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SONETO (de Desespero )

Dá-me o Deus a paz que tanto almejo

Pois meu coração solitário está tão deprimido

No silencio da noite choro escondido

Quando na imensidão da cama fria sem ela me vejo

 
É tão penoso esse meu amargo pranto

Essa infinidade de lágrimas que rola em meu rosto

Parece que meu ser se desfez em tanto desgosto

E mi ‘alma da vida perdeu todo o encanto

 
Tudo isso aconteceu porque ela foi embora

Levando de mim toda a vontade de viver

Deixando-me assim solitário ao léu e a sofrer

Com essa vontade imensa de morrer que o meu peito aflora

 
Já não sei mais o que faço sem ter-te ao meu lado

Sem seus beijos e abraços, que me aquecem no frio da noite

Sobrou para mim apenas o vento em açoite

E um frenesi constante pela solidão marcado

 
Dá-me o Deus paz para essa minha vida

 Para que eu possa superar esse meu tédio

Já que ao partir ela Levou o único remédio

Capaz de curar do meu coração essa tão dolorosa ferida
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Atualizado em: Sáb 15 Jul 2017
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