naturalizado brasileiro, Tufik Ralmesk de Oliveira que Bolívar cuidava dos contratos e das armas e bebidas e Tufik cuidava do transporte utilizando os seus aviões da sua companhia, a Tufik Transportes Aéreos S.A que Manuel sabia que Valentim era um engordo e precisava ser eliminado. Em 1947, quando seu filho completou dois anos, Manuel e dois capangas, mataram a queima-roupa Valentim que eu soube e já na época era promotor, pedi a prisão de Manuel e seus cúmplices que consegui prender Manuel e Tufik, mas Bolívar fugiu para França. Em 1954, Manuel foi condenado á 30 anos de prisão e Tufik morreu na prisão enforcado que Manuel fugiu da Penitenciaria de Contagem que subornou o carcereiro. Antes de fugir, ele foi pra minha casa de veraneio em Juiz de Fora pra me matar e na casa estava eu, meu filho mais velho, Santoro Marcondes Spoladore que é pai de Saul e meu caseiro José Paiva.
Ele arrombou a porta dos fundos e surpreendeu eu e Santoro que tinha minha arma e errei o tiro. Manuel deu dois disparos e caí que Santoro tentou matá-lo, mas levou um tiro na barriga e caiu que José ouviu os tiros e foi para minha casa com uma espingarda que levou uma coronhada na cabeça e Manuel ia matar José, mas acabou as balas e fugiu. Eu e Santoro fomos para o Pronto Socorro e eu tive que amputar a perna e tirar o baço que infelizmente, Santoro morreu.
---Eu sinto muito. Depois da morte do filho, o que fez?
---Tentei prender Manuel pela morte de meu filho, mas ele tinha bons advogados e amigos políticos que eu não fiquei parado que chamei o meu irmão, desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Leonardo Di Sentineli Marcos para elaborar um dossiê com os documentos que eu consegui juntamente com meus amigos do Ministério Público que soube que Manuel foi morto pelo filho de Valentim, Nonato que este foi morto pelo Paulo que reassumiu o controle da organização que teve apoio de Bolívar e o filho de Tufik, Mohamed Saad Ralmesk de Oliveira que utilizou o cargo de delegado para desviar armamento do depósito da Polícia Civil. Ele soube que estava criando um dossiê sobre o contrabando com meu irmão e matou meu irmão Leonardo na estrada de Rio-São Paulo e tomei minhas providências: Mandei meus filhos Juliana Garibaldi Spoladore, Ricardo Sentineli Goldi e Miguel Spoladore Sentineli Jr. pra casa dos meus irmãos Sabrina e Homero em Nápoles, Itália e fugi para o Canadá que me estabeleci em Montreal na casa de um amigo juiz canadense.
---Voltou pro Brasil quando?
---Em 1978, depois da prisão de Paulo e o termino do dossiê que regressei incógnito para que Paulo não me matar que voltei para aqui em São Lourenço que comprei essa mansão com dinheiro de minha herança de meu tio Horácio Fontana e trouxe meu neto Saul que estava na Holanda estudando que ele é meu guarda-costas e mordomo.
---Sr. Juiz, eu poderia ver o dossiê?
---Sim! Saul...
---Sim, vô!
---Pegue uma pasta cinza no meu escritório e traga pra mim.
Saul sobe as escadas e vai para o escritório do avô e pega a pasta que desce as escadas e dar a pasta para o avô e volta para a cozinha que Teixeira folheia as 500 páginas do dossiê que o juiz fala:
---Eu chamei esse dossiê de Conexão Armadas que por segurança, fiz duas cópias no caso de ser pego por Paulo que a primeira cópia está em poder de um advogado chamado Ivo Madeira de Souza e a segunda está com um agente do Serviço Secreto Canadense chamado Frank Bordeaux que eles tem a instrução de enviar as cópias para a Interpol e para os jornais que nesse dossiê tem altos funcionários do Governo federal e políticos que acobertam o contrabando de Paulo.
---Eu vou ficar com o dossiê original que...
De repente, Teixeira viu dois carros parados no portão que saca a Glock e chama o Saul:
---Leve seu avô para cima!
---O que ouve?
---Parece que Paulo é mais rápido e mandou seus capangas. Vai!
Saul leva o seu avô que os capangas de Paulo arrombam o portão e o líder fala:
---Vamos matar o velho e seu neto que...
---Desta vez não, canalhas.
Teixeira sai da mansão atirando e começa um tiroteio que Teixeira, com treinamento especial, consegue desviar das balas e em menos de 20 segundos, liquida os capangas de Paulo que chega Saul e fala:
---Você está bem?
---Estou que fique com o seu avô que vou chamar os meus agentes pra levar os dois para minha casa de testemunhas em Cardoso Moreira. Mas antes, me ajude a esconder os cadáveres.
Teixeira e Saul pega os cadáveres e enterra-os no quintal que Teixeira se livra das armas que pega o seu celular e liga para o QG da TSIM-Minas Gerais que em 30 minutos, veio uma caminhonete Sprinter cinza que sai dois agentes que ajudam Saul com as bolsas de viagem e com o juiz que fala com o motorista:
---Evite parar em postos suspeitos e utilize essa rota.
---Sim, senhor!
Antes de partir, Miguel fala com Teixeira:
---Pegue os canalhas por mim.
---Vou pegá-los que trouxe Sérgio Cabrano Bravid que é ex-parceiro de Paulo pra me ajudar e boa sorte.
A caminhonete sai em disparada que Teixeira fecha a mansão e entra no Mustang que vai a encontro do Sérgio que na transportadora, Sérgio é conduzido na sala central onde conversa com o diretor da transportadora, João Montenegro que deu autorização para ver os documentos no escritório que entra no escritório e fecha a porta que abre as gavetas e viu notas fiscais frias, rotas dos caminhões da transportadora e listas de armas que viu uma copiadora e tirou tudo e pegou um mapa da Bolívia e viu dizeres: Estrada de La Del Ruiz onde ele fez uma cópia que guardou as cópias numa pasta dada pelo Teixeira que arruma tudo e com um lenço, limpa a copiadora, a maçaneta e o arquivo pra não deixar impressões digitais que abre a porta com o lenço e fecha que veio o segurança e acompanha ele para a porta quando Sérgio viu Paulo Carlos Dummond Santos entrando que Paulo fala:
---Heraldo, seus capangas não deram cabo daquele juiz.
---Mas...
---Cale-se que...hei, quem é aquele senhor?
---É um corretor de seguros!
---Ele me parece familiar que...! Idiotas, é Sérgio. Peguem ele.
Sérgio corre para os fundos que os seguranças abrem fogo que assusta os funcionários que ativa a caneta e Teixeira ouve o sinal no seu relógio e acelera o carro que Sérgio consegue sair, mas é cercado que Paulo aponta uma pistola e diz:
--Entregue-me essa pasta, agora.
---Não vou entregar não.
---Então, pode se despedir da vida.
Na hora de disparar, chega Teixeira que abre a porta e grita:
---PULE!
Sérgio pule e recomeça o tiroteio que Teixeira dar um cavalo-de-pau de 180° e sai da transportadora que Paulo fala:
---Homens, peguem os carros.
Teixeira chega na pousada e começa a arrumar tudo que abre o armário e retira as compras que fez que encha os frascos de querosene e com o pavio, ele rasga o lençol de sua cama que bota nos frascos. Com uma mini-furadeira, ele faz 50 furos na chapa de aço e coloca os pregos e as ripas de madeira que no quarto de Sérgio, Sérgio retira a tintura de cabelo e a maquilagem e veste a sua roupa e se encontra com Teixeira com os frascos e o escudo pintado de azul que Sérgio fala:
---O que é isto?
---Nossa defesa que me ajude com as bagagens que toma essa Mauser que vai precisar.
Teixeira vai à recepção da pousada e paga a estadia que na hora de botar as bagagens, chega Paulo com 34 capangas que Sérgio sai da pousada atirando que os capangas respondem que o pânico toma conta do centro de São Lourenço que Teixeira retira a Uzi e no modo automático, destrói as caminhonetes e Sérgio pula no carro que Teixeira sai de São Lourenço que os carros dos capangas que não foram atingidos seguem o carro de Teixeira que Teixeira fala com Sérgio:
---Sérgio, pegue três frascos, acende-os e joga-os que o ultimo, amarre na minha faca automática e dispara.
---Certo!
Sérgio pega o primeiro e joga que o motorista do primeiro grita:
---CUIDADO!
O frasco explode o motor e os ocupantes saem na hora que Sérgio lança o segundo que este acerta uma árvore que destrói mais dois carros que quando ia lançar o terceiro, Paulo mira e acerta a sua mão que deixa cair no carro que imediatamente, Teixeira aciona o sistema antiincêndio que apaga que Sérgio amarra a mão e pega à faca automática e amarra no ultimo que fala:
---Paulo, aí vai uma entrega especial.
Sérgio dispara e o frasco acerta no carro de Paulo que Paulo freia e pega o extintor e apaga o fogo que fala com o capanga:
---Me dá o lança-foguetes.
O capanga dar o lança-foguetes M-72 e dispara que Teixeira viu o foguete e fala para o Sérgio:
---Se segura, Sérgio!
Teixeira faz uma manobra no carro que fica em duas rodas e o foguete passa direto e explode uma árvore que os dois conseguem sair de São Lourenço deixando um rastro de destruição que Paulo fala:
---Heraldo, leve os homens para o hospital e bico calado sobre isto que eles pensam que me derrotaram, estão muito enganados.
Teixeira e Sérgio chegam a Belo Horizonte na terça-feira de manhã que dormem no hotel no centro que Teixeira, com o laptop, transmite parte do dossiê pra o computador central da TSIM-Minas Gerais onde mantêm um arquivo secreto das suas missões em CD-ROM que desliga o laptop que acorda Sérgio e fala:
---Sérgio, vamos para o escritório da Santostur que pegaremos mais documentos para finalizar a nossa missão aqui em Minas.
---Mas como vamos entrar no escritório que agora Paulo vai botar seguranças?
---Calma que tenho um plano. De manhã, eu falo.
Fecha a porta do quarto e dorme que os dois saem que vão para o escritório da Santostur disfarçados de técnicos de telefone que o segurança fala:
---Desculpe, mas não pode entrar aqui.
---Não é que estamos fazendo reparos de telefone e vocês são os primeiros.
---Aguardem que vou chamar o gerente.
Na hora do segurança sair, Teixeira fecha a porta com o pé-de-cabra e manda Sérgio ver no computador os arquivos da Santostur sobre viagens suspeitas que abre os arquivos e viu 32 viagens que imprima três folhas e Teixeira retira o pé-de-cabra e Sérgio desliga o computador e sai junto com o Teixeira que quando o segurança volta com o gerente, já sumiram. Teixeira e Sérgio vão o com o Mustang para o aeroporto para pegar o jato de Teixeira que voltam para o Rio de Janeiro que Teixeira pega o seu carro e sai do Aeroporto Santos Dumont aonde vai para o Centro onde Teixeira tem a agência do Banco Teixeira na Avenida Rio Branco que para o carro que Teixeira e Sérgio vão para a agência com uma maleta de fibra que contem a cópia do dossiê de Raul que a cópia foi mandada por fax pelo irmão do advogado Aristeu Camacho de Souza, Hílton Dante Camacho Madeira e o original do dossiê do juiz Miguel Spoladore Sentineli que Teixeira viu o gerente do banco e faz um sinal para conversar com ele no escritório e manda Sérgio esperar. Teixeira fecha as cortinas e a porta e fala:
---Tadeu, quero que fecha o banco.
---Mas, senhor, ainda não é 16:00 h.
---Eu sei, mas isso é uma emergência que retire todos os funcionários e os clientes que depois, inventa uma desculpa.
---Mas quem vai ficar na agência?
---Só eu, meu amigo Sérgio e o Fagundes, o vigia. Vai.
O gerente Tadeu chama o segurança Fagundes e o Fagundes diz para os clientes e funcionários:
---Devido à manutenção de segurança do banco, peço que saiam calmamente que o meu chefe vai conduzi-los.
Os funcionários e os clientes do banco saem que deixam a agência vazia que Teixeira pega a chave do cofre central e leva o Sérgio que o segurança fica na porta que Teixeira abre o cofre central e procura uma gaveta que viu uma que com a chave da gaveta escolhida, abre que diz pro Sérgio:
---Coloque a maleta aqui!
Sérgio coloca e Teixeira fecha que anota o número da gaveta que é 5876 num papel que Teixeira fala:
---Você fica com a chave azul e eu a cinza.
---Tudo bem!
Os dois saem do cofre central que Teixeira fecha e chama o Fagundes para abrir a porta do banco e Teixeira chama o gerente do banco Tadeu para ficar na agência que Teixeira e Sérgio vão para a Cinelândia almoçar no Amarelinho que escolhem uma mesa no fundo e pedem duas cervejas e uma lasanha que enquanto comiam, analisam os documentos que apreenderam na Transportadora Santos Ltda. e na Santostur que Teixeira fala:
---Segundo essa nota, Paulo ia mandar para os Estados Unidos, 500 rifes AK-45 por aviões. Então dá deduzir que Paulo tem gente infiltrado nos aeroportos para acobertar as armas.
---Leu esse mapa escrito Estrada de La Del Ruiz?
---Li que não se trata de uma estrada na Bolívia que se trata da primeira fazenda onde Paulo está escondendo as armas para serem distribuídas na Europa, Estados Unidos e Ásia que a segunda fica no Uruguai. Podemos pegar a da Bolívia que tenho uma equipe treinada para destruir bases de traficantes da América do Sul que vão nos ajudar.
---Ótimo que...
De repente, o celular do Sérgio toca que Sérgio atende e fala:
---Alô!
---Olá, meu chapa!
---Paulo!
---Eu mesmo que pensa que você e esse tira me derrotaram, estão muito enganados que tenho um ás na manga.
---O que quer dizer?
---Você vai ver.
Paulo deixa Sérgio na linha e fala:
---Tem uma pessoa que quer falar com você.
Aí uma voz de choro que Sérgio reconhece que a voz é o filho Luisinho que Paulo retira o Luisinho e fala:
---Eu estou com a sua família que venha para a Bolívia com os documentos que pegou das minhas empresas e os dossiês que me incriminam juntamente com o tira que avise para o seu amigo que peguei o seu filho. Outra coisa: Não tentem, repito, não tentem me rastear que estou usando um telefone com bloqueador de sinais. Adeus.
---Espera...
Paulo desliga que fala com Teixeira:
---Ele pegou minha família e seu filho.
---Calma que ele não vai fazer nada que vamos para o meu escritório da TSIM-Rio de Janeiro que chamarei a minha equipe. Garçom, a conta.
Teixeira paga o almoço com o seu cartão de crédito e ele e o Sérgio entram na Fiat Uno e vão para o escritório da TSIM-Rio de Janeiro no Edifício Maranthan na Avenida Rio Branco onde neste mesmo edifício está instalado o escritório da Teixeira Financiadora que Teixeira deixa o carro no estacionamento e chama Sérgio que o porteiro fala:
---Boa tarde, senhor Teixeira.
---Boa tarde, Aguiar que eu vou no 40º andar.
---Pode ir e esse?
---É um amigo!
---Tudo bem. Pode ir.
Sérgio entra no elevador junto com Teixeira que Teixeira aperta o botão e vão para o 40° andar onde entram numa sala luxuosa com tapetes persa, poltronas de couro e duas mesas de secretária que Teixeira fala para uma delas:
---Patrícia, mande um fax para Manaus para o meu grupo antitráfico pra eles se preparassem para a uma nova missão. Sérgio, me acompanhe até a minha sala.
Sérgio entra na sala principal que senta na cadeira e Teixeira vai para o bar que fala:
---Quer uísque?
---Não que quero uma soda.
---Tome.
Teixeira serve e fala:
---Parece que alguém está passando dados sobre a nossa missão.
---Tem algum suspeito em mente?
---Dois: o seu advogado José Olinda de Gerais e o tio de Luís, Bruno Mattos Coimbra. Posso destacar Bruno que chequei a sua ficha na 64° DP de Vilar dos Teles e não tem nada e já o seu advogado, eu tenho amigos na OAB-RJ que vão verificar a ficha de José em sigilo que mesmo que Bruno tem ficha limpa, ainda estou investigando.
---Quando é que vai terminar a sua pesquisa?
---Quando voltar da nossa missão na Bolívia que...
De repente, entra a secretária Patrícia que fala:
---Senhor, já foi mandado o fax.
---Obrigado, Patrícia que mande chamar meus agentes e me esperem lá embaixo. Sérgio, vamos.
Sérgio levanta que desçam do edifício e vem o carro dos agentes do Teixeira para fazer uma escolta até o condomínio onde Teixeira tem a sua mansão que entra e viu o mordomo Morais com a cabeça enfaixada que Teixeira fala para os agentes:
---Vocês estão dispensados. Aguardem novas instruções.
---Sim, senhor!
Os dois saem que Morais fala:
---Eu vi dois homens se passando por policiais que disseram que estavam ajudando o senhor. O patrão Allan estranhou que mandou os dois mostrar os distintivos e não mostraram que arrombaram a porta que patrão Allan lutou com os dois que ajudei, mas levei uma cacetada na cabeça e desmaiei que quando acordei, não vi nem o patrão Allan e nem os dois. Chamei a polícia e fui medicado com o enfermeiro morador do condomínio.
---Deixaram nenhuma pista?
---Nada!
Enquanto conversam, Sérgio liga para o irmão, coronel da Polícia Militar, Ourives Nonato Bravid Nunes, lotado do 19° BPM e fala com ele:
----Ourives, soube o que aconteceu?
---Sim, eu soube que recebi a notícia de madrugada pelo tio Jacinto que entrei em contrato com o delegado de Ponta Porã, Maciel João que me falou que treze homens invadiram a chácara de Brasão e Brasão ajudado por Vanusa, mataram 5 que os que restaram, invadiram a casa e renderam Brasão que pegaram nosso pai e Luisinho. A polícia foi avisada e recomeçaram o tiroteio, mas o grupo tinha reforços e liquidaram 3 policiais que colocaram Vanusa, papai e meu sobrinho numa caminhonete escura e saíram da chácara que o líder matou Brasão e queimou o seu corpo. Marisa está inconsolável que o delegado Maciel conseguiu pegar dois, mas quando ele chegou com os bandidos, um motoqueiro matou os dois na porta da delegacia. Descobri que a operação foi preparada pelo Paulo dois dias.
---Me mantenha informado, irmão.
---Vou manter. Até logo e resgata nossos familiares.
---Vou e cuide de Oliveira. Adeus.
Sérgio desliga que Teixeira diz:
---Não se preocupe que vamos salvar nossos familiares que dorme na minha casa e sairemos de manhã para o aeroporto pegar um vôo para Manaus.
Sérgio vai pro quarto que Teixeira pega um livro e lê que vai dormir que de manhã, acorda primeiro que veio Morais com o seu café da manhã: leite, pão com manteiga, um suco de limão, bolo de milho e geléia de uva Sérgio acorda que Teixeira fala:
---Quer tomar um café?
---Sim!
---Morais, sirva uma xícara de café-com-leite e uma fatia de bolo para o Sérgio.
---Sim, senhor.
Sérgio é servido que Morais sai que Teixeira fala:
---Eu liguei para a companhia aérea e mandei reservar passagens para o vôo de 9:30 que tome o café e se arrume que são 8:34!
---Tá bom que eu quero pegar Paulo de uma vez por todas...
No quatro capitulo, começa a missão para destruir o contrabando de Paulo e salvar os parentes de Sérgio Cabrano Bravid e Teixeira Matias de Albuquerque.
Fim do Capitulo Três: Meu Ódio Será Tua Herança

CASO DE POLÍCIA
Capitulo Quatro: A Queda de Paulo Carlos Dummond Santos
Sérgio e Teixeira saem da mansão escoltados pelos agentes da TSIM- Rio de Janeiro que Teixeira leva duas bolsas de viagem que Sérgio tem uma bolsa de viagem que mandou o irmão Ourives pegar uma muda de roupa na sua casa no Flamengo que eles vão num Lincoln preto que é o carro de Teixeira que os agentes vão a dois Santanas de cor azul-escuro que chegam ao aeroporto que Teixeira deixa o carro no estacionamento do Galeão que do primeiro Santana, sai um agente portando uma submetralhadora Uzi sul-coreana, abre a porta e fala:
---Srs., tudo limpo.
---Ótimo, Marcondes que Sérgio, pegue as bolsas e Marcondez, providencie um carinho que leve o meu carro pra a minha casa.
---Positivo e mais alguma ordem?
---Não e é só.
---Tenha uma boa viagem!
Teixeira despede do agente e entra no elevador com o Sérgio que deixam no saguão do aeroporto que Teixeira fala com o Sérgio:
---Me espera aqui que vou ao guichê da Varig pegar as passagens que eu reservei.
---Pode ir.
Teixeira vai e volta com as passagens que os dois ficam no salão de embarque que ouviram que o vôo vai partir e antes de embarcarem, foram tomar a vacina contra a febre-amarela e embarcam o vôo para Manaus que Teixeira pede uma vodka e Sérgio, uma Coca-Cola que depois de pararem em São Paulo, Bahia, Maranhão e Pará, os dois chegam finalmente a Manaus, capital do Amazonas depois de uma viagem desgastante que Teixeira fala com o Sérgio:
---Leva nossas bolsas pra o café do aeroporto que vou dar um telefonema.
---Vai avisá-los?
---Sim!
Sérgio pega o carinho e vai para o café que Teixeira avistou um orelhão vazio que pega o telefone e disca um número. Numa casa no surbubio de Manaus, atende um homem e fala:
---Alô?
---Sou eu, Doutor Max que pode vim com o pessoal para pegar eu e o meu convidado.
---Já estamos indo!
---Ótimo que me pegue eu e meu amigo no estacionamento coberto. Desligo.
Teixeira desliga que vai ao café do aeroporto e faz um sinal para que Sérgio o siga pra o estacionamento que no estacionamento, chega uma Eurovan preta e sai 6 pessoas que Teixeira fala com o Sérgio:
---Esse é o meu grupo que vou falar os nomes: Hugo Valentim Monteiro Braz, sargento do Corpo de Fuzileiros Navais e instrutor da AMAN; William Neves Gaspar Neto, perito em bombas e membro do Esquadrão Anti-Bombas do Rio de Janeiro; Brandão Lopez Simão, tenente da Marinha e alpinista; Gustavo Ricardo Bento, atirador de elite da Polícia Civil de São Paulo; Daniel Kardec de Lorenzo, mergulhador e por fim, Ourives Santana Cruz, major da Aeronáutica e piloto de helicóptero. Chamei o meu grupo de Esquadrão Paramilitar T-1 que rapazes esse é Sérgio Cabrano Bravid.
---É uma honra em conhecê-lo, senhor---Fala o Hugo.
---Igualmente.
Terminadas as apresentações, Ourives fala com o Teixeira:
---Qual é a próxima missão, chefe?
---Vou falar no QG que Daniel, pegue as bolsas e coloque na Eurovan e vamos embora.
Eles entram na Eurovan e saem do aeroporto de Manaus que vão para o surbubio de Manaus onde param numa casa de 6 andares que Hugo sai do furgão e abre o portão que entram todos na casa que Teixeira senta-se à mesa de reuniões e todos sentam que fala:
---Eu chamei vocês para me ajudar a destruir o contrabandista de armas, Paulo Carlos Dummond Santos que sua base fica na Bolívia e tem como reféns meu filho Allan e os familiares do meu amigo aqui, Sérgio que a missão é destruir e poupar os reféns. E darei a vocês fotos dos alvos para memorizarem. Aqui estão.
Teixeira deu as fotos que depois fala:
---As armas e os suprimentos já chegaram.
---Sim, senhor!---Fala Daniel--- Chegaram ontem e acabamos de montar que só falta chegar às granadas de choque e antitanque.
---Obrigado, Daniel que a reunião está encerrada que Ourives fará o jantar e Hugo será o sentinela que Sérgio, mostrarei o seu quarto.
Sérgio pega a sua bolsa e junto com Teixeira, vai para o seu quarto no 3° andar que tem uma cama, armário, banheiro privativo e um ventilador de teto que Teixeira conversa com Sérgio:
---Quando é você deixou a polícia?
---Eu estava no meu pior momento da minha vida que logo depois que Paulo foi preso, estava com nervos em frangalhos que aceitei a minha última missão: Em 1981, um serial killer chamado Vitório Braz , vulgo Açougueiro de Benfica, pegou uma jovem de 16 anos em Colégio e sumiu que eu reuni uma equipe de 19 policiais vindos das delegacias de Rocha Miranda, Pavuna, Benfica e Madureira para caçá-lo que numa perseguição, ele entrou no Morro Dona Marta e pegamo-lo que depois, virmos a jovem que morreu com requintes de crueldade que prendemos o infeliz que no primeiro julgamento, foi condenado á 29 anos, mas no segundo, foi absolvido que quando ia sair do tribunal, eu peguei minha arma e desferi 6 disparos que morreu ele.
---Oh, meu deus! O que houve depois?
---Eu fui preso que descobri que Vitório era primo de um juiz federal de Brasília e fez a minha caveira na Corregedoria da Polícia Civil através de advogados de Vitório que fui expulso da Polícia Civil e fiquei preso na Polinter que tenho curso superior que minha carreira foi destruída que só não foi pior que meu irmão Ourives e meu tio Jacob Schinelder Bravid evitaram uma pena maior. Eu cumpri 3 anos que em 1984, foi inocentado pela irmã de Vitório, Mariza Braz que era doente mental e limparam a minha reputação, mas não tive minha aposentadoria que foi confiscada. Aí, fiz um curso de Agente de Segurança em São Paulo e criei a Protetor Bravid Segurança Patrimonial S.A e logo depois, uma concessionária de carros, a Cabrano Auto que é especializada em carros da Volkswagen e Ford. Em 1987, consegui a minha aposentadoria e voltei a ser delegado, mas parei em 1990 que para aumentar minha renda, fui escrever romances policiais.
---Desculpe a minha intromissão que como sua mulher morreu!
Sérgio para um pouco e começa a falar:
---Eu e Júlia nós nos casamos em 11 de junho de 1970 que eu perdi minha primeira mulher, Laura Figueiredo Schinelder Bravid, mãe de Oliveira dois anos antes e Júlia era enfermeira dela e casamos que 7 anos depois, nasceu Luisinho que a convite de meu sogro Limeira Nunes Sampaio, formos comemorar os 7 anos de nosso casamento na sua casa em Valença, eu peguei o meu Aero Wills TS-1 e subimos a Serra das Araras que Luisinho tinha 3 meses que quando o pneu do carro estourou, parei no acostamento e fui trocar que ao sair, vinha um motorista indo a alta-velocidade que tentei sair da frente, mas não deu que ele bateu no meu carro e caímos numa ribanceira que consegui tirar Luisinho que sofreu poucos ferimentos e vi Júlia presa que coloquei meu filho longe do carro e quebrei o vidro que na hora que estava tirando Júlia, houve uma explosão e lançou eu e Júlia que os policiais que perseguiram o motorista, pararam e chamaram os bombeiros de Resende e outros motoristas foram ajudar que eu, Júlia e Luisinho fomos para o Pronto Socorro de Resende que eu quebrei meu braço e tive queimaduras de 1° Grau e Júlia estava toda queimada que Luisinho foi liberado que eu sobrevivi, mas Júlia morreu em decorrência dos ferimentos que eu pirei: Sabe como perder duas esposas?
---Sei, Sérgio que eu perdi também duas esposas e até hoje eu choro que o que houve com o motorista?
---Foi pego que eu não tinha condições de ver o julgamento que o safado tinha costas quentes que ele é filho de um empresário do ramo de café e foi solto que eu peguei o infeliz e espanquei ele que isso me custou a minha reputação, mas ele teve o fim que merecia: foi morto por um adversário político do pai dele. Eu tive que ser o pai e a mãe de Luisinho. Fiquei na polícia até depois daquele caso que te contei.
---Sérgio, sempre combati esses corruptos e ás vezes ganhava, outras vezes não que quando o dinheiro fala mais alto, as pessoas pode comprar tudo. Bom, eu vou deixar você dormir. Boa noite.
Teixeira fecha a porta que Sérgio toma um banho e vista um pijama que dorme. No dia seguinte, acorda com barulho de tiro que desce as escadas e viu Gustavo testando o rifle que fala:
---Que está acontecendo aqui?
---Calma, sr. Sérgio que estou testando o rifle de assalto Winchester Sniper Scope calibre 50 que tem alcance de 12 m e comporta 14 balas explosivas que são essas.
Gustavo pega uma bala na caixa e dar pro Sérgio que ele olha e fala:
---Além dessas balas, tem a convencional?
---Tenho, mas elas só são usadas em missões de resgate.
Quando os dois estão conversando, Teixeira chega com Hugo que ele fala:
---Gustavo, acorde o pessoal que vamos para a missão. Hugo, pegue os carros e Sérgio, se arrume que a caçada começou.
Gustavo chama os membros da equipe que vistam o uniforme verde-oliva camuflado e com botas cinzas que se armam que Hugo tira uma Marajó preta placa VCX-8967 e uma caminonhete Ford F-1000 com capota onde colocam os equipamentos e as munições que Sérgio se arruma e sai do quarto que Teixeira fala com ele:
---Sérgio, me prometa que não vai matar Paulo!
---Por que?
---Porque, eu quero vivo. Eu prometo que farei de tudo para ele pagar todos os crimes que cometeu.
---Pode deixar que ele vai ficar vivo.
Sérgio e Teixeira saem da casa que Teixeira entra na Marajó e Sérgio na F-1000 onde os carros saem de Manaus e pegam uma balsa que vão para o Rio Branco, Acre onde Teixeira tem uma base de operações mantida pela sua empresa Banco Teixeira que dormem lá que Sérgio conversa com Teixeira:
---Como surgiu esse grupo?
---Esse grupo faz parte de 12 grupos antiterrorismo da minha agência para combater o terrorismo mundial que neste grupo é que eu treinei sozinho. Eles ganham um suporte financeiro da minha empresa, a Teixeira Financeira e um crédito com o meu armeiro particular. Eram 7 que o sétimo se chamava José Urbano Damasco jr. e era sargento do Corpo de Saúde da Marinha.
---O que aconteceu com ele?
---Ele ficou paralítico durante uma missão no Peru para salvar um tenente da FAB que caiu em Lima e foi pego pelos terroristas do Sendero Luminoso. Os governos de Brasil e Peru não entraram em acordo e chamei o meu grupo que foram cercados e houve um tiroteio infernal. José salvou o tenente, mais levou uma bala na espinha e ficou sem o movimento das pernas que soube disso em Bordeaux e ajudei ele que hoje, é o meu braço-direito da TSIM na América Latina que mora no Suriname.
---Bom, eu vou dormir. Boa noite.
Ao amanhecer, pegam a estrada o grupo que chegam a Mato Grosso depois de 72 horas que chegam a Cárceres, cidade que faz divisa com a Bolívia onde param na fiscalização da Receita Federal que depois sigam em viagem que finalmente, chegam à Bolívia que se estabeleçam em um hotel de La Paz. Teixeira dar para o seu grupo e para o Sérgio, chá-de-coca para amenizar os efeitos da altitude de La Paz e depois, se encontra no bar do hotel, seu espião que sentam numa mesa afastada e Teixeira pede uma água tônica e um Martini que ao sair o garçom, Teixeira fala:
---Rodriguez, onde está localizada a fazenda Estrada de La Del Ruiz?
---Si, señor Teixeira que fica nos arredores de La Paz. O Paulo tem 100 homens guardando ela que tem uma boa infra-estrutura: Tem uma pista de pouso, água e um heliporto.
---Te viram?
---No, señor!
---Obrigado, Rodriguez que aqui está 500 mil pesos bolivianos que vai para o interior.
---Obrigado, señor. Buenos tardes!
Rodriguez sai do bar e Teixeira sobre para o seu quarto que chama o grupo e entram nos veículos que vão para a floresta boliviana que deixam os veículos em local estratégico e caminharam na mata com as armas e os equipamentos que chegam a fazenda que Teixeira pega o seu binóculo de longo alcance e viu a movimentação da fazenda que viu três guaritas e volta aonde está o grupo e fala:
---Eu vi três guaritas e 100 homens vamos atacar de manhã que acamparemos aqui que haverá turno de guarda que começa com Gustavo. Podem começar a armar as barracas.
O grupo montam as barracas em 7 minutos que enquanto isso, na casa grande, Paulo fala com o Bolívar em Barcelona:
---Bolívar, aqui quem está falando é Paulo.
---Conseguiu pegar o dossiê?
---Calma, Bolívar que eu fiz chantagem com eles que estou com a família deles como reféns e só eu libertarei eles se pagarem com o dossiê.
---Acho bom que prenderam seus seguranças e estou só com os meus que estou confinado na minha mansão.
---Se se acalme que vou acabar com esse problema e avise ao Mohamed para continuar com o contrabando.
---Tudo bem que manterei contrato. Adeus.
Paulo desliga que chama o seu capataz, Gutierrez Oro de Villa:
---Gutierrez, os reféns estão presos nos quartos.
---Si, señor que meus hombres estãn vigiando-os.
---Muito bem e saia que quero ficar só.
O capataz sai e fecha a porta que Paulo pega uma garrafa de tequila e bebe dois copos e sai do seu escritório e vai dormir. Ao amanhecer, Teixeira reúna o grupo e começa a definir os alvos:
---Hugo, vai com William destruir o heliporto e o hangar que William, coloque C-14 em volta da pista e nos barris; Daniel, você e Brandão cuidam dos alojamentos dos soldados e eles; Ourives, explode o helicóptero e o jato com lança-foguetes e ao terminar, destrói o depósito e o paiol com granadas HF-45; Gustavo, você ficará com o rifle aqui e eliminará os sentinelas. Eu e Sérgio vamos para a casa grande e resgatar os nossos parentes. Alguma dúvida? Ótimo que sincronizem os relógios que vamos atacar agora enquanto eles estão dormindo.
O grupo sai da base que só fica o Gustavo que começa armando o rifle. William e Hugo vão à frente que William desarma bombas colocadas pelo Paulo e corta a cerca com um alicate de pressão que entram os dois que Teixeira faz um sinal que vão Daniel, Brandão e Ourives que por fim, vai ele e Sérgio que todos se espalham que William dispara um dardo venenoso que mata o sentinela que coloca o C-14 nos barris de combustível perto do heliporto e Hugo coloca o C-14 em volta da pista e no hangar. Ourives escolhe uma trincheira para disparar os foguetes que chega de mansinho e mata o sentinela e esconde o corpo que coloca quatro foguetes e o lança-foguetes que Daniel e Brandão se posicionam nas caixas de munição e aponta as armas para os alojamentos que Teixeira e Sérgio matam os guardas e ficam na posição que Hugo coloca a última bomba e William pega o detonador e fala:
---Se protege, Hugo que tá na hora do show!
William aciona e quinze explosões devastaram a pista, o heliporto e o hangar que acorda os capangas de Paulo que são mortos por Daniel e Brandão que começa o combate que os sentinelas das torres tentaram matar Daniel e Brandão, mas são mortos pelo Gustavo na cabeça que Ourives dispara o primeiro foguete que explode o helicóptero e se defende. Teixeira arromba a porta da casa e é recebido a bala que liquida os capangas com tiros de escopeta que fala com Sérgio:
---Vamos que eu fico com o segundo andar e você o terceiro. Boa Sorte!
---Pra você também!
Os dois separam que do lado de fora, o combate entre o grupo de Teixeira e os paramilitares de Paulo está sendo executado que Daniel pula e mata dois soldados que corre na trincheira de Ourives e defende o companheiro que Ouvires joga a granada no paiol e explode o paiol que começa um incêndio que coloca o foguete e dispara que manda pelos ares, o jato de Paulo que é ferido e Daniel liquida que Daniel fala:
---Ourives, onde te acertaram?
---No braço, mas foi de raspão. Depois, eu cuido do ferimento que só falta o depósito. Protege-me, Daniel.
---Tudo bem!
Daniel recarga a sua M-16 e dar cobertura que Ourives joga a granada e manda pelos ares o depósito com as armas e as munições que sai da trincheira junto com Daniel e descarrega a sua M-16 nos soldados. Na casa grande, Sérgio chega no terceiro andar e é recebido pelo Gutierrez e seus homens que é cercado que bota o armário como barricada e responde com tiros da sua PT-380 que pula e mata todos os homens de Gutierrez que o Gutierrez dar um chute e desarma o Sérgio que dar uma seqüência de chutes e cai Sérgio que Gutierrez fala:
---Vou te matar, cabrõn!
---Não te darei esse gostinho!
Sérgio levanta e dar chutes em Gutierrez e socos que Gutierrez cai, mas ele tira a faca e fala:
---Morra!
Sérgio dar uma cambalhota e pega a arma e dar três tiros á queima-roupa que fala:
---Não te disse que não te darei o gosto de me matar.
Sérgio recarga a M-16 e continua. No terceiro andar, Teixeira chega os quartos onde está à família de Sérgio e seu filho Allan que retira duas granadas de fumaça e produz uma cortina de fumaça que os soldados atiram e surge Teixeira liquidando os soldados a golpes de kung fu que Teixeira fala:
---Allan, cadê você?
---Aqui, pai no quarto ao lado.
Teixeira chega ao quarto e arromba a porta com um pontapé que abraça o filho que fala:
---Te machucaram um bocado.
---Eu sei!
---Onde está a família de Sérgio?
---No quarto em frente.
---Pegue as chaves com os guardas e abre o quarto que tome essa Uzi e acompanhe os três na saída.
---E você, pai?
---Vou ajudar o Sérgio. Boa sorte, meu filho.
---Pra você também, pai.
Teixeira recarga as armas e sobre ao terceiro andar da casa que Sérgio chega no escritório de Paulo e arromba a porta que finalmente os dois se encontram que Sérgio aponta a M-16 e fala:
---Você está preso, canalha.
---Olha em volta, Sérgio.
Sérgio viu sete bananas de dinamite em volta que fala Paulo:
---Se me matar, explodirei a casa toda e levo você comigo.
---Me enfrente, Paulo, no braço.
---Com prazer!
Paulo sai da mesa que Sérgio joga a M-16 e a pistola com as munições que tira a camisa e fala:
---Pode vir.
Paulo dar seguidos golpes de karatê e Sérgio defende que este dar dois chutes e derruba Paulo na mesa que quebra. Paulo pega o pé e acerta Sérgio na perna esquerda, mas leva uma joelhada na cara pelo Sérgio que quebra o nariz. Paulo sangrando, pega uma faca e rasga o peito de Sérgio que sangra que dar um golpe de capoeira, o martelo que derruba Paulo que cai desacordado que chega Teixeira no momento em que Sérgio pega a pistola e aponta na cabeça de Paulo que diz pro Teixeira:
---Não faça isso, Sérgio!
---Não que esse canalha matou muita gente e merece morrer.
---Se fizer isso, você vai ser igual a ele. Vamos, me dê à arma.
Sérgio começa a tremer que dar a arma para o Teixeira que Teixeira coloca algemas de pulso no Paulo que Teixeira fala:
---Sérgio, você está bem?
---Estou que fora uns arranhados, estou legal. E meu pai, meu filho e minha irmã?
---Estão salvos que mandei Allan levar eles para fora que pegue esse monstro que vou queimar essa casa que antes, vou pegar alguns documentos.
---Tá legal que espero você lá fora.
Sérgio levanta Paulo desacordado e leva ele que Teixeira arromba as gavetas e o cofre que pega vários documentos e disquetes de computador. Junta tudo numa sacola e amarra nas costas que pega um galão de querosene e espalha na casa toda e acende um fósforo e joga que começa queimar a casa que Teixeira sai da casa correndo e chega lá fora que viu a fazenda destruída e cheio de corpos que fala para o Hugo:
---Hugo, o relatório!
---Todos os alvos destruídos, senhor.
---Feridos?
---Só o Ourives que se feriu no braço, mas foi de raspão.
---Obrigado pelo trabalho que...
De repente, chega Gustavo que fala:
---Senhor, eu vi uma patrulha do Exercito boliviano vindo pra cá.
---Onde?
---Ao norte.
---Vamos embora pessoal que...
Quando estavam deixando o local, chega à patrulha com um efetivo de 30 homens armados que o grupo de Teixeira engatilha as armas, Teixeira interviu e fala:
---Deixa que falo com eles!
Teixeira fica frente a frente com os soldados e fala:
---Quiem es el líder?
---Soy, es.
Teixeira viu um homem portando uma Colt 45 e com a divisa de sargento que fala:
---Habla português?
---Sim que sou Miguel Alvarez Bordoniez Santilla, sargento do Exército boliviano e você?
---Teixeira Matias de Albuquerque, agente especial da Interpol.
---Eu soube que entrou no nosso país sem permissão.
---Eu vim para salvar meu filho, sargento e prender o contrabandista Paulo que tenho permissão para pegar ele.
---Onde está a permissão?
---Aqui!
Teixeira mostra a sua identidade da ONU e o sargento manda os soldados abaixarem as armas e saiam que Teixeira pega o seu comunicador que chega um helicóptero que sai dois enfermeiros que Teixeira fala com Sérgio:
---Deixe os seus familiares com o meus enfermeiros da TSIM-La Paz para cuidarem dos ferimentos e mandarei meu grupo ficar no consulado brasileiro em La Paz esperando eles para embarcarem para o Brasil. Mandarei o Allan junto com eles
---E nós?
---Vamos depois com Paulo de manhã.
---Tá legal. Ajude-me com meu pai.
Teixeira levanta o pai de Sérgio e leva junto com o Sérgio para o helicóptero, um Esquilo classe 3 que embarcam o grupo de Teixeira, o filho Allan, o filho de Sérgio, Luisinho e a irmã de Sérgio, Vanusa que Daniel fecha a porta e o helicóptero levanta vôo. Teixeira liga de novo o seu comunicador e vem uma caminhonete com quatro agentes da TSIM-La Paz que deixa dois para levar os veículos do grupo e leva dois para acompanharem ele, Sérgio e Paulo para a base secundária da TSIM-La Paz em São Ignácio, norte de Bolívia onde essa base é bem estruturada que tem dois alojamentos, cinco celas, sala de treinamento e sala de operações que o Paulo é preso numa cela de 11m² e Teixeira toma um banho e veste uma roupa confortável que vai para a sala de operações e fala com o operador:
---Juan, acesse o canal MG-23B e transmite a mensagem pra o superintendente Osvaldo, da TSIM- Minas Gerais/Brasil: "Abre o Protocolo Armadas-2!" e passe a informações no meu computador.
---Sim, senhor que transmitirei a mensagem.
---Ótimo, Juan que estarei nos meus aposentos.
Teixeira vai para os seus aposentos que chega Sérgio com uma xícara de café e de banho tomado que fala:
---Bem estruturada a sua base que o que está esperando?
---O comunicado de meu superitendente da TSIM- Minas Gerais que eu mantenho um banco de dados de 500 subdiarias da minha agência no mundo todo com as missões que eu faço que gravei toda a missão que fizemos e inclusive a verificação da ficha do seu advogado e de seu compadre que saberemos quem é o nosso agente duplo.
---Quando você vai receber?
---Agora que vou entrar na Internet e abrir o meu e-mail.
Teixeira abre o e-mail e viu o nome do agente duplo que é o José Olinda de Gerais que bastou Sérgio ter uma reação violenta que entra o segurança que fala Teixeira:
---Tudo bem que ele teve uma reação violenta e volte ao seu posto, Mark.
---Sim, senhor.
O segurança sai que Sérgio fala:
---Judas! Ele me enganou o tempo todo e como descobriu, Teixeira?
---Eu pedi ao Ulisses que me dar uma lista de teus amigos próximos e chequei a ficha de José e vi que suas características bate com Vladimir Vostov.
---Quem?
---Ex-agente da KGB, antiga polícia soviética que mandei a ficha para meus agentes em Moscou e confirmaram que Vladimir e José são a mesma pessoa. Vladimir era agente treinado para matar anarquistas no tempo da ex-URSS que foi treinado com técnicas de tortura, tiro, artes marciais e enfim, um soldado perfeito que quando acabou a União Soviética, foi caçado pelo novo regime que foi preso e mandado para a prisão da Sibéria e fugiu. Falsificou o seu passaporte e ficou em Portugal que fazia parte da quadrilha de Afonso Van Félix como guarda-costas e conheceu Paulo quando Paulo confrontou Afonso em Lisboa e Vladimir passou para o lado de Paulo. E veio para o Brasil que matou o verdadeiro José Olinda de Gerais e pegou a sua identidade e bens que o diploma de advogado é falso que ele foi confeccionado pelo falsificador internacional Ronald Naspers a mando de Paulo.
---Então, esse Vladimir é o nosso agente duplo?
---Sim que eu verifiquei os disquetes de Paulo e tem nomes de facções extremistas que vai de ETA até Jihad Islâmico e ele é que fornece armas. Também vi os documentos que ele tem 200 contas bancárias para bancos situados no Canadá e Austrália que ele evitou paraísos fiscais tais como Ilhas Virgens, Bahamas e Suíça para não ser pego que vou te contar uma coisa. Espera um instante.
Teixeira fecha a porta e pega uma cadeira e senta em frente com o Sérgio e fala:
---Descobri que Bolívar Montagoni de Orozon tem um patrimônio de 500 bilhões de dólares na Europa e América Latina e tem o seu banco Buenos Montagoni para lavrar o dinheiro de armas e drogas que tenho a ficha de Bolívar que na França tem 32 processos criminais e sonegação de impostos e 11 processos civis no Brasil por vender terras a terceiros sem escritura que ele tem 12 advogados para tentar minar os processos que Paulo pagou uma mansão em Barcelona para que Bolívar ficasse até que os processos que tem no Brasil e França forem arquivados e colocou 5 seguranças que consegui através de amigos meus na Interpol espanhola, prender os 5.
---E Mohamed?
---Esse é o elo perigoso da Conexão Armadas: Ele é jurado de morte no Líbano pelos tios que fugiu para Marrocos onde se estabeleceu em Fez que faz contratos com líderes de facções terroristas e dar as armas através da companhia de aviões que herdou do pai, Tufik Transportes Aéreos que o dono é o seu tio por parte de pai, Salim Haad Ralmesk de Oliveira e mantida pelo Paulo. Quando chegaremos ao Brasil, vou pedir que meus agentes da TSIM-Fez e TSIM-Barcelona juntamente com a Interpol marroquina e a Interpol espanhola pegar Mohamed e Bolívar que vamos dar um xeque-mate na Conexão Armadas.
---Peraí, Teixeira que esquecemos o Vladimir?
---Não esqueci que eu planejei uma armadilha que vou lhe contar quando chegar no Brasil. Vamos dormir.
Sérgio vai para o seu quarto e Teixeira fecha a porta. Na cela de Paulo, Paulo viu um pedaço de arame no chão e pega que tira o calçado do seu sapato e esconde antes que o guarda ver e dorme no colchão de molas que amanhece que o guarda abre a cela e serve o café da manhã para o Paulo que o café é pão com mortadela e café-com-leite que Paulo fala:
---Quero um café decente!
---Ordens do meu chefe que se não gostou, azar o seu.
---Vá te catar!
O guarda dar uma cacetada com o seu cassetete no Paulo que quando ia dar outra, Teixeira segura e fala:
---Novell, pare com isso.
---Sr., ele não quer tomar o café.
---Novell, eu vi no circuito fechado que vai para o alojamento e fique até que eu falo com você e Paulo, não me irrite e tome o café que já vamos embora.
---Vai me pagar, seu tira maldito.
---Veremos. Novell, vamos.
Teixeira leva o seu agente no alojamento reservado para os agentes e fala com ele:
---Novell, eu sei que todos querem matar esse monstro que deixa que eu cuido disso.
---Desculpe, é que perdi a cabeça.
---Volta para TSIM-La Paz e esfrie a cabeça que acorde meu amigo Sérgio e mande Mark e Carlon se arrumarem para ser a nossa escolta até La Paz que vamos voltar para o Brasil juntamente com Paulo.
---Sim, senhor.
Novell vai ao quarto de Sérgio e acorda que Sérgio se veste e toma o sue café que Teixeira faz a barba e se arruma que bota uma Glock semi-automático no coldre e fecha o seu quarto que Paulo é algemado nos pés e nas mãos e levado pelo agente Mark no primeiro carro, um Versalhes cinza com vidros blindados e Sérgio e Teixeira vão ao segundo Versalhes também com vidros blindados que o agente Carlon entra no carro onde está o Sérgio e Teixeira sai que os dois Versalhes chegam sem incidentes a La Paz onde Teixeira freta um jato que levam para o Rio de Janeiro depois de pararem em Manaus, Pará, Maranhão, Bahia e São Paulo pra fazer escala que foram com os agentes da TSIM-La Paz que Teixeira se despediu dos seus agentes no Aeroporto Internacional do Galeão e chamou os seus agentes da TSIM-Rio de Janeiro pra levar ele, Sérgio e Paulo para a sede da Polícia Federal na Praça Mauá onde ele coloca Paulo numa cela separada e sem regalias que não tem curso superior completo. Teixeira pega um fax e emite dois fax para seus agentes em Fez e Barcelona para capturar Mohamed e Bolívar com os agentes da Interpol espanhola e marroquina.
Em Barcelona, Bolívar se arruma para fugir para Suíça que recebeu um comunicado de um emissário de Paulo que a fazenda da Bolívia foi destruída que Bolívar pega no seu cofre, 200 mil libras esterlinas e documentos importantes que podem incriminá-lo que o restante, ele destruiu que bota numa pasta de couro e manda o mordomo pegar as malas que coloca numa Mercedes preta que vai com o seu motorista e seus dois guarda-costas que fala:
---Afonso, pode ir.
Quando o motorista sai com o carro, 5 viaturas da Interpol espanhola e 4 da TSIM-Bracelona cercam a Mercedes que o agente da TSIM-Barcelona, Navarro Perez aponta o megafone e diz:
---Bolívar, saia do carro com as mãos pra cima.
Bolívar fecha a porta e manda o motorista acelerar que bate nos carros que os agentes da Interpol e TSIM-Barcelona atiram e começa um tiroteio que assusta os moradores que uma bala acerta o motorista e bate no poste que sai Bolívar cambaleando e cai no asfalto que os guarda-costas estão mortos que Navarro pega as algemas e prende Bolívar. Bolívar é mandado para a prisão de Barcelona onde aguarda a extradição que numa ação conjunta entre a Interpol marroquina, a TSIM-Fez e policiais marroquinos, conseguem prender Mohamed quando ele estava indo fugir pra o Catar que custou dois agentes da Interpol que Mohamed Saad Ralmesk de Oliveira é mantido preso numa cela na prisão de Marrocos onde vai ser extraditado que o governo marroquino deu o sinal. No Brasil, Teixeira recebe fax do resultado da captura de Mohamed e Bolívar na sede da Polícia Federal que fala com o Sérgio:
---Já demos o golpe duplo na Conexão Armadas que mandarei o segundo Esquadrão Paramilitar T para o Uruguai para destruir a segunda fazenda.
---Como vai pegar o Vladimir?
---Ouça com atenção.
Teixeira fala que chega José Olinda de Gerais na sede da Polícia Federal que viu o Sérgio e fala:
---Conseguiu prender Paulo?
---Sim que tive ajuda de um amigo que vai defendê-lo?
---É claro. Onde está ele?
---Numa cela separada dos outros presos que mandarei um agente levar ele pra sala do interrogatório pra conversar com ele.
Sérgio acompanha José na sala de interrogatório onde José/Vladimir espera que chega o agente da Polícia Federal levando o Paulo pra sala que deixa o Paulo e sai. José fala:
---O que houve, Paulo que tentei te comunicar em Bolívia, mas não deu.
---Vlad...
---Shiii! Pra você, sou José Olinda de Gerais!
---Que seja que me tira daqui. Parece que estamos sós, camarada.
---O que quer dizer?
---Mohamed e Bolívar estão presos na Espanha e Marrocos e minha fazenda destruída. Preciso fugir para pegar Sérgio e aquele tira.
---Peraí, Paulo, que tira?
---O tal de Teixeira Matias de Albuquerque.
---Mas eu pensei que Sérgio te pegou sozinho.
---Seu idiota. É uma armadilha para te pegar. Tire o meu sapato que tem um arame...
De repente, surge Teixeira e Sérgio com dois agentes que Teixeira fala:
---Se afasta de Paulo e mãos na cabeça, Vladimir.
Vladimir se afasta e escora na parede que tira uma granada de luz e cega os quatro que pega Paulo e corre que Teixeira é o primeiro a recobrar a visão e corre com a sua Glock que ganha a rua que viu Vladimir e Paulo fugirem com o Gol de Vladimir. Teixeira dispara que não consegue acertar nada que é blindado que Sérgio chega e fala:
---Aonde eles vão?
---Pra o Santos Dumont que vou pegar um carro emprestado.
Viu um Monza azul que pega e o dono fala:
---Peraí, meu carro!
---Calma que eu vou tentar devolver inteiro. Sérgio, entra.
Sérgio entra que Teixeira liga a chave e engata a marcha que acelera que Teixeira dar o seu radio comunicador e diz:
---Alerte o posto da Polícia Federal e soldados da Aeronáutica para pegar Vladimir Vostov e Paulo Carlos Dummond Santos que utilizem os dados da TSIM-Rio de Janeiro. E é só...
No quinto capitulo, o surpreendente final da história Caso de Polícia onde Sérgio e Teixeira enfrentam Paulo pela última vez.
Fim do Capitulo Quatro: A Queda de Paulo Carlos Dummond Santos.

Caso de Polícia
Capitulo Cinco: Fim da Saga
Teixeira corta os carros da Avenida Rio Branco que chega no aeroporto que viu o Gol do falso José Olinda de Gerais abandonado que bate o Monza e sai ele e Sérgio que fala:
---Sérgio, já alertou as autoridades.
---Sim que estão a postos no aeroporto.
---Venha comigo.
Enquanto os dois entram no aeroporto, o falso José Olinda de Gerais e Paulo Carlos Dummond Santos se disfarçam de mecânicos que Paulo fala:
---Vladimir, eu tenho um monomotor guardado no meu hangar e com esses disfarces, vamos chegar na área de segurança e pegá-lo.
---Escuta aqui, Paulo e o meu dinheiro?
---Te darei quando chegarmos á São Paulo que tenho uma reserva de pesos bolivianos guardados no meu cofre particular da minha casa em Guarulhos. Agora, vamos.
Os dois saem que no centro de operações do Santos Dumont, Teixeira conversa com o delegado titular da Polícia Federal e chefes de segurança da Infraero:
---Pessoal, temos dois bandidos perigosos no aeroporto e agem com cautela que temos 10 mil pessoas circulando no aeroporto e não quero ninguém ferido. Quantas câmeras tem no aeroporto?
---32 câmeras que temos duas fora do aeroporto cobrindo o pátio de manobras.---Fala o chefe de segurança, Andrade.
---Me mostre uma delas.
O chefe de segurança vira a câmera e Sérgio nota uma coisa que fala pro chefe de segurança.
---Peraí, que eu vi os dois.
---Onde?
---Na pista.
---Tem certeza?
---Tenho que estão disfarçados de mecânicos que são aquele dois de boné azul.
---Bom trabalho, Sérgio. Quero 11 agentes da Polícia Federal e 5 seguranças comigo.
Teixeira sai do centro de controle com Sérgio que os agentes escolhidos da Polícia Federal e os seguranças da Infraero se juntam aos dois que José/Vladimir e Paulo conseguem sair do saguão e ao irem para o hangar, chega Teixeira com Sérgio que Vladimir saca uma AK-47 e aponta que o hangar é cercado por agentes da PF e seguranças da Infraero que fala o Teixeira:
---Acabou pra vocês dois. Jogue a arma, Vladimir.
---Não acabou. Entra no hangar, Paulo.
Vladimir dispara que começa um tiroteio que Teixeira se protege das rajadas que Vladimir joga uma granada e explode os carros da Polícia Federal que os policiais e seguranças abram fogo que Teixeira fala:
---Suspendam fogo que levem os feridos que deixa que eu e meu amigo vão dar cabo deles.
Teixeira recarga a M-16 e Sérgio recebe uma escopeta e uma pistola de um policial federal que correm para o hangar. Teixeira fala:
---Os dois se separaram que eu pego o Vladimir e pegue o Paulo.
---Boa sorte.
Os dois separam que Teixeira viu Vladimir entrar num hangar abandonado que arromba a porta e fala:
---Se rende, Vladimir.
---Nunca, camarada.
Vladimir descarrega a metralhadora e Teixeira também que na hora de recarregar a M-16, Teixeira leva um chute e é desarmado que Vladimir dar outro chute e joga ele nas caixas que Vladimir fala:
---Vamos ver se é bom sem armas, camarada Teixeira
Teixeira levanta que cospe o sangue e fala:
---Vamos lá, seu russo de merda.
Os dois lutam que enquanto isso, Sérgio consegue chegar no hangar secreto de Paulo que entra no hangar que vasculha o hangar com a escopeta que leva uma pancada de Paulo com uma barra de ferro que cai desacordado que Paulo chuta a escopeta e dar um soco no Sérgio que fala:
---Vamos terminar o que começamos lá na Bolívia.
Paulo chuta o Sérgio que o deixa cair à pistola que Sérgio levanta e defende os golpes de Paulo e dar chutes na barriga de Paulo e um soco que Paulo cai nas caixas que Sérgio levanta o Paulo e fala:
---Isso é por Roberta.
Um soco e Paulo caí que Sérgio o levanta de novo e diz:
---E isto é pelas pessoas que matou, maldito.
Sérgio dar uma voadora giratória que derruba Paulo no chão desacordado que Sérgio se aproxima de Paulo e Paulo levanta com a pistola e dar um tiro que acerta Sérgio no braço que cai que Paulo cospe os dentes partidos e fala:
---É o seu fim. Adeus!
Sérgio fecha os olhos e de repente, um tiro é ouvido que Sérgio abre e viu Paulo caído no chão com braço sangüentado que quem atirou é o seu filho Oliveira com uma Smith&Wesson e veio com o compadre de Sérgio, Ulisses Brás Bulhões que fala:
---Pai, você está bem.
---Estou que o tiro foi raspão que como me achou?
---Padrinho estava te ajudando e como sabia que ia pegar esse crápula, vim em seu socorro.
---Obrigado, Ulisses!
---Disponha, meu amigo que vai ajudar meu chefe.
---Mas antes...
Sérgio arranca a bala com a faca de Paulo e enrola o ombro com a manga de sua camisa que pega a pistola com Ulisses que fala:
---Não deixe esse filho da mãe escapar.
---Não vai a lugar nenhum. Vai, Sérgio
Sérgio corre que no hangar abandonado, Teixeira e Vladimir lutam que Teixeira dar uma rasteira e cai que Vladimir dar uma joelhada na cara e Teixeira recua que Vladimir dar um chute da barriga e outro nos órgãos genitais que Teixeira ajoelha e levanta que dar seguidos golpes de kung fu e derruba Vladimir que Vladimir pega uma ripa de madeira que Teixeira quebra a ripa e enfia na perna direita de Vladimir que urra de dor e Teixeira:
---Vamos!
Vladimir levanta e com a sua faca, fere o braço de Teixeira que Teixeira, arranca a faca e rasga a camisa que enrola no braço e dar seguidos golpes de kung fu que chega Sérgio que o Vladimir tira a shuriken e acerta a perna de Sérgio e Teixeira viu que corre e dar uma voadora que cai sem forças Vladimir que Teixeira levanta o Sérgio e fala:
---Não se mexa!
Teixeira arranca a shuriken e Sérgio grita que Teixeira fala:
---Vamos para o hospital cuidar dos ferimentos e mandarei a polícia prender Vladimir.
---Estou contigo...
De repente, Vladimir levanta e aponta a arma que Sérgio tira o Teixeira no alvo e recebe o impacto da bala que Teixeira grita:
---NÃÃÃÃÃO!
Sérgio cai e Teixeira pega a arma de Sérgio e desfere 5 disparos que mata Vladimir que levanta ele e Sérgio fala:
---Eu...não...consigo...respirar!
---A bala fez um buraco que vou tentar deter a hemorragia.
---Vladimir...?
---Está morto que não fale muito.
Depois chega o filho de Sérgio e Ulisses que Oliveira fala:
---Pai! O que houve?
---Ele recebeu o tiro que era destinado para mim que Ulisses, chame a ambulância.
---Tá legal.
O aeroporto foi interditado que chega a ambulância que vai o Oliveira e Ulisses que Teixeira usa um disfarce de policial militar para fugir da imprensa que Sérgio é encaminhado para o Hospital do Andaraí que quem vai operá-lo é o irmão mais velho de Teixeira, Roberto Vaz Teixeira, clínico geral que os paramédicos rasgam a roupa de Sérgio e preparam-no para a cirurgia que colocam tubos intervenosos, bolsa de sangue e oxigênio que chega o doutor Roberto que fala com a equipe:
---Atenção a todos que essa cirurgia é delicada que segundo o Raios-X, a bala está perto dos pulmões e qualquer erro, ele morre. Anestesista...
---A morfina está sendo aplicada.
---Instrumentalista...
---Todos os instrumentos são esterilizados, senhor.
---Vamos começar. Enfermeira, bisturi.
Roberto abre o corpo de Sérgio que no lado de fora, Teixeira já em trajes civis, fala com Oliveira:
---Não se preocupe que meu irmão é um excelente médico e pedi que os seguranças do hospital barrar a imprensa que Paulo foi medicado na Santa Casa de Misericórdia e está preso na carceragem da Polícia Federal até ser julgado.
---Eu estou rezando para que saia bem que Ulisses não vai contar o que houve com papai que já está traumatizado.
---Melhor assim que vai à capela e reze pelo seu pai. Eu fico aqui esperando.
---Obrigado!
Na sala de cirurgia, o Roberto com uma mini-câmera, ele tenta localizar a bala e os seus assistentes, cuidam dos ferimentos da perna e do braço que Roberto fala:
---Aplique mais morfina. Enfermeira, enxugue minha testa.
---Sim, senhor!
A enfermeira enxuga a testa que Roberto localizou que fala para o enfermeiro:
---Pega a pinça e uma tigela. Enfermeira, segura a mini-câmera.
O enfermeiro dar a tigela e a pinça que calmamente, Roberto retira a bala sem danificar nenhum órgão e coloca a bala que antes de suturar, verifica os batimentos cardíacos de Sérgio e não foi alterado que cauteriza o ferimento e faz a suturação com mercúrio que fala:
---Mande o marqueiro levar ele para o quarto que vou para a sala de espera.
---Sim, senhor!
Roberto tira as luvas e a máscara cirúrgica que vai à sala de espera que fala com o irmão Teixeira:
---Pode dizer aos familiares de Sérgio que está bem que ele está salvo.
---Graças a Deus! Posso vê-lo?
---Só dois minutos que está sobre o efeito da anestesia.
---Obrigado, irmão, por me ajudar.
---Esqueça que já te ajudei muito que vamos.
Teixeira entra no quarto que viu Sérgio que sai. Roberto fala com o irmão:
---Como está o braço?
---Está legal que não afetou o músculo e tomei 10 pontos.
---Tome uma vacina anti-tetano e tire os pontos daqui a uma semana.
---Quanto tempo ele vai ficar no hospital.
---15 dias no máximo. Teixeira, vai pra casa que está um caco e avise ao filho e o amigo de Sérgio que façam o mesmo que darei notícias sobre o Sérgio.
---Tá legal. Até logo.
15 dias depois...
Sérgio Cabrano Bravid sai do hospital de muletas por causa do ferimento da perna que Teixeira estava esperando que o enfermeiro leva até a porta que fala o Sérgio:
---Você não ia embora para a França?
---Não que eu vou ficar só até o julgamento de Paulo que ele contratou o advogado e professor de Direito Penal, Heitor Barbosa Santos para ser sua defesa que Mohamed e Bolívar chegaram do vôo de Madri com os seus advogados.
---Têm notícia do filho de Paulo, Carlinhos?
---Nenhuma que chequei com os irmãos de Roberta, orfanatos e até IML e nada que ele está bem escondido. Mandei meus agentes a procura dele.
---Teixeira, o julgamento está marcado quando?
---Daqui a três meses. Enviei o original do dossiê da Conexão Armadas para o Ministério Público que já encaminhou a Vara de Execuções Penais da Justiça Federal onde escolherá o júri para julgá-los que vá ao julgamento que terá uma supressa.
---Eu vou.
Passam-se três meses que o Paulo Carlos Dummond Santos é levado sob escolta da Polícia Federal junto do seu advogado que Bolívar Montagoni de Orozon e Mohamed Saad Ralmesk de Oliveira chegaram um minuto antes que eles evitaram a imprensa que Sérgio e Oliveira já estavam no prédio que Oliveira fala:
---Onde está o Teixeira, pai?
---Calma, filho que ele vai aparecer e...
Sérgio viu o Teixeira disfarçado de segurança e fala:
---Desculpe o disfarce, mas quero manter o meu anonimato. Podemos entrar.
Os três entram que chega os alunos de Direito, convidados, o promotor do caso que é o Fábio Wellington da Cruz Malta, os advogados de Paulo, Bolívar e Mohamed e por fim os acusados que chegam algemados e escoltados por agentes da Polinter que sentam ao lado dos seus advogados que o merino chega e fala:
---Todos de pé para o juiz Miguel Spoladore Sentineli para presidir O Povo versus Paulo Carlos Dummond Santos do Caso Conexão Armadas.
O juiz chega com a sua bengala e senta na sua cadeira de juiz e ordenou que todos sentarem que o juiz fala:
---Quero que os advogados dos réus se apresentem por favor.
---Eu sou Heitor Barbosa Santos, advogado de Paulo Carlos Dummond Santos!
---Eu sou Antônio Salazares, advogado de Bolívar Montagoni de Orozon!
---E e sou Abin Mustafá, advogado de Mohamed Saad Ralmesk de Oliveira!
---Obrigado, senhores que começa o julgamento que foram arrolados 8 testemunhas: 5 de acusação e 3 de defesa que por sorteio, começa a acusação.
Fábio levanta e diz:
---Minha primeira testemunha é o filho de Raul Santos de Mattos, Luís Valdemar dos Santos Mattos.
O Miguel manda o merino chamar Luís que ele chega na sala e Paulo olha para o Luís e depois não olha que Luís senta que o merino pega a Bíblia e fala:
---Jura dizer a verdade, somente a verdade e nada mais do que a verdade?
---Sim!
O merino se retira que o promotor começa:
---Sr. Luís, há 19 anos atrás você disse que o seu pai fez um dossiê e você não sabia disso, correto?
---Sim!
---Agora pode dizer o que tinha o dossiê.
---Muita coisa que Paulo tinha um esquema de desvio de armas apreendidas pela polícia e ele alugou um depósito na Zona Portuária e guardou as armas.
---Também soube que seu pai foi morto pelo Paulo.
---Protesto, excelência!---Fala Heitor.---Isso aconteceu há 19 anos atrás.
---Pedido de protesto negado que sr. Heitor, devo avisá-lo que seu cliente não cumpriu os 20 anos e fugiu, matando meu antecessor. O senhor pode continuar, sr. Fábio.
---Obrigado, excelência. Luís, no processo que foi instaurado, você foi ameaçado de morte e teve proteção de Teixeira Matias de Albuquerque, correto?
---Sim que me protegeu desse monstro que matou meu pai a sangue frio.
---Seu desgraçado, eu te mato.
---Paulo, fique quieto.---Fala o seu advogado.
---Mas...
---Sr. Paulo, devo avisá-lo e isso serve para os outros acusados que não tolero ameaças no meu tribunal. Mais alguma pergunta, sr. Fábio?
---Nenhuma que já acabei, excelência.
---Muito obrigado. Com a palavra, o advogado do réu Paulo, Heitor.
Heitor levanta da sua cadeira e vai a direção a Luís e fala:
---Luís, você disse que meu cliente é um assassino e contrabandista?
---Sim, eu confirmo o que falei.
---Tubo bem que descobri que você tem passagens na delegacia de São João de Meriti por furto.
---Mas, eu foi inocentado e...
---Calma que no Boletim, você matou um comerciante e pegou na época, Ncz$ 43,00 e isso aconteceu em 1987.
---Eu protesto, excelência---Fala o promotor---Isso não tem haver com o caso.
---Eu aceito o pedido de protesto, sr. Fábio que, sr. Heitor, o que tem haver com o caso.
---Tudo que Luís tem antecedentes criminais e...
---Por favor, pare que isso é um caso isolado e como seu argumento não é convincente, eu estou anulando o seu argumento que tem mais alguma pergunta?
---Não, excelência.
---Ótimo que pode sair e obrigado pelo depoimento, sr. Luís.
Luís sai da cadeira e o merino leva para outra sala. Miguel fala:
---Com a palavra, a defesa de Paulo.
Heitor levanta e fala:
---Minha primeira testemunha é o ex-senador, Justino Cambará, presidente da Cambará Transportes.
O juiz manda entrar o ex-senador alagoano e empresário, Justino Cambará que veio com uma pasta de cartolina que presta o juramento e senta que o Heitor vai a sua direção e fala:
---Senhor Cambará, você foi senador de que partido?
---Do antigo UDN que meu mandato foi de 1955 a 1959 que desisti da política e criei a minha transportadora.
---Conheceu o meu cliente?
---Não que conheci o seu pai!
---O Manuel?
---Sim que o Manuel foi meu assessor e ajudei nos negócios.
---No processo, seu nome foi mencionado como o intermediário no transporte de armas juntamente com a Transportadora Santos e Cambará Transportes, o senhor confirma?
---Não que se olhar para essa pasta, eu era sócio minoritário e fui o curador dos bens de Manuel depois que ele morreu e minha empresa não transporta armas, só equipamentos médicos. Nunca envolvi neste negócio.
---Então, o senhor nega a participação do contrabando.
---Sim que na época, estava em Alagoas reestruturando minha empresa.
---Obrigado pelo seu esclarecimento. Sem perguntas, excelência.
---E agora, com a palavra o promotor Fábio.
O promotor Fábio levanta e fala o Justino:
---Sr. Justino, a Junta Comercial de Maceió me enviou o registro de sua transportadora e vi que tem serias irregularidades que segundo consta, não tem alvará de funcionamento e o mais curioso é que foi resolvido pelo Paulo que subornou fiscais do Ministério do Trabalho para obter o habite-se. O senhor nega?
---Eu nego que não tive ajuda de Paulo que foi uma armação de meus ex-adversários políticos de minha terra, Canapi.
---Mas eu tenho uma cópia do cheque emitido em seu nome para pagar Paulo e quero que o júri vê que tem a data de 6-9-1980, quase um mês da fuga de Paulo. Devo avisar ao senhor Justino que está sob juramento perante a corte e se mentir, terá graves conseqüências.
---Tá bom, eu confesso que ajudei Paulo, mais eu não sabia que era traficante de armas e o cheque foi para cobrir um empréstimo de uma dívida que eu tinha com o pai dele e se eu não pagasse, ele me matava.
---Senhor, eu vou dizer uma última pergunta: Quantos caminhões tem a sua empresa?
---Eu só tenho 30 caminhões, mas porquê perguntou?
---Por nada que encerro os meus argumentos, excelência.
---Obrigado que darei um intervalo de 10 minutos e voltaremos ao julgamento.
O juiz Miguel bate o martelo e todos saem que Teixeira vai ao bar e conversa com Sérgio:
---Eu mandei trazer Miguel para ser o juiz que o juiz que ia julgar os três era ligado ao Paulo e eu soube por meus informantes aqui no tribunal e mexi os pauzinhos para que o juiz Miguel assumisse o julgamento.
---E esse promotor?
---Essa é a supressa que Fábio é sobrinho de Alfredo Siqueira da Silva, o promotor do 1º julgamento de Paulo que convenci a ser a acusação em memória do tio a principio, ficou com medo, mas aceitou que os três não sabem do parentesco por que eu pedi que Miguel não mencionasse o nome dele no processo.
---Você vai ficar?
---Sim que eu disse a você que ficarei até o final.
---Espero que as pessoas que ele matou podem descansar em paz.
Toca a sineta que os três voltem para o plenário que o juiz Miguel recomeça o julgamento e fala:
---Recomeço o julgamento que com a palavra o advogado de Bolívar.
---Minha testemunha, excelência é o gerente operacional do Banco Buenos Montagoni do Rio de Janeiro, Carlos Gutierrez Gonzalo.
Miguel manda chamar que entra o Carlos Gutierrez Gonzalo que senta na cadeira e Antônio vai a sua direção e começa a falar:
---Senhor, pode dizer ao júri o que você faz no banco!
---Sou gerente operacional que cuido do setor de Processamento de Dados que entrei no banco em 1983.
---Você cuida na parte de transferência de contas para a matriz em Paris?
---Correto!
---No dossiê, menciona que você era tesoureiro do contrabando e cuidava da parte financeira e você ganhava a parte dos lucros, é verdade, senhor Carlos.
---Não é verdade que na época, era contínuo da filial do BBM em São Paulo e eu nunca conheci o meu chefe que eu tenho minha declaração de renda que só tenho uma casa e dois terrenos e só ajudei meu chefe a fazer balanço mensal e ganhava pouco.
---Nestes balanços, não encontrou alguma irregularidade?
---Não que eu fiz juntamente com os técnicos de contabilidade do banco e arquivava nos livros-caixa. Depois que informatizaram o banco, eu arquivei em disquetes.
---Minha última pergunta é com relação à convivência com você e meu cliente é boa?
---Sim!
---Obrigado pelo seu esclarecimento. Não tenho mais perguntas, excelência!
---Com a palavra, a acusação.
Fábio se levanta e pega uma fotografia que fala com Carlos:
---Reconhece essa foto, sr. Carlos.
---Reconheço!
---Você disse que não conhecia seu chefe que essa foto, senhores jurados, foi tirada em Curaçao, país do Caribe e prova que ele tinha uma ligação ao acusado que Bolívar pagou as férias dele pelo serviço de falsificar balancetes e acobertar o contrabando que você pode explicar como um cheque de 400 mil dólares parar na sua conta, se você tem só uma casa e dois terrenos situados em Bauru, São Paulo?
---Eu protesto, excelência que está coagindo a minha testemunha a falar.
---Sr. Antônio, se acalme que ele não está coagindo com sua testemunha e sr. Fábio, modere os seus argumentos que sr. Carlos, por favor responde a pergunta.
---Eu...confesso que o dinheiro é do contrabando sim que falsifiquei os balancetes e fiquei calado por me ameaçou de morte.
---Pode dizer qual foi à ameaça?
---Ia matar meus dois filhos e a minha esposa se não contar nada a ninguém. Tive que aceitar o dinheiro e ficar de boca fechada.
---Eu só quero dizer só uma última pergunta: o que fez com os 400 mil dólares?
---Eu investi em ações e paguei as minhas dividas que eu tinha com agiotas.
---O senhor pode sair não tenho mais perguntas.
---Obrigado que darei 5 minutos de recesso para ver mais depoimentos.
Miguel bate o martelo que Sérgio manda o filho pegar um copo de água na cantina e Sérgio toma o remédio receitado pelo irmão de Teixeira e fala com Teixeira:
---Não gosto desse remédio, mas tenho que tomá-lo. Teixeira, tenho medo que ele vai ser inocentado.
----Calma que falta 5 testemunhas e até lá, Paulo e seus cúmplices vão ter se segurar.
Toca a sineta que todos entram no tribunal que o juiz fala:
---Devo avisar ao público que agora não teremos mais intervalo e prosseguiremos até o final que começo a terceira e penúltima parte com a acusação.
---Excelência, a acusação chama o detetive da Polícia Civil da Bahia, Norival Médici.
---Excelência, eu protesto que eu não sabia dessa testemunha.
---Aceito que sr. Fábio, quem é essa testemunha?
---O detetive que estava investigando a morte de Santos Limeira.
---A defesa que se manifestar?
---Não, excelência.
---Pode chamá-lo.
O promotor manda o merino chamar o detetive que o detetive chega no tribunal e senta que Fábio fala com ele:
---Detetive Norival, em 1987 você era lotado na delegacia de Ilhéus que investigava a morte de Santos Limeira e pode dizer com suas palavras o que realmente aconteceu?!
---Eu e o delegado estávamos na delegacia e recebemos um telefonema de um pescador chamado Olindo que achou um corpo boiando na proximidade do porto de Malhado e através do Instituto Félix Pacheco do Rio de Janeiro, descobrimos que era Santos Limeira. A parti daí, eu comecei a investigar que segundo o laudo do IML, Santos Limeira morreu com um tiro na cabeça e teve as mãos e o pés amarrados com uma corda e tinha o peso de 20 kg.
---Você descobriu quem matou Santos?
---Sim que cheguei ao pistoleiro Sangue Ruim e Paulo usou duas garotas de programas como isca para atrair Santos e Sangue matou ele que as duas garotas fugiram que Paulo estava no carro e ajudou Sangue a jogar o corpo de Santos ao mar.
---E conseguiu pegar os culpados?
---Não que soube que Sangue Ruim foi morto e as garotas de programa também que Paulo mandou os seus compassas matarem os três e sumirem com os corpos que os três foram mortos na zona boemia de Ilhéus. Santos Limeira foi enterrado no Rio de Janeiro com o jazigo comprado pelo Paulo.
---Para finalizar, você conseguiu terminar a investigação?
---Não que quando eu e o delegado Fontes estavam concluído a investigação, fomos afastados pela Secretária de Segurança Pública e fomos transferidos para a delegacia da capital Salvador que o inquérito sumiu e as provas também.
---Obrigado, pela explicação.
---Com a palavra o advogado de Paulo, Heitor.
Heitor que retira um papel na pasta e fala com o detetive:
---Detetive Norival, você disse que meu cliente matou Santos Limeira, mas eu tenho em minhas mãos uma cópia da ficha do pistoleiro e eu li que você é primo desse pistoleiro. Você confirma o parentesco?
---Sim, mas ele é meu primo de 3° Grau e ele disse que recebeu dinheiro para matar Santos.
---Mas devo avisá-lo que meu cliente estava em Salvador á negócios e tenho uma cópia do registro do hotel que ele hospedou que o crime aconteceu á 00:00 h, mas ele estava no hotel ás 10:30.
---Protesto!---Fala o promotor Fábio.---A defesa está confundido minha testemunha.
---Aceito que sr. Heitor, vamos aos fatos e detetive Norival, por favor não fica nervoso. Prossiga, sr. Heitor.
Heitor afrouxa a gravata e fala:
---Detetive, podia dizer qual foi à hora da morte de Santos?
---Eu digo que foi á meia-noite.
---Como pode ter certeza?
---Sangue Ruim sempre mata á meia-noite e sempre tem relógio...
Aí, Heitor tira do bolso e fala:
---Como este!
A platéia fica chocada e o juiz bate o martelo e fala.
---Silêncio na corte! Eu posso ver o relógio?
---Sim, excelência!
Heitor dar o relógio para o merino e este dar para o juiz que fala:
---Detetive, é este o relógio de Sangue Ruim?
---Sim!
---A acusação quer se retratar?
---Não!
---Bom! A acusação tem mais alguma pergunta?
---Não, excelência!
---Agora, com a palavra o advogado de Mohamed, Abin.
---A defesa chama Said Nabucondosor Ralmesk Saad, empresário.
O juiz manda o merino chamar que vem o primo de Mohamed e dono da Said Importadora S/A, Said Nabucondosor Ralmesk Saad que senta na cadeira e presta juramento que Abin se levanta e fala:
---Sr. Saad, está no Brasil há quanto tempo?
---Desde 1954 que completou 43 anos agora em março.
---No inquérito em que foi instaurado, você fazia parte do Conselho Administrativo da Tufik Transportes Aéreos quando seu tio Tufik faleceu.
---Sr. Abin, eu quero fazer uma correção que eu era sócio minoritário e tenho só 5% das ações.
---Desculpe. Se tinha alguma relação com o meu cliente?
---Não que apesar de que somos primos, nós falamos pouco.
---E nos negócios?
---Muito bem que ele me ajudou a administrar a minha importadora e a fechar negócios que além da minha importadora, tenho uma construtora e uma corretora de seguros.
---Para eu finalizar, no processo, você teve participação direta na Conexão Armadas que recebia comissão do seu primo Mohamed e o senhor confirma.
---Não que eu nego a minha participação.
---Com isto, encerro o meu depoimento , excelência.
---Agora com a palavra, o promotor Fábio.
O promotor abre a sua pasta e tira um papel que se dirige ao Said:
---Sr. Saad, eu tenho em mãos uma cópia de um processo emitido pelo consulado do Líbano que o senhor fazia parte de um grupo extremista chamado Mártires da Liberdade onde em 10 de abril de 1953, mataram um diplomata americano e todos os 10 membros dos Mártires foram mortos. Você tinha fugido e o processo foi esquecido. Você nega?
---Eu não nego que fazia parte dos Mártires, mas não participei ativamente.
---Tudo bem, mas devo avisá-lo que segundo consta o processo, você armou os explosivos e que quem deu cobertura foi o seu tio Tufik. Quero dizer ao júri que Said fez parte desse grupo terrorista e que foi o mentor intelectual da Conexão Armadas no qual era a cédula.
---Eu protesto, excelência que Said disse que não tem haver com o inquérito.
---Mantido! Sr. Fábio, vamos aos fatos.
---Eu chegarei aos fatos! Senhor Saad, eu quero que me diga se sua empresa tinha ligação com a Tufik Transportes Aéreos no que se refere ao transporte de armas?
---Eu me nego a responder.
---Caso o senhor não sabe, você prestou o juramento e agora, terá que dizer a verdade.
---Eu...
---Protesto, excelência que minha testemunha está sendo pressionada.
---Negado. O senhor Saad, por favor fale.
---Eu...confesso que ajudei a Conexão Armadas e eu tinha uma participação dos lucros das vendas. Pronto, está feliz.
---Não tenho mais perguntas, excelência.
---Obrigado, sr. Fábio. Com a palavra a acusação.
---A acusação chama o brigadeiro Nonato Braz Cruz Santos.
Quando escuta o nome do tio-avô, Paulo fica nervoso que Miguel nota e fala com o advogado de Paulo, Heitor:
---O seu cliente está passando mal?
---Não que está bem.
---Posso chamar a testemunha?
---Sim!
O juiz manda o merino chamar o Nonato que o brigadeiro de 85 anos chega com uma bengala e senta na cadeira que Fábio se levanta e fala:
---Sr. Nonato, você é tio-avô do réu?
---Sim que sou irmão do avô paterno dele.
---Segundo consta, você não gostava do seu sobrinho e pai do réu, Manuel Carlos Dummond Santos e você foi contra a divisão da herança do seu irmão Flávio. Confere?
---Eu confirmo que meu irmão Flávio fez história em São Lourenço que criou fabricas de lacticínios e hotéis que soube que Manuel não valia nada e gastou metade da fortuna dele que dos meus 4 irmãos, só eu fui contra e o meu filho Valentim da partilha da herança.
---Na época, quanto era o patrimônio?
---500 mil cruzeiros, calculando hoje, vale 3 milhões de reais!
---Você sabia do contrabando de Manuel e Paulo?
---Sim, eu sabia que foi por causa desse contrabando perdi duas pessoas que amava muito: meu filho Valentim e meu neto Nonato que este desgraçado matou meu neto covardemente e meu filho foi morto também pela tocaia pelo pai desse infeliz.
---Na época das mortes, estava aonde?
---Quando morreu Valentim, estava aqui no Rio de Janeiro treinando soldados na Vila Militar e quando morreu meu neto Nonato, estava em Brasília que eu caçei ele em 69 que criou um grupo de terroristas chamado Lanternas Víboras que eu e 20 soldados cercamos o grupo que sua base era no Pontal do Panapanema, SP que ele conseguiu escapar, mas seus guerrilheiros foram mortos.
---Seus irmãos estão vivos ainda?
---Só eu e meu irmão Fidélis Alcântara Passos que vive em El Salvador que morreram Flávio, Homero Santos Dummond e Ourives Pinheiro que estes morreram...
O brigadeiro chora que o promotor Fábio dar um lenço e fala:
---O senhor quer continuar?
---Não, meu jovem!
---A acusação se retira, excelência.
---Agora, com a palavra o advogado de defesa, Heitor.
O advogado se levanta e vai a direção ao brigadeiro que fala:
---Sr. Santos, você acusou meu cliente e o pai dele de assassinos, mas eu tive acesso a documentos sigilosos do Comando Militar do Leste que o senhor participou de tortura.
---Isso foi uma armação que nunca torturei ninguém e fui inocentado.
---Foi inocentado, mas matou um civil em 3 de março de 1976 e dar pra perceber você é um assassino.
---Seu...
O brigadeiro ia dar o golpe com a bengala no Heitor que Teixeira segura e o juiz Miguel bate o martelo e fala:
---Ordem no tribunal, ordem! Segurança, leve o brigadeiro.
---Sim, senhor!
Teixeira leva o brigadeiro e fala baixo:
--- “Calma, brigadeiro que falta pouco para ele ser preso!"
--- “Desculpe, Teixeira..."
--- “Vou chamar um enfermeiro para levá-lo."
Teixeira deixa o brigadeiro e volta para o plenário que o juiz Miguel fala:
---A defesa de Paulo se aproxime do palanque.
Heitor levanta e vai que Miguel abafa o microfone e fala:
---Sr. Heitor, o senhor já passou dos limites que eu não gostei do tom que usou contra o brigadeiro.
---Desculpe se excedi, excelência é que eu tive que...
---...ser enérgico! Se não controlar, eu mandarei prendê-lo por desacato e darei a sentença. Agora, volta para o seu lugar.
Heitor volta com uma cara fechada que o juiz Miguel fala:
---Peço que desculpe a cena que vocês presenciaram que retornaremos ao julgamento que com a palavra a acusação.
---A acusação chama o técnico de contabilidade e dono da Carmatek Contabilidade S/A, Jonatã Quintas da Cruz.
O juiz manda chamar que chega o técnico de contabilidade com uma pasta que ele senta que faz o juramento que Fábio levanta e se aproxima de Jonatã e começa a falar;
---Sr. Cruz, podia dizer o n° de registro profissional do CRC.
---RJ 666789!
---Você fez uma auditoria nas contas do Banco Buenos Montagoni a pedido do Ministério Público Federal sob o caso da venda de terrenos em Sorocaba, SP. Podia falar o que foi apurado?
---Eu e minha equipe fomos para a agência que ficava em Sorocaba e pegamos livros-caixa que segundo consta, ele tinha 500 mil em débitos e só 10 mil em créditos que ao olhar os livros, só tinha muitos bens.
---Quais foram?
---Dois carros BMW Z-3, 32 macas de hospital, 11 Gols e 1 jato que checamos também registros dos terrenos juntamente com os promotores do MPF e dos bens em cartórios, mas descobrimos uma prova que eu mostrarei a você.
O técnico abre a sua pasta e dar uma certidão de óbito que fala:
---Essa certidão é de Noburito Tanaka de Lima que morreu em 1956 que o banco utilizou o nome dele para ser um "laranja" na compra e venda dos terrenos que as pessoas de Sorocaba foram lesadas.
---O processo está correndo?
---Não que as pessoas foram ameaçadas de morte por políticos ligados ao Bolívar que eu também fui ameaçado de morte.
---Pelo réu?
---Sim! Eu tive minha empresa destruída, queimou meu carro e bateram meus filhos.
---Não avisou as autoridades?
---Não que descobri que tem três policiais corruptos que me ameaçaram de morte.
---Minha última pergunta é relacionado aos documentos: Quais eram?
---Várias escrituras de terras, notas promissórias e boletos da Banco Buenos Montagoni que no total, foram lesadas 10 mil famílias que era um consórcio fantasma.
---Eu não tenho mais perguntas.
---Com a palavra, a defesa de Bolívar.
O advogado de Bolívar, Antônio Salazares se levanta e fala:
---Senhor Cruz, o senhor acusou meu cliente de assassino que eu tenho aqui uma nota expedita pelo Departamento Jurídico do banco que o Caso Sorocaba foi mal-explicado que seu Noburito era funcionário do banco que quando morreu, ele deu as terras como garantia.
---Excelência, eu protesto que de acordo com a filha de Noburito, Gláucia Tanaka, ele foi induzido a dar as terras.
---Mantido que sr. Antônio, vamos aos fatos.
---Desculpe que senhor Cruz, você falsificou os documentos.
---Isso é mentira que eu não falsifiquei...
---Espera um pouco que você omitiu no inquérito que meu cliente foi subornado por você para fechar o inquérito.
----Protesto, excelência que a defesa está obrigando a minha testemunha a falar.
----Mantido que sr. Antônio, modere o tom que isto é um tribunal e não uma bolsa de valores. Por favor, senhor Cruz pode responder a pergunta do Antônio.
---Eu respondo que eu não subornei Bolívar, mas eu garanto que não falsifiquei documentos e tampouco adulterei as provas.
---Eu posso provar que o senhor está mentindo.
Antônio abre a pasta e pega um papel que fala:
---Senhores e senhoras do júri, eu tenho em mãos uma cópia de um cheque de R$ 32 mil reais do banco do meu cliente que foi achado na sua conta. O senhor nega?
---Eu nego que esse cheque foi implantado pra me incriminar.
---Eu devo dizer que o senhor está mentindo.
---Não estou.
---Então, eu encerro a minha fala.
Antônio volta na sua mesa que senta ao lado de Bolívar. Miguel fala:
---Com a palavra, a acusação.
---Eu deixei a minha última testemunha para o final que está na platéia. A acusação chama Sérgio Cabrano Bravid para o plenário.
De repente, um murmúrio toma conta do tribunal que o primeiro a ser manifestar na parte da defesa dos acusados é o advogado de Paulo, Heitor Barbosa Santos:
---Eu protesto que ele não está relacionado ao inquérito.
---Sr. Heitor, eu fui informado que ele está no inquérito e ele vai ser ouvido---Fala o juiz Miguel.
---Mas, eu não aceitarei...
---Terá que aceitar e ponto final. Sr. Sérgio, por favor venha.
Sérgio levanta acompanhado do filho Oliveira que Oliveira deixa o segurança levar o pai para o plenário e volta para a cadeira que Sérgio senta e levanta Fábio que fala;
---Sr. Sérgio, você era amigo do réu Paulo?
---Sim!
---Na época do contrabando de armas, você sabia que ele desviava armas?
---Não,que eu não desconfiava que na época, Raul me avisou para eu ficar de olho em Paulo e não acreditei.
---Como soube que era traficante de armas?
---Através do dossiê de Raul e alguns documentos que eu e Teixeira Matias de Albuquerque...
---Perdão, o lendário Doutor Max?
---Sim que nós apuramos que ele tinha um esquema que envolvia muito dinheiro e ele teve ajuda de políticos mineiros e altos funcionários do Ministério dos Transportes para mapear rotas do contrabando.
---Podia citar um político?
---Sim que ele tinha ajuda do ex-deputado Plácido Montesantos de Cartago no qual Paulo foi o financiador dele para a campanha a deputado estadual durante a ditadura militar que foi cassado pelo AI-5.
---Além dos políticos de Minas e dos altos funcionários do MT, ele tinha mais aliados?
---Tinha que ele teve ajuda do ex-senador Justino Cambará e os dois réus presentes que é o Bolívar Montagoni de Orozon e Mohamed Saad Ralmesk de Oliveira.
---Então quer dizer que o réu tinha ajuda dos dois aqui presentes, sr. Sérgio?
---Sim que dividiram os lucros das vendas de armas e do comércio de bebidas que é uma atividade secundária, mas dava lucro.
---Com relação às bebidas, eles tinham uma destilaria?
---Sim que a destilaria ficava na fazenda boliviana onde eu e Teixeira juntamente com o seu grupo dizimamos a fazenda.
---Com o seu depoimento, a acusação encerra o seu depoimento, excelência.
---Com a palavra, a defesa de Paulo.
Heitor levanta e fala com o Sérgio:
---Sr. Sérgio, o senhor acusou meu cliente e seus amigos de contrabandistas que eu verifiquei a sua ficha que você matou um serial killer e espancou Fidélis Ferraz de Pontes, filho do rei do café Pinheiro Marcondes de Pontes que foram inocentados. Como explica isso, senhor Sérgio?
---Esses incidentes aconteceram que o serial killer matou uma criança de 11 anos com crueldade e matei por que meus nervos estavam em frangalhos e o Fidélis que por sua irresponsabilidade, matou a minha esposa, perdi a cabeça e dei uma surra.
---Entendo. Mas eu descobri que deve 2 mil a Receita Federal que...
---Excelência, eu protesto que por lei, os dados da Receita Federal não podem ser divulgados.
---Pedido aceito que o senhor Heitor, tem autorização para divulgar os dados.
---Sim, senhor!
---Desculpe, sr. Fábio mas tem a autorização. Pode prosseguir, sr. Heitor.
---Obrigado, excelência que sr. Sérgio, vou repetir que o senhor deve a Receita Federal, 24 mil reais de 3 impostos que você pode explicar?
----Eu explico que estou pagando a dívida aos poucos e...
---Tem mais que sua licença de alvará de funcionamento da sua empresa Protetor Bravid de Segurança Patrimonial S.A não está renovada desde 1989.
---Por favor, está me deixando confuso que...
Sérgio começa a passar mal que o juiz chama os médicos do tribunal que Oliveira avisa para o médico do vidro do remédio do pai no bolso e o médico pega e dar para ele que ele volta ao normal que o promotor Fábio fala:
---Excelência, eu peço três minutos de recesso para recompor a minha testemunha.
---Concebido que senhor Heitor, o senhor já passou dos limites.
---Mas...
---Agradeça que eu não vou te mandar prendê-lo por falta de decoro que estamos indo por final. A sessão está suspensa por 3 minutos e voltaremos com a parte final.
O juiz bate o martelo que Sérgio bebe um copo de água e fala para o filho:
---Estou bem que foi uma ligeira queda de pressão.
---Pai, você não pode abusar que faz dois meses que saiu do hospital.
----Oliveira, já estou bem que...
---Ouça o seu filho, Sérgio---Fala o Teixeira.
---Tá bom! Vou maneirar que quero voltar pra depor.
---Não que já acabou que vamos voltar que começou a parte final do julgamento.
Sérgio levanta e Oliveira acompanha que Teixeira chega por último que viu Paulo com ar sério esperando a sentença que chega o juiz e fala:
---Estamos terminando o julgamento de Paulo e os envolvidos da Conexão Armadas que depois das considerações finais da acusação e o representante dos réus, eu pedirei que os jurados vão para a sala secreta e fazem a votação. Pelo sorteio, quem começa o promotor Fábio Welligton da Cruz Malta. O plenário é seu, senhor.
Fábio bebe um copo de água e levanta que começa a argumentar:
---Senhores jurados, senhor juiz e membros da platéia, vimos que Paulo e seus compassas são pessoas que com esse comércio sujo de armas, mataram gente inocente e eu peço em nome de Deus para o membros do júri, pena máxima pra esses três. Eu despeço com um provérbio: "Digas com que andas que eu direi quem és". Obrigado.
Fábio senta que o juiz fala:
---Com a palavra o representante dos réus!
Aí, levanta o Antônio Salazares, advogado de Bolívar que ele fala:
---Senhores jurados, eu discordo os argumentos do meu colega que meu cliente e seus colegas não querem ser taxados de assassinos que meu cliente está sendo caçado por crimes que foram implantados por gente que não gosta deles e de seus amigos que peço absolvição do meu cliente. Não direi mais nada e obrigado.
Antônio senta que Miguel fala com o júri:
---O júri, siga para a sala secreta para votação e os réus aguardem a sentença que peço que a platéia também não saírem do recinto.
O juiz bate o martelo e vai para a sua sala para descansar onde recebe Teixeira que fala:
---Teixeira, agora eu vou ver esses três na cadeia que a alma de meu filho descansará em paz.
---Tome cuidado que Paulo é muito ardiloso e pode estar armando alguma.
---Fique calmo que ele gastou todos os seus trunfos e saia que vou voltar pra o plenário.
Teixeira sai que Miguel volta para a sua cadeira que volta os jurados que Miguel fala:
---O júri já chegou ao veredicto?
---Sim, excelência!
---Oficial...
O segurança pega o papel e dar para o juiz Miguel que o juiz fala:
---Que levante os réus Paulo Carlos Dummond Santos, Bolívar Montagoni de Orozon e Mohamed Saad Ralmesk de Oliveira juntamente com os seus advogados.
Os 6 levantam que o juiz dar a sentença:
--- “Rio de Janeiro, 5 de agosto de 1997, Justiça Federal que nós do júri popular consideramos que os acusados da Conexão Armadas culpados. A pena para os seguintes réus”:
1.?Paulo Carlos Dummond Santos= Sua pena aumentou de 20 anos para 33 anos que cumprirá pena em regime fechado no Complexo Penitenciário Bangu 1 que suas empresas estão fechadas e sua condicional aumentou para 15 anos. Após esse período, não haverá recurso que a sentença é definitiva;
2.?Bolívar Montagoni de Orozon= Sua pena é de 34 anos de prisão por formação de quadrilha, homicídio em primeiro grau e falsidade ideológica que como este tem curso superior, ficará preso na carceragem do Ponto Zero. Cumprirá a pena em regime semi-aberto e terá regalias mínimas;
3.?Mohamed Saad Ralmesk de Oliveira= Sua pena é de 39 anos pela co-autoria que não terá prisão especial que cumprirá pena juntamente com Paulo em Bangu 1. Sua condicional aumentará de 20 anos.
Todos os bens dos réus serão confiscados para o pagamento ás vitimas que foram mortas pelos réus.”“.
Miguel termina de ler que Sérgio vibra que Paulo é conduzido pelos policiais para fora do tribunal e Bolívar e Mohamed escondiam os rostos para não serem fotografados que Paulo chega no camburão e chega depois o Mohamed que o advogado proíbe os fotógrafos tirar mais fotos e o camburão sai em disparada. Bolívar sai também que vai ao camburão algemado e também sai em disparada. Sérgio aperta a mão de Miguel e fala:
---Eles vão pagar o que fizeram.
---Aqui se fez, aqui se paga que o mérito não é só meu é do Teixeira.
---Sim que eu pagarei uma cerveja pra nós dois.
Dois dias depois...
No aeroporto do Galeão, Sérgio se despede de Teixeira que fala:
---Adeus, Teixeira que foi bom trabalhar com você.
---O mesmo me digo que os habeas-corpus de Bolívar e Mohamed foram cassados e ficarão por mais tempo na cadeia. Paulo está isolado em Bangu 1 por medo de ser morto pelos traficantes que alguns tiveram seus companheiros mortos pelo Paulo durante a Conexão Armadas.
---Antes de você ir, por que você aceitou fazer meu caso de graça?
---Agora, vou revelar o motivo.
Teixeira tira do bolso do paletó um envelope que dar para o Sérgio que Sérgio abre e viu a foto do seu pai e do pai do Teixeira que fala:
---O que...
---Meu pai é amigo do seu que eles eram membros do Esquadrão Sul-Atlântico que foi criado pela ONU para missões ultra-secretas que os membros do esquadrão eram oficiais de 5 países: Canadá, México, Estados Unidos, Argentina e Brasil que meu pai e o seu eram os representantes que seu pai era capitão da Força Aérea Brasileira na divisão de piloto dos Falcões e o meu era major que o grupo durou de 1957 até 1969 que foram resgatar um general da Otan capturado por soldados do ETA nas Ilhas Canárias que dos 7 membros, só sobrou meu pai e o seu que ficou ferido que meu pai resgatou o general e ajudou o seu pai na recuperação. Ele soube que eu estava investigando Paulo, me pediu para cuidar de você.
---Obrigado que agora somos amigos de verdade. Leva o meu livro para ler na viagem e boa viagem.
Os dois se cumprimentam que Teixeira pega a sacola e espera o seu vôo que não percebe que vem uma mulher, com o rosto coberto, botar um papel na contracapa do livro de Sérgio e some.
Teixeira pega a bolsa e as bagagens que pega o vôo para França que chega para o Aeroporto de Le Charles de Gaulle onde viu a esposa Joanna Moon de France esperando e faz um aceno que a esposa viu e abraça ele que Teixeira fala:
---Como você está?
---Bem, mon amour. E como foi a missão?
---Tudo resolvido que Sérgio me deu o esse livro de presente. Lê.
Quando Joanna abre o livro, deixa cair um papel que Teixeira pega e lê que de repente, fala com a esposa:
---Joanna, mande François te levar pra Bordeaux.
---O que houve?
---Parece que ainda não acabou. Onde tem uma cabine téléphonique?
---No corredor.
Teixeira corre e viu um orelhão vazio que disca uma linha especial que atende o Ulisses que Teixeira fala:
---Ulisses, chame o filho de Sérgio e vão para a casa dele que ele está em perigo agora.
Ulisses chama o seu afilhado que na casa de Sérgio, Sérgio está tomando banho que escuta a porta abrir que ele se veste e pega uma pistola no criado-mudo do quarto e aponta a arma e fala:
---Não se mexa e largue a arma.
---Com prazer.
O desconhecido larga a arma e dar um chute e derruba Sérgio que deixa cair à pistola que Sérgio tenta uma voadora, mais recebe dois chutes e cai desmaiado que o desconhecido pega Sérgio e amarra ele na cadeira da cozinha que fala:
---Eu podia te matar, mas farei com sofra bastante.
--- “Coff", quem...é...você?
---Não adivinhou, mas refrescarei a sua memória.
O desconhecido tira a mascara e Sérgio viu espantado e fala:
---Você!
---Sim, Raul Santos de Mattos que eu arquitetei a minha morte para ajudar Paulo no contrabando que fui eu que matei Carlos Marias da Silva na invasão na sua casa.
---E...quem...era...o...corpo?
---Foi um indigente que peguei no IML e fiz uma cirurgia. O tiro que Paulo me acertou era de festim e eu fingi um coma.
---Canalha..."ai"!
---Calma que eu sou meio-irmão de Paulo que minha mãe teve um caso com Manuel e a família não concordou que fui adotado pelo general Aristeu Santos de Mattos que fiquei com o seu nome que soube que sou irmão de Paulo e sou o seu braço-direito.
---Anda, me mate!
---É uma pena que seu amigo tira não esta aqui e vou terminar esse assunto.
---Seja breve!
Sérgio fecha os olhos que chega Ulisses e fala:
---Largue a arma, Raul.
---Vamos atire que mato o seu...
Numa rapidez, Sérgio desarma Raul que Raul dar um soco que Ulisses atira e acerta ele, mas Raul joga uma faca e fere ele na perna que corre com braço sangrando. Sérgio levanta e socorre Ulisses que este fala:
---Estou bem e pegue o desgraçado que vim com Oliveira.
---Faça um torniquete e já volto.Oliveira...
---Sim!
---Vem comigo!
Os dois percorrem a casa armados que Oliveira leva um golpe de uma pessoa que fala:
---Desculpe, Oliveira mas é um assunto pessoal!
O desconhecido sai que Sérgio vai ao galpão e viu Raul que Sérgio fala:
---Quer me matar? Pode vim!
---Com muito prazer!
Os dois lutam que Sérgio dar golpes de kung fu e Raul, judô que Raul pega uma foice e Sérgio pula e dar um chute que quebra o nariz dele e joga a foice que Raul dar seguidos golpes e sangra Sérgio que ficam lutando até que Sérgio pega uma madeira e quebra que cai Raul que Sérgio cambaleia e levanta todo sangüentado que Raul levanta com uma pistola e diz:
---Adíos, camarada.
Na hora de apertar o gatilho, Raul recebe um tiro na perna e no outro braço que quem atirou é Carlinhos Mateus Santos, filho de Paulo que ele cai que Carlinhos guarda a pistola que Sérgio fala:
---Carlinhos, onde esteve?
---Depois, eu digo que chamarei meus amigos para medicar esse desgraçado e prendê-lo.
---Quem são seus amigos?
---Vai saber.
Carlinhos pega o seu rádio e imediatamente, chega carros da Polícia Federal que cercam a casa que Sérgio é medicado que fala com Carlinhos:
---Você é agente da PF?
---Sim que eu me escondi quando Vladimir invadiu a casa e matou a minha mãe que eu estava te observando você e Teixeira nas suas ações contra o meu pai, mas eu não participei.
---Era uma sombra que Oliveira...
---Ele está bem que tive que dar uma coronhada que ele podia morrer.
---Obrigado que vou ver como está Ulisses.
---Pode ir.
Sérgio viu Ulisses que Sérgio fala:
---Como está?
---Legal que não afetou o músculo que foi o meu chefe que me avisou e vim em teu socorro. Tome o telefone que vou para o hospital. Pode dizer para o chefe que está salvo.
---Valeu e leve o Oliveira.
Sérgio abraça Ulisses e os carros saem que Sérgio liga para o Teixeira e em Bordeaux, Teixeira atende e fala:
---Alô?
---Calma que estou bem que Ulisses e Carlinhos me salvaram.
---Graças a Deus!
---Como soube que Raul está vivo?
---Através da sua esposa Júlia.
---Teixeira, ficou doido? Minha esposa morreu há 20 anos e você não pode mexer com isso.
---Calma que ela está viva e amanhã, eu retornarei para falar com você.
Sérgio desliga que ele chora de felicidade e dorme com o retrato de Júlia abraçado que ele acorda e volta pro Rio que chega Teixeira e os dois pegam um carro alugado pelo Teixeira e saiam no aeroporto que Teixeira fala:
---Eu investiguei a fundo sobre o acidente que você e Júlia sofreram e cheguei ao médico da época, doutor Acelino Montenegro da Costa Franco que mora em Coimbra.
---Eu me lembro que eu estava sedado e vi ele levando Júlia pra outra sala. Mas o que tem haver consigo.
---Eu chego lá. O doutor me falou que Júlia sobreviveu ao acidente e ficou em coma. Chamou o seu sogro e falou das condições que seu sogro fingiu a própria morte da sua esposa que o doutor não concordou, mas acabou cedendo que seu sogro vinha sofrendo ameaças de morte por um cartel formado de empresas de transportes.
---Ele nunca falou isso?
---Ele queria proteger você que ele conseguiu um cadáver parecido com Júlia e enterrou no lugar de Júlia e transferiu ela para um clínica particular em Correias que pagava o tratamento e a sua segurança que Júlia despertou do coma em 1985 que ela saiu do Brasil e foi para os Estados Unidos que adotou o nome de Roberta Nádia e o mais interessante é que ela é uma agente da minha agência.
---Meu Deus que onde ele vive agora?
---No Alabama que ela marcou um encontro com você na Praia de Copacabana que vamos chegar em um minuto.
O Teixeira pega o túnel Rebouças que chega em Copacabana que para na calçada que os dois ficam esperando que chega um táxi azul e salta Júlia e um homem que Sérgio olha e caminha que Júlia pede que o homem se afasta que ela caminha e abraça Sérgio que os dois choram e Júlia fala:
---Sérgio, há 12 anos que espero esse encontro.
---Júlia, eu pensava que estava morta e agora nós podemos nos juntar de novo.
---Eu queria, mais eu casei com Thomas e agora tenho uma nova família.
---Eu...entendo que obrigado por me avisar e nós vamos nos ver de novo?
---Não, Sérgio que quero que esse encontro é para que nós nos estreitar laços de amizade que fala por chefe que dar esse dinheiro para Bruno que é o dinheiro que sua cunhada deixou para cuidar dele.
---Eu darei e manterei para o Luizinho não sabe que a mãe está viva.
---Então, Sérgio me abrace.
Sérgio abraça a esposa e beija a sua testa que ela vai de encontro com o atual marido e saiam no mesmo táxi que trouxeram que Teixeira fala:
---Agora que ela está viva, o que você vai dizer para o seu filho?
---Não vou dizer nada, por enquanto. Vou respeitar a privacidade dela.
---Então, vamos embora.
Os dois saem que em Bangu 1, chega Raul Santos de Mattos para fazer companhia com Paulo e Mohamed que fica na cela do seguro com Paulo que Paulo fala:
---Seu idiota, perdemos toda a organização.
---Paulo, se você não tivesse deixado pistas, nós estávamos ricos.
---Não adianta chorar pelo leite derramado, perdemos e vamos ficar por um bom tempo. Dorme em cima e fico em baixo.
Os dois dormem que de repente, a porta do seguro é aberta e dois presos batem neles e levam para uma ala isolada e amarrados numa corda, ficam no centro aonde veio dois homens de terno escuro e chega um senhor de 70 anos fumando um charuto cubano que levanta a cabeça de Paulo e fala:
---Há quanto tempo, gajo.
---Seu...[coff]...canalha.
---Sim, que Afonso Van Felix sempre paga o que deve. Figueira e Valdo, batem neles e mande que os presos os queimem. Você vai pagar por matar o meu neto.
Os seguranças de Afonso dão uma surra em Raul e Paulo que depois, os presos tiram as suas roupas e quando estavam queimando os dois, surgem os agentes do Desipe e separam os presos que o chefe dos agentes fala:
---Pascoal, mande chamar ambulância e Luís, mande os presos de voltam as suas celas.
Chega à ambulância e no dia seguinte, Sérgio soube do ocorrido e juntamente com o compadre Ulisses vão para o Hospital Getúlio Vargas onde fala com o médico da Ala dos Queimados, doutor Fagundes Nilton:
---Doutor, o que houve com os dois?
---Sr. Sérgio, o paciente Paulo Carlos Dummond Santos está com 30% do corpo com queimaduras de 2° grau e o paciente Raul Santos de Mattos está com estado mais delicado. Eu tive que ficar até a madrugada tentando salvá-lo.
---Quem fizeram essa barbaridade?
---Foram os presos que não pergunte a eles que na cadeia, se falar, morre que já chegamos. Por favor, vista a roupa que são normas do hospital.
Sérgio entra na ala que o doutor autoriza a entrar que Sérgio viu Paulo na cama do hospital cercado por aparelhos, com o corpo enfaixado do pescoço aos pés e com a cabeça enfaixada que Sérgio fala:
---Parece que o circulo de sangue que você criou chegou ao fim.
---Você...pode...(coff)...(coff)...te...me...vencido...(coff)...mas...(coff)!
---Acabou, Paulo.
---Não...(coff)...acabou!
Paulo pega o pescoço de Sérgio e tenta enforcá-lo, mas vem os enfermeiros e separam que Sérgio é retirado pelo segurança que o enfermeiro deu um calmante que apaga ele. No pátio do hospital, Sérgio fala por Ulisses:
---Vamos embora que minha missão acabou.
---Concordo com você.
Os dois saem que Paulo olha-os partirem e fecha a cortina que fica com ar sorumbático...
Rio, 1998...
Um ano após a aventura, Sérgio Cabrano Bravid se casa pela terceira vez com a enfermeira que cuidou dos seus ferimentos, Josefa Ruth de Madeira que teve uma filha, Joaquina Bravid Madeira que lançou o seu livro que o coquetel foi na sua casa de veraneio em Petrópolis que chega Teixeira Matias de Albuquerque acompanhado de sua esposa Joanna Moon de France Teixeira e sua filha Teresa Moon de Albuquerque que Sérgio fala:
---Obrigado por vir a minha festa, Teixeira.
---Você acha que eu perderia que Sérgio, essa é minha esposa e minha filha.
---É um prazer em conhecê-las.
---Igualmente, monsieur Sérgio.---Fala a Joanna.
---Teixeira, venha conhecer minha esposa.
A festa é animada que o caseiro de Sérgio, Valmir chama o seu patrão no canto e diz que chegou uma pessoa na porta com um homem e Sérgio vai ao portão e viu que é a ex-esposa Julia que a manda entrar e chama o filho Luisinho e fala:
---Filho, essa é a tua mãe.
O filho chora que ele abraça a mãe que Sérgio chora e os convidados ficam emocionados que na hora da foto, Sérgio chama a ex-esposa e Teixeira com a sua esposa e filha que o fotografo fala:
---Sorriam e digam PAZ!
---PAZ!
FIM.
EPILÓGOS:

[Teixeira Matias de Albuquerque serviu ao Exercito americano na Guerra do Afeganistão que teve o filho Allan Carlos Teixeira Raywood ferido durante os atentados do 11 de Setembro e agora, sua agência de espionagem atua no combate ao terrorismo e crimes de Internet.]

[Sérgio Cabrano Bravid perdeu o pai e volta a ser advogado para defender o filho Luís Valdemar Cabrano Bravid Neto, o Luisinho de uma armação forjada pelo Paulo de tráfico de drogas e foi considerado inocente. Deixou a Protetor Bravid de Segurança Patrimonial S.A. para o filho Oliveira e atualmente, está morando na cidade de Palmas, Tocantins com a esposa e a filha onde montou uma filial da Cabrano Auto e criou uma editora de livros de auto-ajuda, a Editora Bravid Ltda.]

[Bolívar Montagoni de Orozon foi extraditado para a França em 2001 onde cumpre pena na prisão federal de Lyon, França que seus bens foram bloqueados na França e no Brasil que sua cela está isolada por demais presos que foi jurado de morte pelo Afonso Van Félix e por um cartel de mafiosos franceses.]

[Mohamed Saad Ralmesk de Oliveira apareceu morto na sua cela, enforcado que os autores foram uma facção do CV que ele matou numa briga um criminoso ligado ao CV.Ninguém foi preso. Mohamed foi enterrado em São Paulo que a Tufik Transportes Aéreos S.A foi liquidada em 1999 e Teixeira Matias de Albuquerque comprou e dissolveu a antiga diretoria.]

[Paulo Carlos Dummond Santos continua preso e isolado por causa de presos ligados a Afonso Van Félix e Comando Vermelho. Suas empresas foram fechadas por ordem judicial e com processo de calúnia movido pelo Sérgio, vai ficar preso por um bom tempo.]

[O juiz Miguel Spoladore Sentineli teve um enfarte e morreu depois de prender Paulo. A pedido dos filhos e dos netos, Miguel foi enterrado em Nápoles ao lado dos pais, do irmão Leonardo e do tio Horácio Fontana. Ele deixou para o neto Saul a mansão em São Lourenço e 1 bilhão de dólares que Saul fica em São Lourenço onde é professor de Italiano em uma faculdade particular em Belo Horizonte.]

[Bruno Mattos Coimbra investiu o dinheiro que recebeu da cunhada Luiza e criou uma firma de segurança em São João de Meriti e uma empresa de entregas em Macaé onde a sua firma de segurança Coimbra Segurança S.A tem cooperação da Protetor Bravid Segurança Patrimonial e a Teixeira Spy de Investigações Mundiais (TSIM)]

[Após da tentativa de linchamento por parte dos presos em Bangu 1, Raul Santos de Mattos foi transferido para São Paulo para a Casa de Custódia de Taubaté onde fica isolado que também está sendo ameaçado pelo Afonso Van Félix e por presos ligados a traficantes de drogas.]

[Afonso Van Félix continua a comandar a rede criminosa de tráfico de armas, mas seus negócios estão sendo vigiados]

[Carlinhos Mateus Santos, filho de Paulo Carlos Dummond Santos se empregou a equipe de agentes de Teixeira Matias de Albuquerque por salvar o padrinho Sérgio que fica na parte administrativa na surcusal da TSIM-Rio de Janeiro]

FIM DOS EPÍLOGOS
Pin It
Atualizado em: Dom 27 Nov 2016
  • Nenhum comentário encontrado

Curtir no Facebook

Autores.com.br
Curitiba - PR
Fone: (41) 3342-5554
WhatsApp whatsapp (41) 99115-5222