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Dois. Capítulo quatro de seis

Capitulo quatro
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     Zé e Coutinho desceram da árvore, Coutinho a mexer na coluna com suas dores. Os dois seguiram para a cozinha, onde se depararam com duas mulheres que trabalham no casarão onde estavam os dois ouviram as duas dizerem que não poderiam perder o emprego e isto fez Coutinho voltar a dizer que eles deveriam deixar o dinheiro, esquecer aquela entrega e sendo assim esquecer também seus devidos empregos.
     -Talvez você esteja certo! Por fim Zé estava aceitando que deveriam deixar o dinheiro, os dois comeram o quanto aguentaram, se saciaram depois que as empregadas saíram. Porem quando eles iam se retirando a dona do casarão chegou e os dois seguranças tiveram que se esconder debaixo da mesa, pensaram rápido e foi o que fizeram. A dona reclamou:
     -Cadê minha torta? Tinha um pouco ainda e eu estava louca por ela. Estas empregadas acham que ainda somos ricos, e se aproveitam como antes, não parecem ver que as coisas estão mudando, ainda bem que tudo vai voltar ao normal. Ela suspirou e deixou a cozinha, coisa que tinha alguém esperando ela fazer e os dois saíram dali, porem não voltaram para árvore Zé disse decidido:
     -Vamos deixar o dinheiro para eles e esquecer nossos empregos, vamos para casa! Coutinho deu um sorriso e eles caminhavam para sair foi então que Zé parou:
     -O que ouve, não diga que já mudou de ideia?
     -Sim, eu preciso de meu emprego! Ele respondeu e os dois voltaram à árvore, Coutinho aceitando e entendendo, de vez por vez ele também acredita que o certo é cumprirem o seu dever. Nisto eles viram uma mulher com duas crianças entrarem pelo portão e seguirem em direção ao casarão, onde a dona da casa estava e as duas seguiram para a sombra de uma árvore ao qual tinha dois balanços, Zé e Coutinho de fininho foram de planta a planta para escutá-las e subiram sem serem percebidos no pé em que elas estavam e ouviram a conversa pela metade:
     -Me recebendo em casa, tendo consideração com a família que é pobre, sendo simpática, o que a pobreza não faz com as pessoas? A recém chegada dizia e ouviu:
     -Não é isto irmã você sabe que meu marido não vai com sua cara.
     -Não venha com esta você também quando com dinheiro em mãos não quer saber de mais ninguém além de seu marido.
     -Mudando de assunto, como tens passado? As crianças chegaram correndo e subiram no colo delas e a conversa fluiu até que se despediram por ali. Zé comentou irritado:
     -São ricos e não ajudam os familiares, ao invés disto se distanciam, está decidido vamos pegar o dinheiro e sair logo daqui que a noite venha! Coutinho apenas concordou.
     A lua brilha intensamente e os dois intrusos na mansão vão tentar cumprir seus papeis, porem eles ficam a esperar os donos do casarão ir dormir e isto demora, eles conversam coisa que os dois desta vez não conseguem escutar, os veem assistir filmes juntos, é uma demora.
     Até que o casal segue para o quarto e os seguranças conseguem entrar:
     -Se este é o quarto do casal então logo ao lado só pode ser o do futuro filho! E Zé tem razão ou sorte e se deparam com a fortuna.
     -É o dinheiro! Disse Coutinho contente e os dois agarraram as sacolas, como um abraço forte e comovente e um sorriso radiante. Ouve um barulho, Zé olha e é o ladrão indo a cozinha, os dois esperam que ele volte para o quarto e isto acontece sem que suspeitas sobre o que está acontecendo surjam.
     Os seguranças saem por onde entraram e vão em direção à saída da mansão.
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rio165 mansion for sale in jardim botanico 17Veja a seguir o capítulo cinco.
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Atualizado em: Qui 18 Mai 2017
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