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A fé. A triste história de um vampiro Cap. 6 de 14

Capitulo seis
     Cachie ouve uma voz que parece vim de sua própria mente:
     -Eu vi o vampiro lhe oferecer um lugar bom para nós monstros.
     -Quem é você? Apareça!
     -Ainda não, pode ser perigoso!
     -Não vou te machucar!
     -Como pode garantir? Ele cansado desiste de uma possível insistência e vai ao ponto: - O que quer?
     -Quero ser a pessoa escolhida por você!
     -O que terei em troca? A voz é feminina e ela foi direta:
     -Eu te levarei ao vampiro certo!
     -Você sabe onde ele esta?!
     -Não, mas juntos o encontraremos em breve!
     -Como juntos se você nem aparece?!
     -Tenha fé! Ela disse e ele se lembrou das palavras de Carlos.
     -Vou pensar se precisarei da sua ajuda!
     -Diga sim, eu não voltarei aqui, estou de passagem, por favor.
     -Apareça!
     -Você sabe, deve saber que os vampiros estão matando fadas por nós ajudarmos humanos.
     -Eu odeio vampiros! Após segundos em silencio começa a chover ela surge de um brilho com um guarda chuva rosa e fica ao lado dele se protegendo e a ele da chuva.
     -Olá está é minha forma humana.
     -Você é linda, como dizem que todas as fadas são!
     -Como dizem?
     -Primeira vez que vejo uma e em fotos quando vocês apareciam só surgem brilhos, não dá pra ver que são tão belas.
     -Vai querer minha ajuda? Vamos ser uma equipe jamais vista.
     -Sim, perdi tudo que tinha ao virar vampiro e você por ser fada já merece meu respeito, pois fui por muito tempo humano, mais que vampiro.
     -Por eu ser fada?
     -Gostei de você logo de cara, vamos sim juntos a este paraíso que o vampiro me ofereceu.
     -Ah que bom! Comemorou a fada sorrindo.
     -Me encontre sobre o edifício verde ao lado da praça da igreja às 9 horas. E dali dará inicio uma jornada ele disse.
     -Sim, claro! A fada falou antes de se transformar em fadinha e sair brilhando, voando com suas asas.
     Cachie tinha tido uma revira volta em sua vida, perderá tudo creia, mas aos poucos foi vendo que estava construindo algo novo. Viverá como algo que odiava, já agora odiava o que era também, ao ver que os caçadores planejavam matar sua mãe.
     A fadinha saiu pensando que ele deveria ter um pouquinho mais de fé. Ela tinha fé e fugia de vampiros que estavam contra humanos, haviam destes que se revoltaram contra fadas.
     Cachie ficou na chuva perdido em seus pensamentos até o sol nascer e ele se esconder. Ficou em uma casa, de desconhecidos, percebeu, viu que os moradores não estavam, ficou lá. Na hora do almoço estes chegaram. Um garoto subiu para o quarto que ficava na primeira porta acima e deu de cara com Cachie:
    -Você, o que faz aqui, homem vampiro?
    -Você, logo uma criança. Cachie se deteve até que o menino gritou:
    -Mãe, pai! Eles logo subiram e o homem da família perguntou com ar de agressividade:
    -O que quer conosco, como entrou aqui? Cachie mostrou os dentes sem querer e a mulher disse mantendo a calma ao filho:
    -Querido vá para casa de seus avós e só volte amanhã, diga a eles que nós tivemos que sair, mas não volte hoje aqui, nem com eles nem com ninguém! O pai apressou-se:
    -Corra! Ele obedeceu.
    -Eu não quero matar vocês só preciso me controlar! Cachie não se controlou e matou o homem, já a mulher ele se controlou, estava aprendendo e tinha melhorado, mas se ela saísse iria chamar os caçadores, então para sua proteção, pois não podia sair ele se alimentou do sangue dela, já não precisava mais de sangue e poderia ao anoitecer ver sua família.
     Após um belo crepúsculo Cachie ainda matou uma pessoa, e sabia que estes incidentes todos só trariam caçadores e ele tinha que sair da cidade o mais breve possível. Às 8 horas a igreja estava cheia de fieis, a praça pouco movimentada, já que todos estavam dentro da igreja, mas tinham dois detalhes: Primeiro o padre era outro e segundo era dia de lua cheia.
Veja em seguida o capitulo sete.
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Atualizado em: Ter 16 Mai 2017
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