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"ADULTÉRIO"

Mulher, eu não posso cometer este adultério

Não quero  ver- me ruir alquebrado,elameado,

Sobre este teu corpo que só a deus pertence.

A todo momento vives a fustigar a carne...

E eu, filósofo -poeta sei que a carne é fraca.

À partir da primeira criação divina

Traiu o espírito e foi peregrinar nefastamente.

Olhe ao teu redor, mulher, veja tua filhinha...

Tão inocente pronunciando lindamente mamâe,

Reflita onde estará teu esposo prosperando!

Porventura cavas o abismo entre tú e eles?

Agora, olhe para meus olhos solícitos, alquebrados...

Não estão eles satisfeitos mas em total influxo

Levados pelo afouto marulho da carne...

Mas não mulher! Esqueça estes desejos que já

Se apresentam em mim com uma potência imensa,

Eu não vou jamais cometer este adultério!!!

                                                                                                                                                                          inspirado numa novela atual.

Desculpe-me.


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Atualizado em: Ter 3 Abr 2012
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