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A fé. A triste história de um vampiro Cap. 9 de 14

Capitulo nove
    O sol nasce no horizonte, umas sete pessoas de preto quase cercam um tumulo. No horizonte as nuvens em frente aos raios solares são belas. Lá em baixo uma solidão.
    -Filha! A mãe de Carlais fala baixinho. Ela se abaixa coloca uma flor sobre a areia e troca o nome de Cachie para o da filha, sobrepondo-o com uma taboa.
    Já fazia um tempinho que estavam ali e ela falou e falou para a filha, entre as palavras estas:
    -Cachie não conseguiu te defender e eu nem estava quando tudo aconteceu, mas nada poderia ter feito, ou talvez morrer em seu lugar. Ela via Cachie como um ótimo genro, o achava divertido, a filha tinha escolhido um companheiro maravilhoso. Mas agora que ele é vampiro se perguntou se a filha conseguiria viver sem ele. Chorosa ela saiu para junto aos outros que se encaminhavam para saída. Antes colocou o anel que tanto a filha gostava ao lado da flor, era uma herança de família.
    O vento girava um cata-vento e o sol o iluminava já forte, das 12 horas. Cachie e Carlos estavam com os rostos próximos eles seguravam as mãos um do outro e falavam:
    -Tenho fé que vamos conseguir, mas me leve com você! Carlos pediu e ouviu:
    -Mas e a fada?
    -Esqueça ela! Cachie pensou um pouco e respondeu:
    -Não posso, já fiz a promessa de irmos juntos, eu e ela, como o vampiro disse e mais ninguém.
     Não se soube qual dos dois soltou a mão primeiro e eles se largaram.
     -Tudo bem por aqui? Maná quis saber e Cachie respondeu prolongada mente:
     -Sim, meu apetite, minha fome não é mais a mesma de quando acordei, eu acho que só preciso matar três pessoas ao mês, hoje estou me sentindo satisfeito ainda.
     -Se isto mudar esteja longe de nós! A fada sorriu ao dizer.
     -Só por precaução você deveria comer algum dos animais daqui, não precisa matar ninguém. Carlos disse. Eles estão num celeiro de uma fazenda com tudo fechado e escuro como Cachie agora gosta e estavam cercados por alguns cavalos.
     -Então está certo, vou ver que gosto tem sangue de cavalo! Nenhum deles sorriu e Carlos disse por ele e a fada:
     -Vou dar uma voltinha, já volto você vem Moná?
     -Sim, não quero ver isto, a sena que a de seguir.
     Caminhando ao lado do riacho Carlos tenta convencer Moná a esquecer do trato que fez com Cachie: - Porque você não desiste?
     -De que?
     -Dessa ideia de ir para outra dimensão.
     -Porque eu desistiria? Carlos não soube o que falar e falou a primeira coisa que lhe veio à mente:
     -Pode ser perigoso viajar num portal.
     -Não pense que só porque você está apaixonado por Cachie que eu devo ou vou esquecer o que consegui que ele me oferecesse. A fada virou fadinha e saiu ouvindo os gritos de Carlos:
     -Eu quem mereço! Volte aqui ainda não terminamos nossa conversa. Ele não sabia se se irritou por ela não desistir ou porque ouviu dela a verdade. Cachie tinha matado mais de um cavalo, após o primeiro não teve como resistir. A fada entrou brilhando e do brilho se fez na forma humana e eles conversaram:
     -Será que o vampiro estava com o super feiticeiro, prontos para irmos para outra dimensão?
     -Espero que sim, ou que não demore. E ela mudou de assunto:
     -O que acha de Carlos?
     -Como assim? Nós somos grandes amigos, há muito tempo.
     -Você gosta dele?
     -Gostar? Moná percebeu que não queria ouvir a resposta, tinha medo de ele levá-lo no lugar dela e mudou o assunto outra vez: - A moça que morreu era sua namorada? Porque decidiu matá-la?
     -Não quero falar sobre isto! Ele desta vez disse: - Você não tem medo de o vampiro que está me oferecendo esta vaga seja como muitos e assim sendo contra fadas, já pensou nesta opção?
     -Tem este risco, mas eu tenho fé, tudo vai dar certo!
     Carlos entrou meio que apavorado.  -Chegaram pessoas e entraram na casa!
     -Se acalme eles não vão vim até aqui! Cachie tentou acalmá-lo e a fada:
     -Tenho fé que não! Eu fico de vigia, daqui a pouco você faz este papel. Disse apontando para fada que apontou para Cachie sorrindo e ele para ela dizendo:
     -Tá você pode ser a ultima. O perigo rondava apenas Cachie que não teria para onde fugir, estava praticamente ali preso, por falta de opção e necessidade. Tinham que ficar ali até o sol se pôr e torcer para ninguém ir até lá, assim evitando confrontos e mortes. Mas Cachie estava calmo e fechou os olhos para dar um cochilo e dos olhos fechados de um dormindo para os olhos abertos de uma que acordou!
Veja em seguida o capitulo dez.
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Atualizado em: Sáb 20 Mai 2017
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